sexta-feira, 8 de maio de 2015

O Escape hoje acordou assim… #2


Esta é a redação da revista MOTOCICLISMO.

Um espaço que já me foi familiar noutros tempos. Hoje foi dia de rever velhos amigos, conhecer a rapaziada nova e pôr a conversa em dia…, que é sempre muita, nisto das motas.

Novidades? É como diz o cego: “logo se vê”!

BMW Motorrad Riding Experience 2015


Quem vos avisa... Workshops, Test-Rides e novidades sobre o mundo BMW.

As Inscrições estarão muito em breve disponíveis aqui (link). E como é que tal funciona, perguntam vocês?

Assim…, como o demonstra mais um excelente trabalho do Manuel Portugal.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Um sonho chamado TT Ilha de Man

Há coisas que nunca se esquecem. 

Argentina, 2007. Um dia, num passeio nas margens do sumptuoso Lago Argentino, perto do famoso glaciar Perito Moreno, conheci um velho casal de israelitas. Entre as muitas ideias que trocámos, confessei-lhes o meu desejo de um dia visitar Israel e, sobretudo Jerusalém. Disseram-me para não parar de sonhar. 

Sem sonho, nunca o meu desejo se concretizaria. Agradável coincidência, volto a encontra-los uns dias depois, muito quilómetros a norte, na cidade de Bariloche. No fim do encontro repetiram as palavras. “Não pares de sonhar!”. O ano passado tive a sorte desse sonho se concretizar, numa inesquecível viagem à Jordânia e a Israel. Países, sublinhe-se, pouco deliciosos para andar de moto – paisagens deslumbrantes, sim, mas estradas, digamos, normais. 

O Touris Trophy (TT) na Ilha de Man é uma das minhas graves falhas curriculares enquanto motociclista mototurista. Tal como o Dutch TT na catedral de Assen ou o só-para-mototuristas-de-barba-riga Elefantentrffen – se não sabem o que é, evitem pesquisar… 

Confessando, ao mesmo tempo, que nenhum destes se encontra, ao momento, no topo da minha longa e distinta lista de prioridades, resta-me sonhar. Até porque, até ver, o sonho ainda não paga IUC ou outro qualquer vil acto de confisco. 

Sonhar…, sonhar…

quarta-feira, 6 de maio de 2015

REVisão da matéria dada

Arrumado: bem arranjado e limpo; resolvido, terminado. Marcado (nas cartas de marear) conforme o rumo. 

Lá em casa, em pequenas arrumações. Dou de caras com a REV #2. Perdida no fundo de uma montanha épica de jornais, revistas, artigos soltos e outros papeis em geral, uns lidos, outros por ler. É o prazer da desarrumação organizada. Que conduz, invariavelmente, ao prazer da descoberta.

Depressa me sentei onde calhou e a desarrumação ficou bem menos organizada. Foi com prazer que desfolhei esta descoberta. A REV #2 saiu na segunda metade do ano de 2010. É uma revista algo diferente, por exemplo, da última REV. A REV #2 é uma revista bonita, redondinha e anafada; substancialmente maior que a REV actual. A REV #2 é uma revista pesada e cheira bem apesar de ter ido à praia – recordo-me que falhei a compra da #1 e esta foi comprada algures em Troia. 

Na REV #2 duas coisas saltam logo aos nossos sentidos. Por um lado, a imagem muito, muito cuidada, com destaque para as excelentes fotografias do Manuel Portugal – maxime o portefólio da Concentração de Faro desse ano. Por outro, o texto evocativo da Suzuki GSX-R 750, “25 anos de uma lenda”, muito bem escrito por Roland Brown. 

Mas há muito mais para ler e ver. De certa forma, parece uma revista intemporal. Feliz acaso, esta descoberta. Como já tinha pouco…, lá arranjei (ainda) mais para ler, reler e mais tarde arrumar.

terça-feira, 5 de maio de 2015

É isto que acontece quando um bando de imbecis decide andar de mota em grupo

Awesome

Partilha…, os blogues também são isto. Sim, não é um vídeo novo. Mas não é por isso que deixa de ser menos espetacular. Foi sugerido a este Escape via twitter (leia-se: a melhor invenção da humanidade a seguir à roda e ao motor de explosão) por um desses muitos cristãos-novos. Um dos que se fala, sublinhe-se, no último parágrafo deste post (link). Os ingleses têm uma bela palavra para descrever o que aqui se ouve e vê: awesome.


segunda-feira, 4 de maio de 2015

Deseja gasolina má ou gasolina má?

Em economia, externalidades são os efeitos laterais de uma decisão sobre aqueles que não participaram dela. Existe uma externalidade quando há consequências para terceiros que não são tomadas em conta por quem toma a decisão. Geralmente refere-se à produção ou consumo de bens ou serviços sobre terceiros, que não estão diretamente envolvidos com a atividade. As externalidades têm natureza negativa, quando geram custos para os demais agentes.

Pobre Guzzi, se tivesse de abastecer por estes dias nas nossas estradas...
Sob pressão de alguns sectores socias e, fundamentalmente, políticos o governo legislou no sentido de obrigar os vendedores de combustível a disponibilizar os denominados combustíveis ”low cost”. E o que aconteceu? 

Como bem nota Vítor Martins no Editorial da última Motojornal (#1357) “algumas das empresas eliminaram a gasolina “normal” e só disponibilizam a sua “premium” e a nova “simples”, sendo que esta passa a custar praticamente o que custava a normal. Por isso vamos passar a pagar sensivelmente o mesmo por combustível com características inferiores – em termos de aditivos – aos que usávamos antes”.

Com esta decisão do Governo, desde logo, vimos a nossa liberdade de escolha diminuída…, quando antes, pelo menos nos grandes centros urbanos, poderíamos facilmente escolher o combustível a atestar, agora estamos limitados ao que existe, sendo que o existe, nas mais das vezes, é a denominada gasolina simples. Depois, estamos claramente perante uma (varias, aliás) externalidade negativa; primeiro nas nossas motas, depois na nossa carteira porque o consumo não é o mesmo para semelhante ritmos de andamento, porque as velas se vão deteriorar mais cedo, porque os nossos mecânicos vão inventar (já estão…) supostos problemas devido à qualidade da gasolina. 

Era assim nas antigas Repúblicas Socialistas Soviéticas, é assim na cada vez mais República Socialista Portuguesa; e depois (repito) ainda há quem chame de neoliberal estes que nos governam…, é preciso ter topete.

domingo, 3 de maio de 2015

Dia da mãe


Geoff Duke


Seis vezes campeão mundial e outras tantas vencedor do mitico TT, o britânico Geoff Duke, nascido a 29 de Março de 1923, faleceu na passada sexta-feira com uns gloriosos 92 anos de idade.
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