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domingo, 26 de março de 2017

Eu compro motas a quem as quer vender

Eu cá agora tenho uma Honda CRF 1000L Africa Twin DCT. Então mas, oh Pedro, tinhas comprado há pouco tempo uma Crossturer nova? 

Onde é que vocês ficaram, pá?!? Sim, tinha mas…, desde que “bati com a cabeça” e decidi desfazer-me da minha ST1100 (link) nunca mais tive sossego. Foi a VFR 1200X…, agora é a AT DCT, pelo meio já existiu uma Dominator, como podem ler por ai, e ainda existe a CB 750 e a pequena PCX - esta já está comigo desde Julho de 2013. 

Como não tenho parança, um destes dias liguei para a Bomcar. Quis saber se era possível trocar a minha nova AT DCT por uma nova, mas em segunda mão, BMW S1000XR. 

Sim, sim, possível é, disseram-me. Mas…, mas de forma nada surpreendente e apesar de eu ter alertado para que isso não acontecesse, os valores apresentados foram absolutamente patéticos. Mais uma vez não me quiseram vender uma BMW.., é assim desde…, 1997. Não estou a brincar. 

De facto, eu compro motas a quem as quer vender. Na MOTODIANA foi possível trocar a nova Crosstourer por uma AT a estrear. Sem dramas, sem desculpas, sem dificuldades. Apenas focados na solução e não no problema. E ainda com amizade e boa mesa alentejana. 

Por isso é que eu já disse ao meu amigo José Caniço Nunes. Quando voltar a haver Pan-European eu quero ficar com a primeira que ele vender em Portugal. A encomenda ainda não foi feita porque ainda não existe mota, nem existirá tão cedo. Mas pelo sim pelo não a pré-reserva já foi efectuada. Porque, sublinho, eu compro motas a quem as quer vender.

domingo, 18 de setembro de 2016

Regresso ao Futuro parte II

Há uns dias, aqui (link), convida-vos a acompanharem-me numa viagem no tempo… 

Oh Pedro porque é que te deu para isto agora? 

De mil novecentos e noventa e oito ao ano de dois mil e quinze. Foram dezassete anos incríveis como escrevi aqui (link). A verdade é que para além do que lá vai dito, a minha Honda ST1100 Pan-European estava credora de alguma manutenção, naturalmente dispendiosa. E de alguma maquilhagem para disfarçar os seus mais de cento e sessenta mil quilómetros. As coisas são o que são e a vida bem vivida acaba sempre por deixar marcas. 

De dezassete anos para onze meses! Onze meses foi o tempo em que fui proprietário de uma Honda VFR1200 Crosstourer DCT. Onze meses, onze mil quilómetros, uma viagem inesquecível aos Alpes que pode ser recordada aqui (link). Mas a “besta de carga”, como lhe chamei aqui (link) nunca me apaixonou verdadeiramente. Lamento… Surgiu a oportunidade de retomar a Crosstourer à procedência (link) na troca de uma neófita CRF 1000 Africa Twin DCT. Mas com o terramoto de Abril passado no sudoeste do Japão e a consequente suspensão das operações na fábrica da Honda, não contava tão cedo receber a mota nova. 

Crise? Dizem que em mandarim a expressão encontra dois significados. Aquele que nós conhecemos, mas também uma ideia de oportunidade. 

Foi assim que comecei a pesquisar na Rede por motas que reúnem um conjunto de características que não irei revelar, meus caros amigos…. – o segredo ainda é a alma do negocio. 

Em primeiro lugar surgiu a tal viagem até mil novecentos e noventa e quatro, já sucintamente relatada aqui (link), onde encontrei a sevenfifty numa verdadeira cápsula do tempo. De regresso ao futuro, decidi ser a mota a preservar. Foi então necessária mais uma viagem no tempo. 

(continua)

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Fabrica Honda em Kumamoto de regresso à produção

Ainda um dia destes dava conta (link) do regresso à estrada e à escrita do Francisco Sande e Castro e já tenho de voltar a ele. O Francisco anda pelo Japão e teve a honra de visitar a famosa unidade de produção que ficou parcialmente destruída no terramoto de Abril passado. 

Ora…, conta-nos (link) o Francisco que a produção foi retomada “há três ou quatro semanas mas ainda em pequena escala, fabricando cerca de 300 motos por dia em vez das habituais 700. A semana passada tinham estado a produzir a nova Africa Twin que tem sido um sucesso mundial, com milhares de clientes à espera da sua, depois da produção ter parado quase três meses.”. 

Boas noticias para todos aqueles que aguardam a chegada da sua princesa…

domingo, 1 de maio de 2016

Honda CRF 1000L Africa Twin DCT à prova

Já lá vão algumas semanas que o concessionário Honda Lopes & Lopes me proporcionou o prazer de conhecer a CRF 1000L Africa Twin, versão DCT. 

Sim, sim…, em primeiro lugar provei a versão de embraiagem convencional. “Equilíbrio, qualidade e harmonia”, foram os substantivos que usei aqui (link) para caracterizar a nova “namoradinha” do motociclista português. 

Provada a “DCT” não há muito mais a acrescentar do que alí vai dito, caso não fosse…, o DCT – que rica lapalissada… 

É sabido que o novo DCT dispõem de três modos S, para além do D e do manual. Evitando a comparação com outras motas equipadas com a espantosa embraiagem dupla da Honda, digo vos que o S1 foi o meu modo de eleição, quer em estrada quer para uma condução viva na urbe. O S2 foi usado em momentos de condução mais apimentada e o S3 praticamente dispensado. O D corresponderá a um diz que é uma espécie de modo “eco”. 

O DCT incrementa o equilíbrio e a harmonia da nova AT. Tornando-a ainda mais apetecível. A escolher, tendo em conta a diferença de preço, não teria dúvida de optar por esta versão.

quinta-feira, 31 de março de 2016

Honda CRF 1000L Africa Twin à prova

Contacto, teste, ensaio e prova. Entre profissionais e amadores tudo isto já foi efectuado à exaustão por todos. Não tenho pois a presunção de acrescentar nada de novo ao tema. 

Relembrando o que entendo como contacto, teste, ensaio e prova (link) não posso, no entanto, fugir ao tema. Já que estava no LOPES & LOPES para efectuar a verificação extraordinária da transmissão final da minha Crosstourer, aproveitei para provar a mais recente “namoradinha” do motociclista (aqui na versão base com ABS e vidro alto).

O que fui eu fazer… 

A nova AT é um caso serio. A aceitação e adesão à mota é tal que leva os mais experientes nisto de vender motas afirmarem: “nunca vi uma coisa assim”. Compreende-se perfeitamente “esta febre” ao conduzir a mota. Ainda com ela parada, facilmente reconhecemos que a Honda se esmerou na nova edição desta Clássica. O ar esguio e adelgaçado sugere desde logo que houve cuidado especial no equilíbrio do conjunto. Os detalhes induzem qualidade. Todo o conjunto denota harmonia. 

Equilíbrio, qualidade e harmonia. Caracteristicas que rapidamente comprovamos com a mota em andamento. Facilidade de utilização. Motor ágil. Travagem equilibrada de rápida adaptação. Suspensões eficazes. Tudo fácil. Tudo muito “handling”. Tudo muito, muito, divertido – mesmo no pequeno percurso feito fora de alcatrão.

É facílimo compreender o sucesso instantâneo da Honda CRF 1000L Africa Twin. A Honda acertou em cheio – como só ela sabe quando quer? – no conjunto. E realizou uma mota “para todos” - o que, como sabemos, não é nada fácil. De facto, a marca da asa dourada vai, facilmente, conseguir agradar a quem agora chega às grandes cilindradas vindo de categorias de aprendizagem bem como aos mais experientes que por uma ou outra razão desejam uma clássica renovada.

Mais subjectivamente ainda, permitam-me renovar o desabafo…, o que fui eu fazer…

quarta-feira, 30 de março de 2016

Honda reforça aposta no motor DCT


É sabido que a marca da asa dourada mantem e reforça a sua aposta no motor de dupla embraiagem. Prova disso é a nova CRF1000L Africa Twin onde o sistema surge revisto e melhorado. Sistema esse que está a surpreender até os mais exigentes motociclistas. 

A mim não me surpreende que o sistema esteja a agradar os alvos da Honda com a nova Africa Twin. O que me surpreende é o cepticismo (e até algum gozo pueril) que o sistema provoca noutros motociclistas. 

Não sou seguramente o único surpreso, as gentes da Honda certamente que também o estarão. Dai terem agora lançado um sítio web (link) onde se explica e promove o fantástico Dual Clutch Transmission (DCT). 

Num momento em que até alguns motociclistas adeptos de outras marcas - com os adeptos da marca da hélice à cabeça, a suspirarem por uma solução idêntica nas motos da marca bávara – começam a olhar para o DCT com outros olhos, o reforço da aposta da Honda faz todo o sentido. Pois nunca será possível amar algo sem o conhecermos.

terça-feira, 12 de maio de 2015

CRF1000L a nova Honda Africa Twin e o DCT

A Honda decidiu marcar o dia. É oficial, a nova Honda Africa Twin estará disponível nos concessionários europeus no final de 2015. Para além deste facto, na verdade, não há muito mais a acrescentar ao muito que já se especulava por essa Rede fora. Ou haverá? 

A nova Honda Africa Twin virá propulsionada por um bicilíndrico paralelo de 1000cc, jantes de raios e uma séria habilidade para o fora de estrada. E – o diabo está nos detalhes – possibilidade de vir equipada com o fantástico Dual Clutch Transmission (DCT) especialmente desenvolvido e programado para o fora de estrada. É aqui, no contínuo desenvolvimento do DCT e no reforço desta aposta por parte da marca japonesa que, no fundo, reside a grande novidade do dia. 

Só na Europa a Honda já vendeu trinta e cinco mil unidades equipadas com sistema DCT desde a introdução desta tecnologia em 2010 e, neste ano, mais clientes - cerca de cinquenta e três por cento do total - preferiram modelos equipados com DCT em vez de com caixa manual normal, para os quais o DCT se encontra disponível.

Provavelmente, os motociclistas portugueses terão de rever o seu habitual conservadorismo face ao devir tecnológico…
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