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terça-feira, 19 de julho de 2016

Chegaram as raposinhas

O Escape confessa. Por vezes sente-se algo só e abandonado no espaço blogosférico. Meio a zombar, o Escape até costuma apresentar-se como “o melhor blogue português sobre motas, motociclistas e motociclismo…, até porque não há outro…”.

Que me perdoem os demais camaradas motociclistas que usam esta forma, a de blogue, para comunicar mas…, aqui a forma não faz o conteúdo, muito menos a essência. Existem outros sítios na Rede que se apresentam como blogue mas…, ou são intermitentes, assim tipo pisca-pisca, ou são meros repositórios de palavras, imagens, coisas e cenas. O blogue, para o ser, terá sempre de ter “aquele” cunho subjectivo ou mesmo pessoal. 

É o que nos prometem as Foxy Riders (link). “4 mulheres, muito diferentes, inconformadas, que se riem das adversidades e que optam sempre pelo caminho menos trilhado. Das nossas estranhezas, das nossas paixões, das nossas fixações nasce as Foxy Riders. Uma nova geração de motociclistas do sexo feminino que encontram inspiração umas nas outras através de um conjunto compartilhado de ideais: a aventura, o companheirismo e a liberdade de percorrer a estrada em cima de uma moto”. 

O Escape dá as boas-vindas às raposinhas e fica contente por estar mais acompanhado nesta estrada blogosférica. Perseverança precisa-se. Boas curvas, miúdas!

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Às bancas povo das motas


Este Escape tem o enorme prazer de colaborar, ainda que de forma humilde, na REV #34. “Estradas do Amanhã” é o texto escapista que ali podem encontrar; um texto que tenta relatar um dia diferente, um dia no BMW Motorrad Riding Experience do passado més de Maio. 

Razões não faltam para lermos a REV. Esta…, é apenas mais uma. E logo na “edição Kevin Schwantz”. 

Rateres…, que orgulho, pah!!

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Quarenta e quatro voltinhas ao sol completadas

Fui reler o post que tinha escrito aqui (link), precisamente neste dia mas do ano passado. Honestamente, gostei! 

Este ano diria…, não me sinto tão inspirado. Mas não “estou coiso”. De facto, tal como desejei há trezentos e não sei quanto dias, não me tem faltado na vida honesta paixão. 

Nos próximos trezentos e não sei quantos…, dou o braço ao Miguel. Salto para cima daquela coisa que ele tão bem conduz aos fins-de-semana por esse mundo fora e…, ai vamos nós orgulhosamente a carregar o dorsal 44! 

Coincidências…


quarta-feira, 1 de junho de 2016

O Escape hoje acordou assim… #8

No Dia Mundial da Criança..., nada melhor do que "receber" um brinquedo novo..., uma seven fifty que vai dar muitoooooo que falar aqui no Escape...

segunda-feira, 30 de maio de 2016

A propósito da prova à Honda NC750X 2016 DCT ABS

Quando ir a Espanha era..., épico. 
No século passado, entre 1994 e 1998, tive uma Honda NTV 650. A minha segunda mota. À época, apesar de já trabalhar, era a mota possível. E desejável, em bom rigor. 

A NTV, para além de ter nome de canal de televisão nipónico, era uma mota espartana. Uma utilitária de média cilindra com pretensões de turismo “low cost” - na época esta expressão não se utilizava. Em bom português, a NTV era um belo “charutão”. Uma mota frugal com 57cv, 56Nm e pouco mais de 210 Kg., tecnologicamente do mais simples possível. Andava pouco e vinha equipada com um quadro apenas suficiente, suspensões básicas e “abrandões”. Bailava a curvar e torcia-se para parar. Tudo apenas suficiente, é certo mas…, nesse período aviei-a com cerca de noventa mil quilómetros. 

As novas gerações de motociclistas nem sonham a sorte que têm ao ter ao seu dispor uma mota como a Honda NC750X 2016 DCT ABS – tentarei explicar melhor o que quero dizer num texto futuro…

[Na imagem, a minha Honda NTV 650 na companhia da Yamaha XJ 600 do meu querido amigo e apaixonado pelas motas Paulo Moniz - hoje responsável pela Rod'aventura, excelente espaço de acessórios e equipamento]

domingo, 29 de maio de 2016

Duzentos…



Com pouco mais de um ano e um mês de vida, o Escape atinge a marca da sua “raterada” número duzentos. Bolas…, é obra. Com um pouco de exagero…, é caso para dizer que já vi revistas de motos durarem menos tempo… 

Com aqui escrevi (link), na sempre difícil fase inicial da vida de um blogue: “a principal medida de sucesso deste blogue é o prazer que retiro em construi-lo diariamente. Neste sentido, o Escape Mais Rouco é um inegável sucesso”. Nem mais… 

Muito obrigado a todos os que por aqui vão passando, em especial aos (já) mais de seiscentos que fazem o favor de “gostar” da pagina facebookiana deste Escape (link).

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Bailando no Oeste


Os planetas alinharam-se e o Escape fez por aproveitar.

Ao facto de ter na minha posse a Honda NC750X, juntou-se o dia feriado. A estes juntou-se um tempo meteorológico absolutamente perfeito para andar de mota: nem frio, nem calor, sol delicioso e céu imaculadamente limpo. A tudo isto foi fácil adicionar as óptimas estradas do oeste nacional, nesta primavera, emolduradas de colinas de um verde épico, quase neozelandês, bem como o permanente cheiro a flores e o intenso odor a vinha fresca e jovem. 

Não foi necessário mais para passar uma rica tarde a bailar no asfalto do oeste. Não desesperem pela prova à NC750X…, logo, logo darei aqui no Escape nota da mesma. 

Hoje queria apenas destacar a pequena viagem: deliciosa!

terça-feira, 24 de maio de 2016

O Escape em modo Candy Arcadian Red



Candy Arcadian Red. É musical. Soa bem. Numa possível tradução literal: rebuçado arcadiano vermelho. Em bom português, doce mota encarnadinha. Isso mesmo! 

Na verdade, Candy Arcadian Red, é o nome técnico da cor desta Honda NC750X 2016 DCT ABS. E quis o destino que esta encarnadinha, bem bonita por sinal, fosse escolhida para uma primeira prova mais completa, aqui no Escape. 

Do resultado de tal prova irei dar conta em textos num futuro breve. Agora é tempo de…, escapar; até porque, já com mais de cem quilómetros rodados, o computador de bordo indica uns “patéticos” 3.8l./100Km. É de aproveitar, não….?

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Motociclismo de paróquia

Liberdade e equilíbrio..., princípios básicos do motociclismo
Todos aqueles que fizeram a sua formação enquanto motociclistas, no final dos oitentas, princípio dos noventa, cresceram, tal como eu, num contexto de escassez e de proximidade. 

Por um lado escassez; escassez de motas, escassez de motociclistas e escassez de motociclismo. Por outro lado, proximidade; proximidade das poucas motas que existiam, proximidade entre aqueles que partilhavam a mesma paixão e na forma como ela se revelava. 

Naquele tempo, por exemplo, bastavam os dedos de uma mão para contar os moto clubes ao redor da Região de Lisboa. Esperávamos meses pelo próximo encontro ou evento e o acesso à informação era avidamente partilhado entre todos, nem que fosse o empréstimo daquela revista estrageira que por sorte alguém tinha arranjado. 

Talvez por tudo isto, o chamado “moto clube da praceta” nunca foi a minha praia. Também nunca fui grande adepto de clubes monomarca, clubes monomarca e monomodelo, clubes monomarca, monomodelo e mono cor de burro quando foge. 

Hoje…, quaisquer cinco mil euros (mil contos em moeda antiga) compram uma belíssima mota usada, de cilindrada abastada, que faça com segurança, economia e eficácia uns milhares de quilómetros anuais. Hoje…, o acesso à informação é o que sabe…, computadores, internet, e internet no telefone esperto é coisa que abunda. 

Seria suposto estramos todos mais informados, satisfeitos e próximos. Sim? Não! O que observamos é um crescente surgimento daquilo que podemos chamar por motociclismo de paróquia. 

O motociclismo de paróquia traduz-se por uma balcanização crescente do espaço e das ideias. Todos querem ter o seu pequeno círculo, todos querem ter o seu pequeno clube, todos querem ter o seu pequeno evento, todos querem bajular a sua querida mota – a melhor do mundo, sem dúvida. Todos querem ter o seu pequeno quintal ou logradouro, onde possam ditar a sua “lei”. A ausência de espirito crítico é notável e notório; e quem não partilha do mesmo espaço ou ideias é ostensivamente ostracizado. 

Motas e motociclismo são sinonimo de Liberdade. Liberdade de associação, sem dúvida. Mas Liberdade implica respeito e educação. Liberdade implica reconhecimento da diferença. Liberdade implica soma e não subtracção. Juntos seremos sempre mais fortes, mais ricos e mais uteis.

Pensem nisso, preferencialmente, andando de mota…

domingo, 3 de abril de 2016

“Portanto, eu não sei fazer nada disto”

O que é isto oh Cager?!? Ah..., ok..., estamos conversados...
Ponto prévio, eu pertenço a uma geração de motociclistas que foi “formada” em doses mais ou menos iguais – a ordem dos factores é arbitrária - por: outros motociclistas mais velhos e vividos, conversas de café com os amigos que se iam fazendo e tinham a mesma paixão que nós, imprensa especializada.

Havia o Tó, o Nuno, o João; a Delta, a Evian a Mexicana e a Vela Latina; os jornalistas que escreviam na MotoJornal e mais tarde na MOTOCICLISMO, pessoas com rosto assinando o que escreviam com o seu nome. Facilmente se compreende que nesse tempo não havia computadores pessoais, internet e muito menos nicknames

Vamos ao que interessa. Já por diversas vezes tinha tropeçado nalguns vídeos mais ou menos cómicos de um fulano a andar de moto e a falar ao mesmo tempo. A propósito da nova Africa Twin, voltei-me a cruzar com um vídeo desse camarda. Começo a ver o vídeo em causa, denominado “Africa Twin Review Offroad e Testdrive” (link) e ao fim de cerca de um minuto oiço aquela voz dizer alto e bom som: “portanto, eu não sei fazer nada disto”. 

Parem as máquinas! Mas que raio…, estou eu aqui a perder o meu rico e santíssimo tempo – o vídeo tem quase trinta minutos – a ver algo feito por uma pessoa que logo no início grita: “eu não sei fazer nada disto”! Ok…, ao menos o rapaz é honesto…! Finalmente, interessei-me pelo tal “Cager on Two Wheels”. 

Sejamos claros…, não faço a menor ideia quem será o tal Cager. E se existe um Cager qualquer que quer fazer aquilo por mim tudo muito bem. Sou um liberal. Haja liberdade. Liberdade até para a parvoíce.

O pior é o resto. E o resto é um individuo que diz nos comentários desse vídeo: “Belo vídeo, muito bom mesmo!”. E outro: “Cager será que podia um dia destes fazer uma review e um test drive da suzuki gsxr 600?” Mau…, vou à página FB do tal Cager e aparece ainda outro: “Cager, o que pensas da Scooter da Yamaha NMax para fazer a IC19?”

Oh meu Deus…, então esta gente…, estes “motociclistas” andam a elogiar e pedir conselhos a um outro motociclista que afirma sem pudor no seu “trabalho” “eu não sei fazer nada disto”? Há aqui algo de tremendamente errado. Perigoso, até. 

Cada um faz o que quer e espalha na Web o que bem deseja – exemplo disso mesmo é este Escape. Mas cuidado com o que consumimos! Haja espirito crítico. O Cager até é um rapaz honesto, ele assume que não sabe fazer nada daquilo. E aquilo é algo a que ele chama “Review” e Testdrive”.

Nuno, Evian e velhinha MotoJornal…, saudades vossas. Muitas!

terça-feira, 29 de março de 2016

Sem perder o entusiamo…

As palavras são importantes. E não foi seguramente ao acaso que puxei as palavras do velho Sir aqui para o canto superior direito, logo abaixo do cabeçalho. O sucesso é isto mesmo: “ir de fracasso em fracasso sem perder o entusiasmo". 

Este Escape decepciona-me neste novo ano. Novo? Pois… Aliás, quem tem decepcionado este Escape sou eu próprio, o seu escriba. Confuso? 

Trocos para a indispensável gasosa que faça mover o “quatro tempos” não têm escasseado…, que é como quem diz, motivos de interesse para fazer este blogue viver até estão ai de sobra. Tem faltado, sobretudo, disciplina para colocar o motor em marcha. E neste momento, Winston Churchill coloca o seu capacete e calça as suas luvas. 

Chega disto, tempo de voltar a “dar ao kick” e pôr este o Escape a roncar.

Fosse Winston Churchil motociclista e teria, certamente, gostado de lutar pela Liberdade aos comandos deste velha Norton

sábado, 26 de dezembro de 2015

Boxing Day no próximo Oeste

Escapar…, nada melhor do que uma “voltinha saloia” para ajudar à consolidação das calorias exageradamente ingeridas nos últimos dias. 

Apesar dos seus seis meses de vida, esta foi apenas a primeira voltinha do género, excetuando a necessária rodagem. 

Varias coisas: contínuo a não gosta do conforto da Crosstourer; continuo a adorar o DCT. Continuo a não gostar da entrega de potência nalguns momentos; continuo a adorar o comportamento da mota. Pela primeira vez fiz uma pequena incursão fora de estrada num caminho lento com pedaços de areia. Estou longe de ser um “terrícola” mas não desgostei de andar longe do asfalto…, acho…, que a malta das novas Africa Twin vai adorar a versão DCT. 

Outras coisas: fim de Dezembro, dezoito graus, sol, asfalto seco e limpo e…, quase-zero motas na estrada. Esta pequena volta de cerca de 150 quilómetros, por boas e retorcidas estradas da Região de Lisboa, foi da urbe ao Oceano furioso e deste às colinas do bom vinho da Região. É um passeio curto, eclético e com alguns troços de estrada de classe mundial ao nível do divertimento na condução. Como entender então o “quase-zero motas na estrada”? Eu sei…, mas prefiro não dizer…, como prefiro não falar muito no itinerário que na sua melhor parte apresentava-se absolutamente deserto de qualquer tipo de veículos. 

Ao regressar a casa: soube-me a pouco!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

É Natal ninguém leva a mal

Só hoje, já vi dois acidentes graves. Por volta das oito horas da manhã, na saída da Ponte Vasco da Gama sentido Sul-Norte, um carro capotado em embate com um pesado; por volta das catorze horas, um ligeiro destruído no eixo Norte-Sul junto a Telheiras. 

A quantidade de pequenos toques a que assisti nos últimos dias é inacreditável.

O comportamento dos peões chega a roçar a anormalidade…, ainda há pouco duas senhoras paravam bem no centro de uma Passadeira (muito movimentada) para beijinhos e votos de Boas Festas.

Também hoje, um enlatado decidiu embirrar comigo (quase me mandando ao chão) por eu estar a circular à velocidade máxima permitida naquele segmento de “70” da CRIL. Quase “atropelado” por cumprir a lei… 

Como se costuma dizer…, anda tudo com “os cornos no ar”.

Nada justifica este comportamento acéfalo dos diferentes utilizadores da via pública na época das Festas. 

Tudo isto soa ainda mais estranho quando vens de uma semanas passadas numa terra onde todos, sublinho todos, cumprem escrupulosamente todas as regras do direito estradal. E da sã convivência em sociedade, já agora…

Dar ao kick

Pouco mais de um mês depois…, após um saboroso interregno…, é tempo de voltar a “dar ao kick”, pôr o motor a trabalhar fazendo soar este Escape. Warning..., sempre que tenha o seu veículo parado durante alguns dias não se esqueça de verificar a pressão dos pneumáticos.

Sim..., é tempo de Natal. E depois? Os anos passam e cada vez há menos pachorra para as vetustas tradições. Quando estiver enfadado de tanto doce e vinho do Porto…, daquela Tia chata que não se cala…, do barulho de criancinhas irritantes que só vê duas vezes por ano…, Escape! Escape, porque o Escape Mais Rouco escolheu precisamente os próximos dias para iniciar o regresso à boa forma.

E escape ainda…, porque as revistas andam com vontade de mostrar serviço e estão ai todas com a nova Africa Twin na capa (originalidades…), Escape porque o Dakar voltou e vai marcar indelevelmente as próximas semanas, Escape porque as novidades de Milão vão chegando, Escape porque sim.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Esta estrada é tortuosa

Algumas semanas sem escapar num interregno indesejado. 

Como diz o outro, ninguém nos disse que a vida seria fácil. E que a estrada que ela percorre seria uma doce e sensual sucessão de curvas medias, daquelas onde gostamos de rodar a um ritmo vivo, embora não demasiado rápido para que seja possível apreciar o bucolismo da paisagem. 

Todavia…, não foi ao acaso que cravei aqui ao lado as sábias palavras de Sir Winston Leonard Spencer-Churchill…, o tal que entre outras coisas mais, venceu uma guerra - a pior, terrível e mais mortífera das guerras - para no momento seguinte perder uma eleição.

Sigamos Churchill, fundamental é mesmo nunca perder o entusiasmo! 

Assim…, este Escape avança, com toda a confiança; e com a prometida publicação do texto principal que relata a minha viagem alpina do passado mês de Julho, texto esse publicado pela MOTOCICLISMO na sua edição do mês de Setembro passado. 

Porque…, vocês vão desejar fazer esta viagem!

Praga 1939, a temível Wehrmacht montada nas míticas Zundapp KS 750 ameaçavam a Europa. Precisaremos sempre de regressar a heróis da Liberdade como Churchill para vencer certas batalhas

domingo, 26 de julho de 2015

O Escape voltou

O Escape voltou. Em bom rigor já regressou há alguns dias. Mas só agora é possível reativar o blogue. 

O Escape voltou. Voltou de uma incursão mototuristica pelo sumptuoso asfalto alpino. Voltou de malas carregadas de memórias, sentidos cheios e aprimorados pelas vivências. Cheiinho de histórias para contar. Mas tudo tem o seu tempo. Estamos à beira de Agosto, auge da silly season para uns, mês que tudo acontece para outros. 

Vai ser, portanto, um regresso aos bocadinhos. Até porque parte do tempo livre que me resta será para lavrar o tal “depois muito especial” de que aqui (link) vos falei. 

Ficam, para já alguns números. Mais de sete mil e quatrocentos quilómetros de asfalto em dezasseis dias, com a Crosstourer a indicar uma extraordinária média de 5.8 litros de gasolina gasta aos cem quilómetros.

É colocar o capacete e as demais proteções. O Escape voltou…
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