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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Regresso ao Futuro parte I

Dia um do passado mês de Junho. Por um qualquer acaso do destino, Dia Mundial da Criança. A mágica luz da manhã numa “primavera-quase-verão”, em Lisboa, inunda a imagem. Os colectores de escape reflectem as pedras da calçada alfacinha e as ponteiras o azul imaculado do céu. Lá ao fundo, um jacarandá sorri. Modéstia à parte, é uma excelente composição, óptima forma de me congratular com a aquisição da minha “sevenfifty” (link). 

Na legenda, prometia ser uma mota que iria dar aqui no Escape muito que falar. Mas não falei mais dela. Aliás…, praticamente ainda não andei nela. Sabem por que diabo? A mota está, e é tão boa, tão boa, mas tão boa…, que eu costumo dizer que nem sol pode apanhar.

Ao viajar no tempo até mil novecentos e noventa e quatro para adquirir esta pré-clássica da Honda, tinha em mente a sua utilização frequente, no meu dia-a-dia, em Lisboa e arredores. Mas não! Esta é para preservar. Como se costuma dizer, vai dar todas as semanas uma voltinha ao café e pouco mais. 

Dizem os crentes serem insondáveis os Caminhos do Senhor. Pois…, isso não sei. Sei que foi preciso primeiro “ir até” mil novecentos e noventa quatro, regressar a dois mil e dezasseis, para mergulhar de cabeça em mil novecentos e noventa e dois. 

Querem vir comigo? 

(continua...)

sexta-feira, 24 de junho de 2016

O Escape em modo Millennium Red


Pequena, média, vá…., nervosa, rápida e ágil. Bonita? Questionável. Mas sedutora e disponível é certamente. Tal como segura. E simples.

Por estes dias tenho a sorte de andar a escapar em modo Honda CB500F Millennium Red. Esta divertida e económica média cilindrada nipónica.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

O Escape hoje acordou assim… #8

No Dia Mundial da Criança..., nada melhor do que "receber" um brinquedo novo..., uma seven fifty que vai dar muitoooooo que falar aqui no Escape...

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Bailando no Oeste


Os planetas alinharam-se e o Escape fez por aproveitar.

Ao facto de ter na minha posse a Honda NC750X, juntou-se o dia feriado. A estes juntou-se um tempo meteorológico absolutamente perfeito para andar de mota: nem frio, nem calor, sol delicioso e céu imaculadamente limpo. A tudo isto foi fácil adicionar as óptimas estradas do oeste nacional, nesta primavera, emolduradas de colinas de um verde épico, quase neozelandês, bem como o permanente cheiro a flores e o intenso odor a vinha fresca e jovem. 

Não foi necessário mais para passar uma rica tarde a bailar no asfalto do oeste. Não desesperem pela prova à NC750X…, logo, logo darei aqui no Escape nota da mesma. 

Hoje queria apenas destacar a pequena viagem: deliciosa!

terça-feira, 24 de maio de 2016

O Escape em modo Candy Arcadian Red



Candy Arcadian Red. É musical. Soa bem. Numa possível tradução literal: rebuçado arcadiano vermelho. Em bom português, doce mota encarnadinha. Isso mesmo! 

Na verdade, Candy Arcadian Red, é o nome técnico da cor desta Honda NC750X 2016 DCT ABS. E quis o destino que esta encarnadinha, bem bonita por sinal, fosse escolhida para uma primeira prova mais completa, aqui no Escape. 

Do resultado de tal prova irei dar conta em textos num futuro breve. Agora é tempo de…, escapar; até porque, já com mais de cem quilómetros rodados, o computador de bordo indica uns “patéticos” 3.8l./100Km. É de aproveitar, não….?

domingo, 1 de maio de 2016

Honda CRF 1000L Africa Twin DCT à prova

Já lá vão algumas semanas que o concessionário Honda Lopes & Lopes me proporcionou o prazer de conhecer a CRF 1000L Africa Twin, versão DCT. 

Sim, sim…, em primeiro lugar provei a versão de embraiagem convencional. “Equilíbrio, qualidade e harmonia”, foram os substantivos que usei aqui (link) para caracterizar a nova “namoradinha” do motociclista português. 

Provada a “DCT” não há muito mais a acrescentar do que alí vai dito, caso não fosse…, o DCT – que rica lapalissada… 

É sabido que o novo DCT dispõem de três modos S, para além do D e do manual. Evitando a comparação com outras motas equipadas com a espantosa embraiagem dupla da Honda, digo vos que o S1 foi o meu modo de eleição, quer em estrada quer para uma condução viva na urbe. O S2 foi usado em momentos de condução mais apimentada e o S3 praticamente dispensado. O D corresponderá a um diz que é uma espécie de modo “eco”. 

O DCT incrementa o equilíbrio e a harmonia da nova AT. Tornando-a ainda mais apetecível. A escolher, tendo em conta a diferença de preço, não teria dúvida de optar por esta versão.

quinta-feira, 31 de março de 2016

Honda CRF 1000L Africa Twin à prova

Contacto, teste, ensaio e prova. Entre profissionais e amadores tudo isto já foi efectuado à exaustão por todos. Não tenho pois a presunção de acrescentar nada de novo ao tema. 

Relembrando o que entendo como contacto, teste, ensaio e prova (link) não posso, no entanto, fugir ao tema. Já que estava no LOPES & LOPES para efectuar a verificação extraordinária da transmissão final da minha Crosstourer, aproveitei para provar a mais recente “namoradinha” do motociclista (aqui na versão base com ABS e vidro alto).

O que fui eu fazer… 

A nova AT é um caso serio. A aceitação e adesão à mota é tal que leva os mais experientes nisto de vender motas afirmarem: “nunca vi uma coisa assim”. Compreende-se perfeitamente “esta febre” ao conduzir a mota. Ainda com ela parada, facilmente reconhecemos que a Honda se esmerou na nova edição desta Clássica. O ar esguio e adelgaçado sugere desde logo que houve cuidado especial no equilíbrio do conjunto. Os detalhes induzem qualidade. Todo o conjunto denota harmonia. 

Equilíbrio, qualidade e harmonia. Caracteristicas que rapidamente comprovamos com a mota em andamento. Facilidade de utilização. Motor ágil. Travagem equilibrada de rápida adaptação. Suspensões eficazes. Tudo fácil. Tudo muito “handling”. Tudo muito, muito, divertido – mesmo no pequeno percurso feito fora de alcatrão.

É facílimo compreender o sucesso instantâneo da Honda CRF 1000L Africa Twin. A Honda acertou em cheio – como só ela sabe quando quer? – no conjunto. E realizou uma mota “para todos” - o que, como sabemos, não é nada fácil. De facto, a marca da asa dourada vai, facilmente, conseguir agradar a quem agora chega às grandes cilindradas vindo de categorias de aprendizagem bem como aos mais experientes que por uma ou outra razão desejam uma clássica renovada.

Mais subjectivamente ainda, permitam-me renovar o desabafo…, o que fui eu fazer…

sábado, 26 de dezembro de 2015

Boxing Day no próximo Oeste

Escapar…, nada melhor do que uma “voltinha saloia” para ajudar à consolidação das calorias exageradamente ingeridas nos últimos dias. 

Apesar dos seus seis meses de vida, esta foi apenas a primeira voltinha do género, excetuando a necessária rodagem. 

Varias coisas: contínuo a não gosta do conforto da Crosstourer; continuo a adorar o DCT. Continuo a não gostar da entrega de potência nalguns momentos; continuo a adorar o comportamento da mota. Pela primeira vez fiz uma pequena incursão fora de estrada num caminho lento com pedaços de areia. Estou longe de ser um “terrícola” mas não desgostei de andar longe do asfalto…, acho…, que a malta das novas Africa Twin vai adorar a versão DCT. 

Outras coisas: fim de Dezembro, dezoito graus, sol, asfalto seco e limpo e…, quase-zero motas na estrada. Esta pequena volta de cerca de 150 quilómetros, por boas e retorcidas estradas da Região de Lisboa, foi da urbe ao Oceano furioso e deste às colinas do bom vinho da Região. É um passeio curto, eclético e com alguns troços de estrada de classe mundial ao nível do divertimento na condução. Como entender então o “quase-zero motas na estrada”? Eu sei…, mas prefiro não dizer…, como prefiro não falar muito no itinerário que na sua melhor parte apresentava-se absolutamente deserto de qualquer tipo de veículos. 

Ao regressar a casa: soube-me a pouco!

domingo, 26 de julho de 2015

O Escape voltou

O Escape voltou. Em bom rigor já regressou há alguns dias. Mas só agora é possível reativar o blogue. 

O Escape voltou. Voltou de uma incursão mototuristica pelo sumptuoso asfalto alpino. Voltou de malas carregadas de memórias, sentidos cheios e aprimorados pelas vivências. Cheiinho de histórias para contar. Mas tudo tem o seu tempo. Estamos à beira de Agosto, auge da silly season para uns, mês que tudo acontece para outros. 

Vai ser, portanto, um regresso aos bocadinhos. Até porque parte do tempo livre que me resta será para lavrar o tal “depois muito especial” de que aqui (link) vos falei. 

Ficam, para já alguns números. Mais de sete mil e quatrocentos quilómetros de asfalto em dezasseis dias, com a Crosstourer a indicar uma extraordinária média de 5.8 litros de gasolina gasta aos cem quilómetros.

É colocar o capacete e as demais proteções. O Escape voltou…

quinta-feira, 25 de junho de 2015

O Escape hoje acordou assim… #5


A Black Queen regressou à Motodiana em Évora para a habitual e programada revisão dos mil quilómetros. Nada a assinalar. Aproveitei ainda para montar os sidebars da Givi que encaixam à justa do lado direito da mota, junto à proteção do DCT. 

No mais…, foi mais um belo dia passado na Motodiana entre motas e motociclistas…, é de facto um tratamento muito diferente, especial, aquele que encontramos na Honda em Évora. 

Já agora…, no regresso, feito a meio da tarde sob a clássica canícula alentejana, deu para perceber que a Crosstourer DCT não padece da emissão de qualquer calor incomodo e desagradável para o condutor.

domingo, 14 de junho de 2015

O Escape possui um brinquedo novo...

…e deseja dizer algumas (muitas) coisas sobre o dia de ontem, passado entre motas, petiscos, mais motas, mais petiscos, amizade e boa onda [mas o post ficará para mais logo].

domingo, 31 de maio de 2015

Twins & Fins 2015

O Escape deslocou-se hoje [ontem] àquela que é comumente designada como “a sala de visitas do surf português” para um evento, no mínimo, original.
O Twins & Fins procura juntar duas tribos aparentemente inconciliáveis: o povo das ondas e a malta das motas. Mas nem todo o povo nem toda a malta. Das ondas chegam alguns dos mais aculturados do surf com as suas apaixonantes longboards, das motas chega uma neófita tribo que procura reinterpretar um conceito quase tão antigo como o próprio motociclo em si. É uma mistura fina mas nada fácil.
Nas ondas, supremo Neptuno decidiu não colaborar; a etapa inaugural do circuito nacional de Longboard acabou por ser disputada em ondas de tamanho sofrível e algo estragadas por ventos desfavoráveis. Nas motas, nem todos decidiram responder à chamada de um evento que tem tudo para nos fazer passar um rico dia.
Se a má noticia é a manifestação de pormenores inacreditáveis – por exemplo, efectuar um campeonato de longboard para um publico novo e não se exercer um mínimo de esforço para tentar explicar o que se passa na água é, digamos, pouco inteligente; já a boa notícia é estarmos perante um evento com enorme espaço de crescimento, assim todos queiram remar no mesmo sentido.
O Twins & Fins continua neste domingo com mais sal, sol, algum vento refrescante e cerveja fresquinha. Querem mais?

quarta-feira, 20 de maio de 2015

O Escape hoje acordou assim… #4


Revisão dos 20K (vinte mil quilómetros) feita logo de manhã pela fresquinha – literalmente. Que é como quem diz: acabou a rodagem da pequena PCX. Finalmente, já posso dar gaz a fundo… [sorrio…].

sábado, 16 de maio de 2015

O Escape hoje acordou assim… #3


Oh meus amigos..., que dia incrível de motas e motociclismo a BMW nos ofereceu no seu Motorrad Riding Experience no Autódromo do Estoril. O Escape agradece e dá, desde já, os parabéns a todos os envolvidos na organização.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

O Escape hoje acordou assim… #2


Esta é a redação da revista MOTOCICLISMO.

Um espaço que já me foi familiar noutros tempos. Hoje foi dia de rever velhos amigos, conhecer a rapaziada nova e pôr a conversa em dia…, que é sempre muita, nisto das motas.

Novidades? É como diz o cego: “logo se vê”!
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