sexta-feira, 12 de junho de 2015

Sabe quais são as sete motas de série mais caras da história?

Em 1992 a Honda surpreende com esta NR 750; a custar cerca de 50.000€ à época, hoje para conseguir uma poderá ser preciso "investir" o dobro das notas...

A Honda RC213V-S apresenta-se como a mota de série mais cara de todo o sempre. No entanto, ao longo da história do motociclismo, encontramos outros exemplos de motas com preços acessíveis a uma pequena minoria. 

Aqui (link), a excelente revista MOTOCICLISMO espanhola responde à nossa questão.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Honda RC213V-S o nascimento de um mito



A RC231V-S já nasce endeusada. É a moto de produção - alguma vez construída - mais parecida com aquilo que nos dias de hoje os pilotos conduzem em pista, naquele que é o expoente máximo das corridas de velocidade: o motoGP. Isto mesmo sublinharam Marc Marquez e Dani Pedrosa, pilotos oficiais Honda. Segundo eles, tudo na Honda RC213V-S lhes faz lembrar as suas máquinas de pista.

Deixo-vos a conferência de imprensa de hoje na Catalunha (link), onde a Honda apresentou a RC213V-S. Não é todos os dias que temos o privilégio de assistir ao nascimento de um mito…

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Quinhentos e setenta e dois mil setecentos e cinquenta e dois quilómetros, que mota será esta que chegou a tal proveta idade, questionava eu aqui (link). 

Há motos assim que nos convocam a ideias estranhas: qual será a primeira memória que tenho desta máquina? 

Acho que a primeira vez que terei visto esta moto foi nas páginas da revista Motojornal, numa viagem que o “Nestinho” fez com amigos seus a Marrocos e que inspirou muitos de nós, à época novatos mototuristas, a rumar a Sul. Isto terá sido há mais de vinte anos, eu, provavelmente, ou ainda andaria de “cinquentinha” ou teria uma Yamaha XV Virago 250. 

Certo é que passadas mais de duas décadas o Ernesto Brochado, conhecido motociclista da invicta e de Portugal inteiro, ainda conserva a sua maquina germânica. Suponho que será a moto com mais quilometragem que ainda rola por ai, cá no retângulo. E, se as motas falassem, esta teria muita, muitas histórias para contar!

Parabéns ao Ernesto e à sua gloriosa BMW K75!

terça-feira, 9 de junho de 2015

No TT de BMW ao rubro

É sabido como o tempo hoje em dia passa rápido; este vídeo já tem uns dias…, na verdade ainda se mede em dezenas de horas, julgo. Não é novo na Rede, portanto; mas não deixa, ainda assim, de ser impressionante.


segunda-feira, 8 de junho de 2015

Povo enlatado quando será que irá acordar para a vida?

Esta semana comprei a revista Time Out, edição Lisboa. A Time Out já fez parte das minhas leituras assíduas, hoje não. Mas o tema de capa, “Segredos da Caparica”, fez-me sorrir. Adoro conhecer segredos de um dos meus locais favoritos do planeta. Sim, para quem sabe, a Caparica pode ser épica.

Num artigo intitulado “aqui vou eu cheio de pica”, oferece-nos logo desde o inicio, supostas dicas de como ir, no verão, para a Caparica. De carro, de comboio, de autocarro, de ferry, de bicicleta…; uppss…, cheio de pica, no verão, para a Caparica de carro, transportes públicos ou a pedalar? 

Agora a serio…, como é possível no verão do ano da graça de 2015, tentar convencer as pessoas a ir (e voltar) para a Caparica enlatadas ou à força de pedal? 

Como é possível uma revista que, supostamente, reconhece e define tendências, não se aperceber que todas aquelas formas de um ser humano se deslocar para a praia preferida dos lisboetas estão profundamente erradas, sendo possível fazê-lo de forma mais óbvia, eficaz, económica, bem-disposta, gira, simples e socialmente responsável? 

Salvo situações particulares (os miúdos, os mais velhos, os doentes) só existe uma forma aceitável de um lisboeta se deslocar para os banhos frios da outra banda: de mota! De mota, em sentido lacto. De mota, de scooter, de “vespa”, de “vespinha ou vespão”, de veículo de duas rodas com motor auxiliar seja qual for a sua cilindrada. 

Já eu, repito o que disse aqui (link): “para nós, motociclistas, é terrivelmente estranho como ano após ano, verão após verão, nos cruzamos com as mesmíssimas pessoas - pelo menos assim nos parece ser – ali, horas e horas fechadas dentro das latas primeiro para chegar, depois para partir, por fim para atravessar a Ponte”.

A Time Out, num artigo de oito paginas com mais imagem do que texto, parece ter tirado ela própria um desconto de tempo. No fundo, só dá razão aos que afirmam: o pior dos cortes dessa malfadada crise, foi o corte no tempo para pensar.

domingo, 7 de junho de 2015

Yamaha NMAX 125 a anti-PCX está mesmo a chegar

Como aqui ficou dito (link) a Yamaha NMAX 125 – apresentada por estes dias em Lisboa – virá equipada com monocilíndrico de quatro válvulas, ABS de série, duplo amortecedor traseiro e iluminação por LED. O peso será de 127 Kg. O depósito de combustível de 6,6 litros. 

Sabemos agora que o preço andará abaixo dos três mil euros (2945€). Fica desde claro dois aspectos. Por um lado, o domínio da excelente pequena máquina da Honda encontra-se agora ameaçado; por outro, a Honda terá de melhorar ainda mais a sua PCX caso queira manter a hegemonia. 

Tudo boas noticias, portanto.



Yamaha NMAX 125 from RigorTest on Vimeo.

[Agradeço ao Domingo Janeiro o vídeo surripiado, podem encontrar aqui (link) mais informação e imagens desta neófita NMAX] 

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Quinhentos e setenta e dois mil setecentos e cinquenta e dois quilómetros



Não é para todas. É mesmo para muito poucas. Para nenhumas, quase. Só escrever por extenso já cansa: Quinhentos e setenta e dois mil setecentos e cinquenta e dois quilómetros. Que moto será esta que chegou a tal proveta idade? Anda nas nossas estradas e nas mesmas mãos há décadas. Assim que os olhos se desviarem da quilometragem bíblica…, na foto encontraram uma forte dica…

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Motorcycle Jesus

Jesus. Nos dias em que um só tema domina a totalidade do espaço mediático não há nada a fazer. É ir na corrente… 

BOOTS é um projecto do músico Jordan Asher. Os mais atentos à cena musical terão ouvido falar da sua colaboração com a monumental Beyonce algures em 2013. Agora tem um projecto seu, tendo produzido e dirigido esta “diz que é uma espécie de curta-metragem”, a qual acompanha o seu EP, denominado, precisamente, “Motorcycle Jesus”. 

Querendo proceder a uma rápida desintoxicação informativa em torno do agora apelidado Jorge Judas, relaxem, abram a mente, e apreciem este tão estranho quanto interessante “Motorcycle Jesus”.


quarta-feira, 3 de junho de 2015

Honda Forza 125 à prova

Já tudo se disse sobre o que é a Honda Forza 125, já todos sabem o que é a Honda Forza 125. Obviamente, não faz qualquer sentido vir eu aqui dizer o mesmo, certo? Sim! 

O que ainda ninguém disse, por muito estranho que pareça - e desafio os meus queridíssimos leitores a consultarem o que por ai fora, física e virtualmente, se escreveu sobre a mota – foi: o que a Honda Forza 125 não é. 

A Honda Forza 125 não é, desde logo, uma Honda PCX 125, nem uma Honda PCX 125 melhorada, nem um a Honda PCX 125 diferente. A Honda Forza 125 não é uma Honda PCX 125, ponto final paragrafo. Não faz qualquer sentido comparar uma com a outra porque apesar de partilharem cilindradas iguais são, ainda que estranhamente para muitos, motociclos de segmentos completamente diferentes. Quem conduz a Honda Forza 125 depressa lhe encontra personalidade própria e alma única. Mesmo que nunca tenha contactado com uma Honda PCX 125, o motociclista depressa sente prazer, segurança e conforto ao rodar numa Honda Forza 125. 

Depois a Honda Forza 125 não é uma qualquer outra scooter GT que o mercado oferece. A scooter Honda Forza 125 não apresenta ruidos parvos, não tem elementos plásticos de fraca qualidade, não denota maus (nem péssimos) acabamentos, tudo é apresentado com aquela qualidade Honda que os conhecedores rapidamente distinguem. E distinguem tão bem que não compreendem por que diabo a Honda insiste em equipar motas suas com aquelas coisas de plástico mal-amanhado, marca IRC, à qual denomina pneus. 

E é, apenas, isto que vos tinha para dizer quanto à Honda Forza 125, porque, como disse, quanto ao que a Honda Forza 125 é, já todos os profissionais e amadores disseram o que tinham a dizer. 

Ainda assim…, devo, por ser verdade, dizer que provei não uma mas duas Honda Forza 125. A primeira em Évora (cortesia da MOTODIANA) num percurso marcadamente urbano, a segunda (cortesia LOPES & LOPES) nas belas estradas de Sintra em trajetos sinuosos mas também, um pouco, nas vias rápidas que circundam a bela serra. Os consumos rondaram pouco mais de três litros (media aos cem quilómetros) e…, bem…, esta segunda Forza tinha montado um escape Akrapovic com uma sonoridade absolutamente viciante.

terça-feira, 2 de junho de 2015

O Escape assobia assim...

Isto é um blogue ou não é um blogue? Ah.., é um blogue.., então vira-se para onde lhe apetece. Sim? Por agora o escape assobia assim.., porque sim...

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