Mostrar mensagens com a etiqueta cidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cidade. Mostrar todas as mensagens

sábado, 30 de junho de 2018

Quinta Tertúlia do Escape

Primeira (link), segunda (link), terceira (link), quarta (link) quinta, a fundo! 

Tenho dificuldade em descrever a Tertúlia na passada quarta-feira. Casa para lá de cheia na Rod’aventura para conhecer a Patrícia e o João e descobrir as suas histórias de viagem. 


Os autores do Quilometro Infinito (link) foram inexcedíveis na partilha e contagiantes na alegria com que fazem do mototurismo uma capítulo de saber viver. Um enorme obrigado por terem aceitado este desafio, terem vindo de propósito a meio da semana até Lisboa. Mais a mais em véspera de partida para nova viagem. Vénia! 

Ao Paulo e ao João o habitual agradecimento por terem disponibilizado o espaço Rod’aventura, que esta cada vez mais acolhedor. 

E, ao tertulianos, um muito obrigado pela vossa presença e participação. A Tertúlia do Escape só faz sentido convosco. Ela é vossa! No mais…, é espreitar o nosso sorriso. Está lá tudo! 

A Tertúlia do Escape voltará em breve. Provavelmente, lá mais para o fim do verão. Até lá: andemos de mota!

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Tertúlias do Escape “Escape encontra Quilómetro Infinito”

Tertúlia. É, na sua essência, uma reunião de amigos, familiares ou simplesmente frequentadores de um local, que se juntam de forma mais ou menos regular, para discutir vários temas e assuntos. 

Nas Tertúlias do Escape pretende-se discutir motas, motociclismo e viagens. À maneira antiga. Longe dos teclados, cara a cara e com uma cafezada por companhia. 

A primeira Tertúlia do Escape, aconteceu no fim do Verão passado (link). Já no Outono tivemos uma segunda edição (link). De forma algo surpreendente o salto qualitativo e quantitativo deu-se já em pleno inverno (link). Quase meia centena de tetulianos deram-nos o prazer da sua visita e aproveitaram para conhecer a nova Triumph Tiger 1200. Noite que se repetiu com Tiger 800 no passado Maio (link).

Na altura novo encontro ficou prometido mais para o verão, e tendo ele já chegado, desta vez não nos apeteceu esperar muito para mergulhar em novo encontro.

A quinta (já…?!) Tertúlia do Escape vai acontecer na próxima quarta-feira dia 27 de Junho, a partir das 20h30 no Espaço Rod’aventura, Avenida da Quinta Grande nº10-A, 2610-159 Alfragide - uma loja de acessórios de excelência e referência na Grande Lisboa, mas também um Espaço onde os motociclistas se podem reunir confortavelmente.


E voltará a haver novidades. Para além da hospitalidade da Rod’aventura, a Tertúlia do Escape terá a honra de contar com a presença da Patrícia e do João Câmara, autores do excelente Quilometro Infinito (QI) - link .

Não me custa nada escrever isto. O QI é claramente o melhor blogue, cujo tema central é o motociclismo, que podem encontrar por cá. Mais…, o QI é um blogue apenas centrado no mototurismo. Maravilhoso! 

Assim, vamos poder conhecer a Patrícia e o João - que induzem boa disposição e felicidade. Falar das suas aventuras e viagens. Provar das suas experiências e questiona-los como conseguem fazer tantas viagens boas e ainda editar um blogue que é uma delícia. 

Estão todos convidados. Aproveitem o regresso de melhores temperaturas noturnas. No dia 27 de Junho venham de lá encher o Espaço Rod’aventura. Todos são bem-vindos!

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Longitude 4 Twenty todas as quintas de verão ao fim do dia

A ideia do Longitude 4 Twenty nasceu depois de Rui Belmonte ter conseguido convencer Hugo Ramos e Filipe Elias de que poderíamos ter um Verão bem mais animado nas tardes de quinta-feira, com alguns convidados para conversar e, obviamente, algo para refrescar as gargantas. O Verão começa, enfim, a chegar e é junto ao Rio Tejo o ponto de encontro das quintas-feiras ao final do dia. 


O primeiro encontro teve Joaquim Horta como protagonista e o segundo, ontem, já com o Escape presente, contou com Rodrigo Ribeiro, o bem-disposto advogado, ex-deputado, e apaixonado motociclista.

O Longitude 4 Twenty é mais uma realidade que ajuda a ultrapassar uma lacuna grave na cena motociclistica alfacinha: encontrar um espaço e um momento para falar sobre motas, motociclismo e motociclistas.

O local será sempre a Longitude009, ali, de frente para o Tejo, no Poço do Bispo, em Lisboa. Pelas 18h00. Para semana o convidado será o Chef Chakall - nascido em Buenos Aires chegou a ser jornalista no seu país, mas foi na culinária que encontrou a sua verdadeira vocação e paixão. As motos são também um dos seus amores.

É aparecer, para beber um copo e dar dois dedos de conversa…

quarta-feira, 16 de maio de 2018

LxMFF Warm Up Party


Num ambiente descontraído, repleto de motos e boa música, a equipa do LxMFF irá fazer uma pequena antevisão daquilo que se irá passar dentro e fora do Cinema São Jorge. 

Se desejam conhecer o cartaz final e os horários da terceira edição do Lisbon Motorcycle Film Fest 2018 que irá acontecer nos dias 1, 2 e 3 de Junho, é só aparecer.

A entrada é livre e é já amanhã na Officina Moto, ali perto do velhinho Poço do Bispo, a partir das 18h30 e durante o inicio da noite.

O ano passado foi assim...

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Quarta Tertúlia do Escape


A Tertúlia do Escape chegou ontem à quarta edição. Cresceu, mas fico contente por mantermos os Valores da primeira edição. Em Setembro passado tivemos uma noite “surpreendentemente ecléctica que juntou velhos amigos companheiros de estrada, a malta nova que mal conheço” (link). Ontem o Espirito dessa noite fundadora manteve-se. E a partilha foi uma constante. 

Tal como em Fevereiro passado (link), na Tertúlia de Inverno, voltámos a contar com a honrosa colaboração da Triumph Portugal, que disponibilizou não uma mas duas Tiger 800 2018: uma XRT mais “asfáltica” e uma XCA de inspiração claramente “terrícola” – esta última a merecer Prova no Escape para breve. 

As jovens felinas britânicas serviram de ”desbloqueador” de uma conversa que começou nas raízes da indústria motociclistica europeia e acabou (para os mais resilientes) já perto da meia-noite nos gloriosos anos das brutais “quinhentos” a dois tempos e dos seus pilotos, heróis da nossa juventude. 

Não há muito mais a dizer a não ser: obrigado. Obrigado ao Paulo e ao João por nos receberem tão bem a todos, ao Vitor pela disponibilidade e partilha e obrigado, muito obrigado mesmo, a todos os que estiveram ontem connosco na Rod’Aventura.

A Tertúlia do Escape voltará, em princípio, lá mais para o verão.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Honda CB125R à prova

“Outra?” questionou o vizinho Agostinho. “muito bem, que motão!”, sublinhou. O vizinho Agostinho já está reformado. Era da “tropa”, comando ou outra coisa qualquer. Não sei bem. E também não interessa para o caso. O ano passado comprou uma PCX só porque sim. Agora está rendido à jeitosa best seller da Honda. Nem o frio do inverno ou as chuvas primaveris o assustaram. E já olha para diferentes cilindradas. 

teste ensaio review prova honda cb125r “Oh vizinho, mas pode conduzir esta com a sua carta, é uma 125cc”. O Agostinho não queria acreditar. Mas foi assim que lhe foi revelado o conceito “Honda Neo Sports Café” que a Honda plasmou em três motorizações bem distintas, 1000cc, 300cc e esta 125cc. 

O corpo aparentemente musculado e bem definido da “Black” é a primeira nota de destaque. Logo acompanhado pela qualidade de construção geral que esta 125cc transpira. O arranque é simples embora quem esteja habituado a mais potência se sinta momentaneamente desadaptado. 

Para o motociclista experiente, há que afinar o set up mental durante alguns quilómetros para entender o que está em causa. E o que está em causa é uma 125cc pontuda, com potência e binários máximos a surgirem para lá das 8000 rpm, uma caixa desinteressante – primeira demasiado curta, sexta demasiado longa – uma ciclista irrepreensível, posição de condução muito agradável, conforto surpreendente, suspensões e travões que são um mimo, tudo num “pacote” geral que ganha de goleada a batalha urbana (em certos momentos mais dinâmica mesmo que uma simples scooter), naturalmente o terreno de eleição desta nova miúda cá do bairro. 

Já o disse em outras ocasiões e voltei a afirma-lo, de forma subentendida, aqui (link) no post que lançava esta Prova. As novas gerações de motociclistas são bafejadas com uma sorte do caraças. Há quase trinta anos, os putos de dezasseis, dezassete anos da época iam amar uma mota assim. Resta saber onde andam os putos de hoje em dia… (enfiados num qualquer quarto a jogar uma patética consola….?!?!).

Como todos saberão, a qualidade paga-se, e os 4.390€ pedidos para meter esta Honda CB125R “debaixo do braço” pode não ser um valor convidativo. Ao contrário do consumo. Apenas três litros de líquido inflamável por cem quilómetros de cidade e arredores que num ápice são ultrapassados.

domingo, 6 de maio de 2018

Tertúlia do Escape – Edição Primavera

Tertúlia. É, na sua essência, uma reunião de amigos, familiares ou simplesmente frequentadores de um local, que se juntam de forma mais ou menos regular, para discutir vários temas e assuntos. 

Nas Tertúlias do Escape pretende-se discutir motas, motociclismo e viagens. À maneira antiga. Longe dos teclados, cara a cara e com uma cafezada por companhia. 

A primeira Tertúlia do Escape, aconteceu no fim do Verão passado (link). Já no Outono tivemos uma segunda edição (link). De forma algo surpreendente o salto qualitativo e quantitativo deu-se já em pleno inverno (link). Quase meia centena de tetulianos deram-nos o prazer da sua visita e aproveitaram para conhecer a nova Triumph Tiger 1200. 

Na altura novo encontro ficou prometido para a primavera. O prometido é devido e fechamos assim o ciclo das estações. A quarta Tertúlia do Escape vai acontecer já na próxima quarta-feira dia 9 de Maio, a partir das 20h30 no Espaço Rod’aventura, Avenida da Quinta Grande nº10-A, 2610-159 Alfragide - uma loja de acessórios de excelência e referência na Grande Lisboa, mas também um Espaço onde os motociclistas se podem reunir confortavelmente. 


E voltará a haver novidades. Para além da hospitalidade da Rod’aventura, a Tertúlia do Escape volta a ter a honra de contar com a colaboração da Triumph Portugal e do seu Director de Vendas e Marketing, Vítor Sousa. Desta feita não teremos uma mas sim três novíssimas e sedutoras Tiger 800 que serviram de mote a um belo serão de Motociclismo. 

Estão todos convidados. Aproveitem o regresso do tempo seco e de noites mais amenas. No dia 9 de Maio venham de lá encher o Espaço Rod’aventura. Todos são bem-vindos!

quinta-feira, 3 de maio de 2018

A propósito da Prova à Honda CB125R

Vou contar uma pequena história. Prometo ser breve. 

Nasci em 1972. E até meados dos anos oitenta nunca liguei muito a motas. A paixão pelo motociclismo não nasceu comigo, confesso. E lá em casa era mesmo altamente desaconselhada. Mas sempre gostei de motores, o gene de “petrolhead” estava presente. Só quando alguns amigos do liceu começaram a aparecer coma as Yamaha DT, RZ. Super Sport…, com a Honda NSR, comecei a sonhar com motas. E aquela segunda metade dos anos oitenta acabou por se tornar nos maravilhosos anos das “cinquentinhas”. 


Com muita dificuldade, esses mesmos amigos, lá me convenceram a ficar com a “mota do David”. Uma Confersil Cross Especial, mais ou menos destruída, que montava um motor Casal com caixa de cinco velocidade, forquilha dianteira Tabor, e um escape tipo megafone que à noite acordava meia Mouraria. 

Juro: foi um pesadelo aprender a andar de mota naquilo! Eu passava a vida no chão e a mota na oficina. Um dia encostei-a. Esteve nove meses parada, ao tempo. Quase desisti. Graças à inflação da época e a alguma “esperteza saloia” vendi-a pelos mesmos cinquenta contos que a tinha comprado. Foi dos dias mais felizes da minha vida. 

Não sei precisar quando foi esse dia, mas foi algures na primavera de 1991, faz agora vinte e sete aninhos. E nesse tempo, fins de oitentas, início de noventas, miúdos como eu não tinham cá acesso a “Neo Sports Café” de quadro tubular, forquilha invertida de 41mm, iluminação LED, instrumentos LCD, injecção electrónica e travões de disco com ABS de dois canais. Nem nos meus, nossos, melhores sonhos podia surgir algo parecido à nova Honda CB125R…

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Moto Talks #2

Já vos tinha dito que não está fácil acompanhar a cena motociclistica em Lisboa? Já, não já (link)! Hoje Repito. 


Em Novembro passado, com o objectivo de dinamizar o panorama cultural de Lisboa, em especial as motos, mas também as artes, eventos e lazer, nasceu o Riders Social Club com “sede” no lindíssimo espaço da Officina Moto. Hoje, o Riders Social Club promove aquela que é já a segunda sessão do Moto Talks. 

O quê? Como? Quem? Quando?

Se no Moto Talks #1 tivemos a oportunidade de debater os temas que nos são queridos de uma perspectiva veiculada por alguns dos maiores nomes da imprensa especializada, desta feita, e para além das presenças do Moto Talks #1, teremos o privilégio de abordar as mesmas questões do ponto de vista político. Para tal, contamos com a presença dos motociclistas Miguel Tiago, Rodrigo Ribeiro e Carmona Rodrigues. A não perder!

É já hoje a partir das 18h.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Nova Honda PCX 125 2018 apresentada hoje em Madrid

Foram hoje conhecidos os retoques que a Honda fez à popular PCX. A comunicação social confere eco disso mesmo mas não refere tudo. Passem pelo sítio do Espirito Honda (link) se são tão fãs como este Escape da ágil scooter nipónica. Ou…, fiquem com os destaques do Escape em modo sms – e já agora em itálico, assim manda a boa educação quando se copia comunicados de imprensa… 


Novo quadro duplex tipo berço de tubos de aço, novas jantes e pneus, e uma suspensão traseira melhorada. Agora, os travões têm ABS e o motor produz mais potência. Nova caixa do filtro do ar e também às novas alterações na admissão e no escape, mas sem nunca sacrificar a gama de baixa rotação. 

Mais liberdade para o condutor se movimentar, maior capacidade de arrumação debaixo do banco e instrumentação nítida com iluminação de LEDs, complementando a iluminação também de LEDs à frente e atrás. 

A capacidade interna do compartimento de arrumação debaixo do banco aumentou 1 litro e tem agora 28 l, mas sem necessidade de aumentar a largura da scooter, albergando facilmente um capacete integral. O manual de instruções da scooter e o kit de ferramentas estão agora localizados na parte de baixo do banco. 

Os pneus são mais largos, 100/80-14 à frente e 120/70-14 atrás (antes, 90/90-14 e 100/90-14, respectivamente) o que, em combinação com as novas jantes, assegura uma maneabilidade mais leve e contribui para a redução dos consumos, graças à menor deflexão dos pneus. 

Amortecedores traseiros recolocados no quadro, estando agora mais para trás; as suas molas têm constante tripla (em vez de dupla) permitindo uma condução é mais suave, seja nas irregularidades das estradas da cidade ou nas vias rápidas. 

O sistema travagem é assegurado por um disco de 220mm na frente e tambor de 130mm na traseira. O ABS de um canal actua ao travão dianteiro. 

O motor eSP SOHC de 125 cm³, duas válvulas e arrefecimento por líquido da PCX125 com mais potência a alta rotação e melhor nas performances na gama de alta velocidade – mas sem perdas de binário a baixa rotação. Agora, o pico de potência aumentou 0,3 kW, para 8,99 kW às 8.500 rpm, com pico de binário de 11,8 N•m a aparecer às 5.000 rpm. 

A caixa do filtro do ar tem agora mais 1 litro de volume em relação ao design anterior (isto foi conseguido pelo deslocamento para trás dos amortecedores traseiros). A admissão está posicionada à esquerda e as revisões ao nível da localização e do perfil dos componentes internos permitiu encontrar o trajecto de admissão o mais suave possível. 

O sistema Idling Stop consegue "ler" o estado de carga da bateria e desactiva-se automaticamente para evitar descarregá-la em demasia. A bateria é uma unidade YTZ8V de longa duração. 

A PCX125 de 2018 vai estar disponível em quatro opções de cor: Branco - Pearl Cool White; preto - Pearl Nightstar Black; cinza Mate - Matt Carbonium Grey Metallic e vermelho - Pearl Splendor Red.

domingo, 11 de março de 2018

Honda CB650F à prova

Há quem diga que as nossas percepções condicionam as nossas emoções. O problema é quando as nossas percepções se encontram erradas. Dá mau resultado. Por outras palavras, os nossos preconceitos e pré conceitos condicionam amiúde os nossos juízos de valor.

Filosofias à parte…, confesso não ter ficado por ai além emocionado com perspectiva de provar esta CB650F. Quando o responsável da marca se despediu de mim disse, “vais gostar, Pedro” – devo ter encolhido os ombros, acho que ele diz sempre o mesmo de todas as motas…

Como sempre faço, fito com o olhar a mota ainda parada. Para além do tal um brasão de família de que vos falei aqui (link), perante as linhas docemente bem vincadas, os meus olhos dizem-me estar perante uma mota de ar agressivo mas suave; bruta mas sedutora, aguerrida mas simpática. Algo parecido com um “transformer” fofinho. Estarei a delirar? 

Repito, estas novas “lutadoras de rua”, como lhes chamam, não me emocionam a olho nu. Monto, encaixo e arranco. Primeira surpresa: posição de ataque, que nos coloca imediatamente em modo alerta para a tal luta urbana e suburbana. Ataque mas num encaixe perfeito e confortável. Terá sido feita para mim? Todavia, os primeiros quilómetros no sempre perigoso e aborrecido IC19 não me revelaram grandes emoções. Foi preciso encontrar tempo para convida-la a passear…

Já “na minha” clássica volta pelas estradas tortas a norte de Lisboa, rapidamente se dá a revelação da natureza desta CB650F. É como se…, num passe de magia, eu estivesse a sair com uma miúda vinte anos mais nova. Uauuuu…, a “chavala” é desassossegada, rápida e muito ágil. “Pula” de curva em curva com eficácia e personalidade. Faz se notar sem ser vulgar. 

Não sou fá dos “quatro em linha”. Aborrece-me alguma lentidão a baixa rotação, entedia-me o clássico poço de potência – aqui algures das 3000 rpm – e não me fascina o coice quando binário e potências máximas chegam enfim ao solo impulsionando-me para diante. Mas no caso deste moderno tetra cilíndrico todas estas arestas estão polidas. Assim que assimilamos a natureza da unidade motriz tudo é divertido, fascinante a espaços.

Sabem com o que fiquei a sonhar? Estoril! Levar a “pita” para o circuito. A disponibilidade e frugalidade desta “seiscentos” é tão grande que até um motociclista comedido como eu fica a salivar com dias de pista. 

Para além da “frescura” do indicador de mudança engrenada, um controlo de tração e uns pneus de qualidade ficam a faltar a esta Honda CB650F, credora um simpático consumo de 5,3 litros por cem quilómetros de personalidade desportiva.

Sim! Mais do que o ponto de partida aqui (link) enunciado, a personalidade desportiva é uma diagonal fulgurante oferecida pelos 7.500€ necessários para arrancar esta “Millennium Red” de um qualquer concessionário da marca da asa dourada.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Terceira Tertúlia do Escape

Três palavras: surpresa, paixão, obrigado. 

Surpresa. Quando, no final do verão passado, desafiei o Paulo para fazer isto (link), com continuidade aqui (link), estava longe de imaginar que à terceira fosse de vez. Ou seja, não imaginei, não imaginamos, o salto qualitativo e quantitativo que estes encontros informais para falar de motas, motociclismo e viagens obtivessem à terceira manifestação.

Paixão. Como o Vítor enunciou é apenas este o segredo (mal guardado) do sucesso. Uma troca de mensagens de correio eletrónico, um par de telefonemas, e estavam lançados os dados. Acaba por ser fácil fazer algo diferente quando o que nos une é a Paixão pelo motociclismo. 


Obrigado. Ao Paulo (e ao João) pela humildade e hospitalidade. Ao Vítor pela disponibilidade, honestidade e também simpatia por algumas palavras que me surpreenderam. Mas, sobretudo muito obrigado à quase meia centena de motociclistas que aceitaram o desafio, encheram a casa e participaram ativamente nesta rica Tertúlia – tudo isto só faz sentido com a vossa presença. 

Como tenho vindo a dizer neste Escape, e o Vítor sublinhou a certa altura, vender uma mota ou um acessório não tem de ser apenas um mero negócio. Deverá ser sempre muito mais do que isso porque o motociclismo é: espanto, paixão e agradecimento. 

A Tertúlia do Escape voltará em breve. Provavelmente, algures na primavera. Já não falta muito. Até lá: andemos de mota!

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Tertúlia do Escape - Edição inverno

Tertúlia. É, na sua essência, uma reunião de amigos, familiares ou simplesmente frequentadores de um local, que se juntam de forma mais ou menos regular, para discutir vários temas e assuntos. 

Nas Tertúlias do Escape pretende-se discutir motas, motociclismo e viagens. À maneira antiga. Longe dos teclados, cara a cara e com uma cafezada por companhia. 

A primeira Tertúlia do Escape, aconteceu no fim do Verão passado e foi um momento muito engraçado, como podem ler aqui (link). Já no Outono tivemos uma segunda edição igualmente surpreendente (link). 

A terceira Tertúlia do Escape vai acontecer já na próxima quarta-feira dia 21 de Fevereiro, a partir das 20h30 no Espaço Rod’aventura, Avenida da Quinta Grande nº10-A, 2610-159 Alfragide - uma loja de acessórios de excelência e referência na Grande Lisboa, mas também um Espaço onde os motociclistas se podem reunir confortavelmente. 


Mas, atenção, há novidades. Os planetas alinharam-se e vamos ter, desta vez, um momento diferente. Os tertulianos vão poder conhecer a novíssima Triumph Tiger 1200. Mais do que isso, a mesma será a todos apresentada por Vítor Sousa, Director de Vendas e Marketing da Triumph Portugal. Rigorosamente a não perder. 

Estão todos convidados. No dia 21 de Fevereiro, todos são bem-vindos!

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Máxima participação máxima responsabilidade

Amanhã é dia de fazer ver ao Ministro Cabrita que não pode mentir descaradamente, intoxicando a opinião pública com informações falsas sistematicamente contrariadas pelos estudos científicos e pelas estatísticas. 


Participação é o que se pede a todos os motociclistas, sem excepção, nas várias demonstrações que vão ser efectuadas de Norte a Sul (e ilhas) deste nosso Portugal. 

Participação mas também responsabilidade. Os motociclistas querem ser notícia pela sua opinião relativamente à luta pela verdade e na defesa dos seus Direitos, Liberdades e Garantias. Os motociclistas não querem ser “a” notícia. Não sei se me faço entender…

Deixo vos ainda, uma pequena parte do Manifesto a entregar na Assembleia da República. 

1 - O Governo não pode analisar a evolução do número de sinistros sem considerar a evolução do universo em que estes ocorrem. 
2 - As metas impostas para o número de vítimas na estrada devem acompanhar a evolução do universo onde estes ocorrem. 
3 - O governo não deve ignorar os factores causais dos sinistros, sob pena de continuarmos a ter um crescente número de taxas e regras que apenas aumentam o custo da mobilidade e a "caça à multa". 
4 - A sinistralidade rodoviária não deve justificar medidas que não se relacionem com a sua prevenção.
5 - Medidas preventivas devem centrar-se ao nível dos principais ingredientes causais.
6 - Há que ser realista e perceber que existe relação directa entre o número de sinistros e o número de veículos em circulação e, mais importante ainda, o número de quilómetros percorridos.
7 - Não é a tirar proveito dos problemas que estes se resolvem, mas a identificar as reais causas e a encontrar as soluções que as previnam.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Manifestação Nacional no dia 18 locais e horários

Foi divulgada na pagina de facebook do Grupo de Acção Motociclista a informação que todos desejavam. 

Pelas 15 horas vamos mostrar um cartão amarelo ao ministro Cabrita

PORTO - Av. dos Aliados 
LISBOA - Praça do Rossio 
FARO - Largo de S. Francisco 
FUNCHAL – Av. Sá Carneiro 
PONTA DELGADA – Praça Gonçalo Velho (Portas da Cidade) 

De todos estes locais a manifestação de motociclistas partirá para um percurso dentro das cidades, durante os quais haverá intervenção pública (discursos) dos seus promotores. Em Lisboa durante a manifestação, será entregue na Assembleia da Republica a representantes de todos os grupos parlamentares um “Manifesto Motociclista”, onde estarão expressas as razões desta jornada de protesto contra as medidas anunciadas pelo Ministro da administração Interna. Esse mesmo “Manifesto Motociclista” será entregue também no Ministério da Administração Interna. 

No “terreno” estarão presentes membros do GAM e de clubes locais a organizar as manifestações. Vamos expressar junto da opinião pública, órgãos de informação e governantes, as nossas preocupações relativas ao aproveitamento da sinistralidade dos motociclistas por parte do governo, para justificar medidas que nada contribuem para a segurança rodoviária; nomeadamente, as Inspecções periódicas obrigatórias e a obrigatoriedade de possuidores de Licença de Condução B (ligeiros) tirarem Licença de Condução A1 para conduzirem scooters e motos até 125cc . O GAM tem publicados nesta página estudos e dados estatísticos que suportam a nossa tomada de posição. 

Os cidadãos/motociclistas deste país sabem que os argumentos da sinistralidade e segurança rodoviária, que até agora foram usados pelo Ministro da Administração Interna, são falsos e apenas visam a viabilização de negócios que irão penalizar e até condenar o uso da moto e a mobilidade nos grandes centros urbanos. 

Os sucessivos governos não podem continuar a usar a sinistralidade rodoviária para justificar medidas que nada têm a ver com as verdadeiras causas dos acidentes e que apenas irão penalizar economicamente os motociclistas. Vamos expor publicamente a forma como os dados da sinistralidade têm sido aproveitados e manipulados pelas entidades que gerem o negócio da sinistralidade. Vamos acabar com a mentira com que nos querem impor as inspeções! A moto que o leva a passear ou para o trabalho, precisa agora que a leve à manifestação. Chegou o momento de, uma vez mais, nos unirmos contra esta farsa. Em nome das vitimas da estrada, não vamos permitir que as usem para nos taxar!

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Moto Clube de Faro questiona ministro Cabrita e apela à união dos motociclistas

O Moto Clube de Faro, um dos mais importantes Clubes nacionais, acaba de emitir um comunicado publicado na sua página de facebook, onde deixa algumas questões ao MAI ao mesmo tempo que deixa bem claro o seu apoio à manifestação do próximo dia 18. À vossa atenção… 

O Moto Clube Faro vem através da presente comunicação, demonstrar total reprovação às recentes declarações proferidas pelo Sr. Ministro da Administração Interna, Dr. Eduardo Cabrita, respeitantes a hipotéticas alterações à chamada “lei das 125”, inspecção das motos, e redução da velocidade para 30 km/h em zonas habitacionais, como medidas aptas para reduzir a sinistralidade em Portugal. 

As infelizes declarações, não só demonstram um desconhecimento total da matéria, por um lado, como por outro, ultrapassam o surrealismo da realidade no mundo das duas rodas, e do que se passa nas estradas em Portugal. 

A título meramente exemplificativo… Sobre a actual pista de motocross do Algarve, a quem chamamos de Via do Infante, ou do piso, da sinalização obsoleta, deficiente e/ou inexistente nas nossas estradas, ou mesmo o que dizem os especialistas e as estatísticas sobre a realidade dos sinistros que envolvem motos, falar para quê, não é Sr. Ministro?!... 

Lamenta-se também a carga sensacionalista dada pelos órgãos de comunicação social que após tais declarações, transmitiram em todas as vias de comunicação social os sinistros que envolviam motos, enfatizando e germinando alarme social sobre o tema. 

Desta feita, gostaríamos de perguntar ao Sr. Ministro o que tem a dizer sobre as estatísticas apresentadas pela ACAP (Associação Automóvel de Portugal), a ANSR (Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária), e a ASF (Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões), onde demonstram que desde 2009 existe um decréscimo record de sinistros envolvendo motociclos em Portugal; ou o impacto que a lei das 125 teve no estrondoso numero de motociclos novos comprados em Portugal desde 2015; ou ainda, que debate existiu, e com que entidades, sobre o assunto das inspeções às motos, para proceder à realização das mesmas…? 

Sr. Ministro, em consequência do seu inexplicável silêncio, após as suas estrondosas afirmações, dia 18 de Fevereiro, as motos irão para ruas demonstrar a desilusão e o descontentamento, da falta de respeito e seriedade sobre o tema demonstrado. 

Nunca é demais relembrar, que entre outras, Motociclismo é sinónimo de liberdade e união!

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

A propósito da prova à Yamaha Tricity

Há coisa de um ano “ganhei” uma vizinha nova. Sorte do caraças. Porque é uma mulher bonita, simpática, inteligente e, digamos, muito agradável. No verão passado, um dia ao me encontrar na garagem vindo da praia, veio meter conversa comigo “por causa das motas”. Era a minha deixa… 

Não entrando em pormenores, digamos, mais pessoais, podemos dizer que foi o início de uma bela amizade… e, sim, se é mesmo isso que querem saber…, a minha vizinha já anda de mota. 

Esta é a Yamaha Tricity da minha vizinha. 

Naquele fim de tarde/inicio de noite no verão passado a C., chamemos-lhe assim, veio ao meu encontro porque tinha estado de férias uns dias em Barcelona e Paris e ficou espantada com a quantidade de “motinhas”- como ela carinhosamente lhes chama – que tinha visto. Umas “motinhas” em especial tinham chamado a atenção de C. Aquelas “fofinhas de três rodas”, mas “como não percebo nada do assunto, o Pedro quer passar depois do jantar lá em casa para tomar um café e me dar umas dicas?” Ui…, de repente era Natal em Agosto. Chega de romance que vocês não estão aqui para ouvir “histórias da carochinha”… 

A C. decidiu-se pela Yamaha Tricity e não foi fácil encontrar alguém disponível a lhe vender uma. Isso, leram bem. Só para fazer um pequeno “drive test” esperou quase dois meses. Finalmente quando andou na mota, gostou e quis avançar para o negócio. Perante as diferentes hipóteses acabou por ficar com uma usada “mais ou menos de serviço” de 2014, com cerca de 8000km que foi devidamente (ou quase) recondicionada – como se diz agora – por um concessionário Yamaha em Lisboa. Todo este processo demorou quase três meses. Quem vende motas tem de compreender que a decisão de compra de um motociclo é algo “gasoso”. Para ontem ou no máximo para já. Não faz qualquer sentido perder três meses “de verão” à espera de uma mota de 125cc que há-de vir. 

Como todos sabemos, ou devíamos saber, não há almoços grátis. Muito menos cafezinhos em noites quentes de Agosto em casa de vizinhas bonitas, simpáticas e inteligentes. 

Adivinharam…, tenho sido eu a tratar deste primeiro envolvimento da C. com as duas rodas, três na verdade. Mas nem tudo é mau…, muito pelo contrário. Combinei logo com a C. que em breve me tinha de emprestar a Tricity para uma prova mais cuidada. A C. é generosa e deixou me mesmo ficar com a segunda chave da mota, “anda quando quiseres, Pedro”. Há mulheres assim, que sabem como cativar um motociclista…

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Manifestação Nacional de Motociclistas a 18 de Fevereiro

Em manifesto publicado na sua página na rede Facebook o Grupo de Acção Motociclista (GAM) convoca todos os motociclistas para uma grande demonstração nacional. Segundo o GAM: 


O governo não deve analisar a evolução do número de sinistros sem considerar a evolução do universo em que estes ocorrem. 

As metas impostas para o número de vítimas na estrada devem acompanhar a evolução do universo onde estes ocorrem. 

O governo não deve ignorar os factores causais dos sinistros, sob pena de continuarmos a ter um crescente número de taxas e regras que apenas aumentam o custo da mobilidade e a "caça à multa". 

A sinistralidade na estrada não deve justificar medidas que não se relacionem com a sua prevenção. 

Medidas preventivas devem centrar-se ao nível dos ingredientes causais. 

Há que ser realista e perceber que há uma relação directa entre o número de sinistros e o número de veículos em circulação e, mais importante ainda, o número de quilómetros percorridos. 

Não é a tirar proveito dos problemas que estes se resolvem mas a identificar as reais causas e a encontrar as devidas soluções. 

Os moldes como será organizada a manifestação (locais e horas) serão divulgados brevemente. 

Vamos para a estrada!

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

“Malta, aqueçam os motores...”

É desta forma que que o Grupo de Acção Motociclista (GAM) se despede no seu mais recente texto na sua pagina de facebook. Isto significa exactamente o quê? Oiçamos o GAM.

Mortes para proveito próprio! 

Todos sabemos e concordamos que a questão das mortes na estrada é um problema grave. Também sabemos, e bem, o quanto estas mortes têm servido para justificar medidas que em nada se relacionam com a causa e em tudo se relacionam com taxar. 

Ao contrário do que se procura fazer notícia, de que “cada vez as motos matam mais”, as estatísticas afinal revelam o contrário. A evolução do mercado e os sinistros revelam uma tendência inversa desde há mais de duas décadas, ou seja, cresce o número de motos nas estradas e diminui o número de vítimas. Sim, houve um aumento pontual em 2017 acentuado sobretudo pelo decréscimo registado em 2015 e 2016. 


Será esse aumento pontual o reflexo de termos tido um ano sem chuva e assim com muitos mais kms feitos de moto? Estará esse aumento relacionado com o maior aumento de vendas de motos dos últimos 7 anos e consequente aumento de motos a circular? 

Como já seria de esperar, representantes das escolas de condução e dos centros de inspecção, foram os primeiros a tirar proveito das mortes para, uma vez mais, regressarem à praça pública com a ideia encalhada de que os seus negócios irão resolver o problema. 

Não aceitamos que usem o falso argumento da segurança para nos taxar. Essa musica já está gasta e já todos vimos o que realmente está em jogo. 

Malta, aqueçam os motores... 

Sejamos claros, os Motociclistas têm (e vão com certeza!) dar a resposta adequada á farsa que tem vindo a ser montada na comunicação social (link) e que agora parece querer ser acolhida pelo Governo. 

Como em anos que já lá vão, vamos ter de mostrar uma vez mais quantos somos e do que somos feitos. Querem luta? Então vamos para a Estrada!
Site Meter