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sexta-feira, 29 de maio de 2015
terça-feira, 19 de maio de 2015
Aqui está a anti-PCX
A Yamaha apresentou aquela que pretende combater o domínio do segmento das scooters de 125cc, detido actualmente pela Honda PCX.
Monocilíndrico de quatro válvulas, peso 127 Kg., consumos na casa dos 2,19 L/100 - valor muito próximo do consumo anunciado para a Honda PCX. ABS de série, duplo amortecedor traseiro e iluminação por LED.
Com chegada prevista aos concessionários já para o final de Junho. Falta apenas conhecer o preço...
Interessante?
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Lisboa Art & Moto 2015 foi assim
Ainda não foi este ano que pude estar presente no Lisboa Art & Moto, claramente o evento mais trendy do motociclismo português.
Se, tal como eu, falharam…, fiquem com este excelente exemplo do que acabámos por perder.
Se, tal como eu, falharam…, fiquem com este excelente exemplo do que acabámos por perder.
terça-feira, 12 de maio de 2015
Verão novo vida velha
Por vezes tenho a estranha e até certo ponto desconfortável sensação que nós, enquanto motociclistas, somos uns estranhos numa terra estranha…, uma estripe de filhos de um Deus Maior.
Algures na Grande Lisboa, a Norte do Tejo, Sábado passado, hora de jantar, um qualquer telejornal na televisão sempre ligada
- “Não te disse, M´nel…, já ontem Eles diziam que ia estar muita calor”.
- “Sim, maria, amanhã vamos mazé prá Costa”.
- “Mas levamos a Vanessinha..., a menina precisa de apanhar sol”.
- “E o piloto…, Eles agora como não é veram ainda deixem os cães andarem na praia”.
Domingo, trinta graus. Dia mais quente do ano. Quase verão. Verão novo, vida velha.
Os anos passam e o caos é sempre o mesmo nestes primeiros dias de tempo quente. Se a ida para a Caparica faz-se bem, o regresso é a hidra monstruosa e caótica de sempre.
É de todo inacreditável como ano após ano, verão após verão, até de moto é difícil sair das praias mais a sul da cidade da Costa. Aquele estacionamento anárquico, leia-se caminho esburacado de terra mal batida, de acesso à Praia do Rei e demais praias a sul daquela, torna-se intransitável a meio da tarde; com aqueles que ainda querem chegar à praia a cruzarem-se com os demais que já dela estão fartos!
Para nós, motociclistas, é terrivelmente estranho como ano após ano, verão após verão, nos cruzamos com as mesmíssimas pessoas - pelo menos assim nos parece ser – ali, horas e horas fechadas dentro das latas primeiro para chegar, depois para partir, por fim para atravessar a Ponte.
Nos piores dias do ano passado, varias pessoas amigas contaram-me ter demorado mais de três horas para sair da Praia Morena, chagar à chamada “via rápida” e, por fim, atravessar a ponte.
Isto é vida? Ou somos nós motociclistas uns seres estranhamente muito inteligentes?
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Faixas exclusivas para motociclistas em Vigo
Uma forma de limitar ainda mais a nossa liberdade
ou, pelo contrário, um passo decisivo na segurança do motociclista?
Uma coisa é certa, bem aqui ao lado no
país vizinho, Vigo já conta com duas faixas exclusivas para motociclistas
(link).
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Deseja gasolina má ou gasolina má?
Em economia, externalidades são os efeitos laterais de uma decisão sobre aqueles que não participaram dela. Existe uma externalidade quando há consequências para terceiros que não são tomadas em conta por quem toma a decisão. Geralmente refere-se à produção ou consumo de bens ou serviços sobre terceiros, que não estão diretamente envolvidos com a atividade. As externalidades têm natureza negativa, quando geram custos para os demais agentes.
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| Pobre Guzzi, se tivesse de abastecer por estes dias nas nossas estradas... |
Sob pressão de alguns sectores socias e, fundamentalmente, políticos o governo legislou no sentido de obrigar os vendedores de combustível a disponibilizar os denominados combustíveis ”low cost”. E o que aconteceu?
Como bem nota Vítor Martins no Editorial da última Motojornal (#1357) “algumas das empresas eliminaram a gasolina “normal” e só disponibilizam a sua “premium” e a nova “simples”, sendo que esta passa a custar praticamente o que custava a normal. Por isso vamos passar a pagar sensivelmente o mesmo por combustível com características inferiores – em termos de aditivos – aos que usávamos antes”.
Com esta decisão do Governo, desde logo, vimos a nossa liberdade de escolha diminuída…, quando antes, pelo menos nos grandes centros urbanos, poderíamos facilmente escolher o combustível a atestar, agora estamos limitados ao que existe, sendo que o existe, nas mais das vezes, é a denominada gasolina simples. Depois, estamos claramente perante uma (varias, aliás) externalidade negativa; primeiro nas nossas motas, depois na nossa carteira porque o consumo não é o mesmo para semelhante ritmos de andamento, porque as velas se vão deteriorar mais cedo, porque os nossos mecânicos vão inventar (já estão…) supostos problemas devido à qualidade da gasolina.
Era assim nas antigas Repúblicas Socialistas Soviéticas, é assim na cada vez mais República Socialista Portuguesa; e depois (repito) ainda há quem chame de neoliberal estes que nos governam…, é preciso ter topete.
domingo, 3 de maio de 2015
quarta-feira, 29 de abril de 2015
Honda Forza 125
Vai ser o tema do dia durante os próximos dias. Seja nos pontos de paragem por essa Rede fora, seja nas tertúlias motociclisticas, em especial entre os “cristãos novos” – esses infiéis convertidos “por força da lei das 125cc”.
A Santogal fez-me chegar um mail com uma breve apresentação daquela que a Honda pretende que seja o farol do semi-segmento das scooters GT de 125cc, de onde destaco as palavras do Chefe de Projecto da Forza 125:
“O objectivo da equipa para a Forza 125 foi produzir a derradeira scooter de 125 cm³, com o melhor de tudo. Esta scooter oferece performances fantásticas em vias rápidas para uma condução divertida e fácil nas deslocações do dia-a-dia e acelerações topo-de-classe para a cidade. E tudo com um estilo premium de classe e um foco muito acentuado na funcionalidade e no conforto.”
Duvidas?
A Forza 125 foi apresentada há dias em Nice.., deixo-vos este pequneo filme com imagens em movimento.
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Este post não é mais um ensaio à Honda PCX
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| A minha Honda PCX: até no escuro brilha... |
Anguillidae (as enguias) é uma família de peixes actinopterígeos pertencentes à ordem Anguilliformes; O corpo é alongado, subcilíndrico, com escamas diminutas ou embebidas na pele. Têm barbatanas peitorais bem desenvolvidas, mas não possuem barbatanas pélvicas; a dorsal e a caudal juntam-se à anal.
O que acabo de copiar da wikipédia conduz-nos, imediatamente, para um quadro de horror. Resta-me acrescentar duas coisas; primeiro: há quem as ache um petisco e seja grande fã delas fritas ou de caldeirada; segundo, quem se lembrou deste animal para caracterizar a Honda PCX estaria inebriado e deveria regressar no momento imediatamente seguinte a casa.
Mas…, não há dia que não pense entre um e outro semáforo: “bolas, esta motinha parece mesmo uma enguia”.
Jurei que este post não seria mais um ensaio à Honda PCX. Vou cumprir. Mas há algo a acrescentar às diferentes análises feitas à campeã de vendas (ora cá está uma expressão típica das revistas de motociclos). Algo tão óbvio mas tão óbvio que nunca vi escrito em lado nenhum.
O que distingue a Honda PCX das demais motas em mercado, repito, das demais motas em mercado são três condições de verificação cumulativa: a) economia; b) facilidade de utilização; c) garantia de qualidade Honda.
Facilmente se encontra a) mais b); também é comum encontrar a) mais c) ou b) mais c). Mas à equação “a+b+c=y” apenas cabe uma resposta: y é igual a Honda PCX.
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