quarta-feira, 10 de junho de 2015
terça-feira, 9 de junho de 2015
No TT de BMW ao rubro
É sabido como o tempo hoje em dia passa rápido; este vídeo já tem uns dias…, na verdade ainda se mede em dezenas de horas, julgo. Não é novo na Rede, portanto; mas não deixa, ainda assim, de ser impressionante.
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Povo enlatado quando será que irá acordar para a vida?
Esta semana comprei a revista Time Out, edição Lisboa. A Time Out já fez parte das minhas leituras assíduas, hoje não. Mas o tema de capa, “Segredos da Caparica”, fez-me sorrir. Adoro conhecer segredos de um dos meus locais favoritos do planeta. Sim, para quem sabe, a Caparica pode ser épica.
Num artigo intitulado “aqui vou eu cheio de pica”, oferece-nos logo desde o inicio, supostas dicas de como ir, no verão, para a Caparica. De carro, de comboio, de autocarro, de ferry, de bicicleta…; uppss…, cheio de pica, no verão, para a Caparica de carro, transportes públicos ou a pedalar?
Agora a serio…, como é possível no verão do ano da graça de 2015, tentar convencer as pessoas a ir (e voltar) para a Caparica enlatadas ou à força de pedal?
Como é possível uma revista que, supostamente, reconhece e define tendências, não se aperceber que todas aquelas formas de um ser humano se deslocar para a praia preferida dos lisboetas estão profundamente erradas, sendo possível fazê-lo de forma mais óbvia, eficaz, económica, bem-disposta, gira, simples e socialmente responsável?
Salvo situações particulares (os miúdos, os mais velhos, os doentes) só existe uma forma aceitável de um lisboeta se deslocar para os banhos frios da outra banda: de mota! De mota, em sentido lacto. De mota, de scooter, de “vespa”, de “vespinha ou vespão”, de veículo de duas rodas com motor auxiliar seja qual for a sua cilindrada.
Já eu, repito o que disse aqui (link): “para nós, motociclistas, é terrivelmente estranho como ano após ano, verão após verão, nos cruzamos com as mesmíssimas pessoas - pelo menos assim nos parece ser – ali, horas e horas fechadas dentro das latas primeiro para chegar, depois para partir, por fim para atravessar a Ponte”.
A Time Out, num artigo de oito paginas com mais imagem do que texto, parece ter tirado ela própria um desconto de tempo. No fundo, só dá razão aos que afirmam: o pior dos cortes dessa malfadada crise, foi o corte no tempo para pensar.
domingo, 7 de junho de 2015
Yamaha NMAX 125 a anti-PCX está mesmo a chegar
Como aqui ficou dito (link) a Yamaha NMAX 125 – apresentada por estes dias em Lisboa – virá equipada com monocilíndrico de quatro válvulas, ABS de série, duplo amortecedor traseiro e iluminação por LED. O peso será de 127 Kg. O depósito de combustível de 6,6 litros.
Sabemos agora que o preço andará abaixo dos três mil euros (2945€).
Fica desde claro dois aspectos. Por um lado, o domínio da excelente pequena máquina da Honda encontra-se agora ameaçado; por outro, a Honda terá de melhorar ainda mais a sua PCX caso queira manter a hegemonia.
Tudo boas noticias, portanto.
Yamaha NMAX 125 from RigorTest on Vimeo.
[Agradeço ao Domingo Janeiro o vídeo surripiado, podem
encontrar aqui (link) mais informação e imagens desta neófita NMAX]
sábado, 6 de junho de 2015
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Quinhentos e setenta e dois mil setecentos e cinquenta e dois quilómetros
Não é para todas. É mesmo para muito poucas. Para nenhumas, quase. Só escrever por extenso já cansa: Quinhentos e setenta e dois mil setecentos e cinquenta e dois quilómetros. Que moto será esta que chegou a tal proveta idade? Anda nas nossas estradas e nas mesmas mãos há décadas. Assim que os olhos se desviarem da quilometragem bíblica…, na foto encontraram uma forte dica…
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Motorcycle Jesus
Jesus. Nos dias em que um só tema domina a totalidade do espaço mediático não há nada a fazer. É ir na corrente…
BOOTS é um projecto do músico Jordan Asher. Os mais atentos à cena musical terão ouvido falar da sua colaboração com a monumental Beyonce algures em 2013. Agora tem um projecto seu, tendo produzido e dirigido esta “diz que é uma espécie de curta-metragem”, a qual acompanha o seu EP, denominado, precisamente, “Motorcycle Jesus”.
Querendo proceder a uma rápida desintoxicação informativa em torno do agora apelidado Jorge Judas, relaxem, abram a mente, e apreciem este tão estranho quanto interessante “Motorcycle Jesus”.
quarta-feira, 3 de junho de 2015
Honda Forza 125 à prova
Já tudo se disse sobre o que é a Honda Forza 125, já todos sabem o que é a Honda Forza 125. Obviamente, não faz qualquer sentido vir eu aqui dizer o mesmo, certo? Sim!
O que ainda ninguém disse, por muito estranho que pareça - e desafio os meus queridíssimos leitores a consultarem o que por ai fora, física e virtualmente, se escreveu sobre a mota – foi: o que a Honda Forza 125 não é.
Depois a Honda Forza 125 não é uma qualquer outra scooter GT que o mercado oferece. A scooter Honda Forza 125 não apresenta ruidos parvos, não tem elementos plásticos de fraca qualidade, não denota maus (nem péssimos) acabamentos, tudo é apresentado com aquela qualidade Honda que os conhecedores rapidamente distinguem. E distinguem tão bem que não compreendem por que diabo a Honda insiste em equipar motas suas com aquelas coisas de plástico mal-amanhado, marca IRC, à qual denomina pneus.
E é, apenas, isto que vos tinha para dizer quanto à Honda Forza 125, porque, como disse, quanto ao que a Honda Forza 125 é, já todos os profissionais e amadores disseram o que tinham a dizer.
Ainda assim…, devo, por ser verdade, dizer que provei não uma mas duas Honda Forza 125. A primeira em Évora (cortesia da MOTODIANA) num percurso marcadamente urbano, a segunda (cortesia LOPES & LOPES) nas belas estradas de Sintra em trajetos sinuosos mas também, um pouco, nas vias rápidas que circundam a bela serra. Os consumos rondaram pouco mais de três litros (media aos cem quilómetros) e…, bem…, esta segunda Forza tinha montado um escape Akrapovic com uma sonoridade absolutamente viciante.
terça-feira, 2 de junho de 2015
O Escape assobia assim...
Isto é um blogue ou não é um blogue? Ah.., é um blogue.., então vira-se para onde lhe apetece. Sim? Por agora o escape assobia assim.., porque sim...
Um “vai tu” cósmico ou como não está nada fácil circular em Lisboa
Por vezes o espirito de “Cristão-novo” (saber mais) desce sobre mim e…, vai de andar “a fundo” por entre as filas de carros.
É insuportável. A crise acabou, o lisboeta voltou a ser todo rico. Pelo menos a aferir pela quantidade de carros que inunda cada vez mais as avenidas e ruas da capital.
Na verdade, enquanto o papão da crise sobreviveu, os lisboetas cortaram-se ao passeio diário na lata. Durante meses - mais de um ano, provavelmente - foi possível circular de forma dita normal em Lisboa. Nesse aspeto a capital até pareceria um qualquer paradisíaco endless summer.
Há meses que isso acabou. Ou pelas incompreensíveis sucessivas greves fascistas de uma classe privilegiada que são os funcionários dos transportes ditos públicos, ou porque chove ou, simplesmente, porque sim.
É insuportável, de facto. O trânsito voltou. Parece que todos os dias, a todo lado que vou, vou trancado entre filas de carros. [Todos estúpidos…]
Por vezes o espirito de “Cristão-novo” desce sobre mim, dizia. E com ele o pragmatismo da experiencia também: “estou mais perto de arrancar espelhos, mais perto, mais perto…, maissss pertoooooo”.
Desta feita, foi só uma questão de mais dois semáforos. Por sorte apenas um toque. Parei logo, perguntei, por gestos, ao senhor fogareiro se tudo estava bem. Como o senhor fogareiro não me respondeu, perguntei uma segunda vez. E uma terceira. Até que o senhor fogareiro me respondeu com um gesto acompanhado de olhar fulminante que imediatamente interpretei como um “vai pró car@&#$”. O semáforo abriu. Arranquei. E de imediato enviei o meu melhor “vai tu” mental para o senhor fogareiro em causa.
Siga, senhores fogareiros há muitos; e, não está nada fácil circular em Lisboa.
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Hélder Rodrigues triunfa no Rali da Tunísia
Foi um fim-de-semana épico para o motociclismo de competição português. Para além da primeira vitória de sempre numa classe do mundial de velocidade protagonizada por Miguel Oliveira, Hélder Rodrigues venceu de forma categórica no Rali da Tunísia.
Hélder Rodrigues, que já tinha vencido esta prova em 2011, venceu quatro das cinco especiais disputadas nesta maratona africana. Segundo o piloto português, em nota à comunicação social: “é muito bom estar de volta à Tunísia. Este rali foi muito exigente e técnico. Consegui alcançar a primeira vitória com a Yamaha Racing e sem dúvida que estou muito satisfeito com o trabalho realizado. Acredito muito na moto e acho que tem um potencial fantástico. Gostaria de agradecer a toda a equipa que se dedicou ao máximo (…)”.
Esta participação de Hélder Rodrigues no Rali da Tunísia foi a primeira de uma série de provas em que o piloto e a sua equipa vão participar tendo em conta o principal objetivo que é o Dakar 2016. O português está agora de olhos postos no Rali da Sardenha que se realiza no próximo mês de Junho em Itália.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





