sábado, 20 de junho de 2015
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Bikers (1950-1959)
Esta semana fez furor por essa Rede fora um pequeno vídeo que mostrava uma jovem família, supostamente, a fazer férias numa Lambretta equipada com…, uma caravana associada (link).
A origem do vídeo é o sumptuoso arquivo da British Pathé (link), produtora de pequenos noticiários, cinemagazines e documentários de 1910 a 1970, fundada por Charles Pathé ele próprio um dos pioneiros da sétima arte.
Não é difícil encontrar curiosidades nos arquivos da British Pathé. Deixo-vos esta: Bikers (1950-1959), um pequeno ensaio com imagens “onboard” daquilo que um dia foram as agora denominadas “action cameras” – lamentavelmente o filme não apresenta som.
A origem do vídeo é o sumptuoso arquivo da British Pathé (link), produtora de pequenos noticiários, cinemagazines e documentários de 1910 a 1970, fundada por Charles Pathé ele próprio um dos pioneiros da sétima arte.
Não é difícil encontrar curiosidades nos arquivos da British Pathé. Deixo-vos esta: Bikers (1950-1959), um pequeno ensaio com imagens “onboard” daquilo que um dia foram as agora denominadas “action cameras” – lamentavelmente o filme não apresenta som.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
DOC The Greasy Hands Preachers
"The Greasy Hands Preachers” é um documentário, apresentado no último Festival de Cinema de San Sebastian, que nos faz mergulhar na nova onda de personalização de motas.
Filmado em “Super 16”, conduz o espectador por todo o mundo com paragens em França, EUA, Escócia, Espanha e Indonésia, dando-nos a observar o trabalho feito por construtores de grande referência como Shinya Kimura, Deus Ex Machina, Blitz Motorcycles, Roland Sands e o El Solitario.
“The Greasy Hands Preachers” encontra-se disponível para aluguer e descarga através do Vimeo (link) e oferece-nos cerca de hora e meia de “do it yourself.
Para quando uma projecção em Sala…?
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Comparativo improvável
O que dizer quando uma revista, neste caso a Motorcyclist Magazine, junta: BMW R1200RT contra Honda CTX1300 deluxe contra Suzuki 650 ABS contra Yamaha Super Ténére ES, num touring test, repito, touring test? “Fora da bolha”, como diz o outro ou…, algo mais?
Não sei responder. No entanto, convido-vos a passarem por aqui (link) e lerem algo diferente e estimulante, desde logo porque só posso concordar com uma das conclusões ali vertidas (traduzo livremente): “as duas rodas tecnologicamente sofisticadas de hoje foram especializadas quase a um ponto de se tornarem irreconhecíveis, contudo elas mantêm uma importante ligação ao passado: com a atitude certa e sensibilidade aventureira, você pode viajar, visitar ou apenas fugir em quase qualquer coisa. Até numa scooter”.
terça-feira, 16 de junho de 2015
Motorcycle emptiness, o quê?
Acho que…, jamais, em tempo algum, um motociclista compreendeu esta canção. “Under neon loneliness motorcycle emptiness”, uns rifs de guitarra orelhudos e nem sei bem mais o quê fizeram, há décadas, algum sucesso, entre muitos; nunca entre motociclistas. “All we want from you are the kicks you've given us”, cantam, como se isto fizesse algum sentido. Embora, certo é, que ninguém saiba se a pop alguma vez fez sentido…
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Estudo sobre o Mototurismo em Portugal
Já há algum tempo que a revista TREVL nos anda a solicitar, enquanto mototuristas, a colaboração neste inquérito; serve o mesmo o propósito de integrar uma tese académica, sobre a temática do mototurismo - a primeira do género em Portugal - a ser desenvolvida por Telma de Brito Beato, em parceria com a revista.
Se é mototurista e português, aqui está então a sua oportunidade de fazer justiça à tão afamada camaradagem motociclista, preenchendo e divulgando este inquérito a todos os seus amigos e mototuristas conhecidos.
Não custa nada, apenas alguns minutos e, com sorte, ainda podem ganhar uma assinatura anual da revista.
Podem encontrar o inquérito aqui (link).
domingo, 14 de junho de 2015
Mas por que raio vais a Évora comprar uma mota?
A questão é recorrente. Em Évora? Porquê em Évora? Não
há motos em Lisboa? Vais tão longe? Por que raio vais a Évora comprar uma
mota…? – e, regra gera, não fica por aqu. Para os mais inquietos ou apressados eu respondo já: é
tudo uma questão de paixão!
Como qualquer motociclista sabe, a escolha de uma mota
nova não é tarefa fácil; quase tão difícil quanto essa escolha surge outra
associada: onde comprar a nova mota escolhida? Este post não quer saber de
responder à primeira questão. E à segunda vai responder da seguinte maneira.
Sábado, dia de Santo António, Feriado em Lisboa,
Sete-Rios, nove e meia da manhã. Não me recordo quando terá sido a última vez
que tinha andado num autocarro dito Expresso em Portugal. Expresso, e foi
mesmo. Onze em ponto, chegava a Évora; minutos depois o José Caniço Nunes,
decano motociclista apaixonado e um dos donos da Motodiana, dava-me boleia para
a Motodiana.
Fiquei por ali, o resto da manhã, a ver equipamento,
outras motas, espreitar relíquias na oficina, dar dois dedos de conversa com o
simpático Manuel Gaiato - responsável pela oficina - e com outros
motociclistas. Entretanto chegou a hora de almoço…, e não se vendem, muito
menos compram, motos com a barriga vazia, certo? Pezinhos de Coentrada,
feijoada e pão alentejano quentinho a sair do forno a lenha; migas, entrecosto
e um tinto alentejano jovem e frutado; sericaia e um suave digestivo…, sei lá…,
três horas de histórias de motas, motociclistas e motociclismo, histórias
antigas, outras mais recentes e depois…, então sim, estava pronto para comprar,
e o Caniço para vender, a CT DCT.
Depois…, depois o motociclista sabe (e se não sebe
devia saber) que não há nada melhor do que pegar numa mota nova e andar com ela
durante umas dezenas de quilómetros. Não cabe na cabeça de nenhum motociclista
possuir uma mota nova e…, guarda-la de imediato na garagem, certo? Comprar uma
moto em Évora tem ainda esta grandiosa vantagem: há que trazê-la para casa
sendo sempre possível optar pelo caminho mais longo dos possíveis. Foi o que
fiz, com uma passagem em casa de bons amigos setubalenses para um abraço e mais
uns brindes à nova máquina.
Que me perdoem os meus amigos “REVianos” mas…, se
calhar “fora da bolha” é isto…, se calhar “cultura motociclistica” é isto, ou,
vá lá, também é isto: amizade, paixão pelas motas e pelo motociclismo, uma boa
mesa, um rico petisco.
Cerca de vinte horas depois de Lisboa ter saído, regressava.
E a um par de quilómetros de casa, o céu desaba em pleno Junho. Choveu
copiosamente, a fazer adaptar o ditado: mota nova molhada, moto nova abençoada.
Numa palavra: por que raio vais a Évora comprar uma mota…? Repito, é tudo uma
questão de paixão!
sábado, 13 de junho de 2015
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Sabe quais são as sete motas de série mais caras da história?
![]() |
| Em 1992 a Honda surpreende com esta NR 750; a custar cerca de 50.000€ à época, hoje para conseguir uma poderá ser preciso "investir" o dobro das notas... |
A Honda RC213V-S apresenta-se como a mota de série mais cara de todo o sempre. No entanto, ao longo da história do motociclismo, encontramos outros exemplos de motas com preços acessíveis a uma pequena minoria.
Aqui (link), a excelente revista MOTOCICLISMO espanhola responde à nossa questão.
quinta-feira, 11 de junho de 2015
Honda RC213V-S o nascimento de um mito
A RC231V-S já nasce endeusada. É a moto de produção -
alguma vez construída - mais parecida com aquilo que nos dias de hoje os
pilotos conduzem em pista, naquele que é o expoente máximo das corridas de
velocidade: o motoGP. Isto mesmo sublinharam Marc Marquez e Dani Pedrosa, pilotos
oficiais Honda. Segundo eles, tudo na Honda RC213V-S lhes faz lembrar as
suas máquinas de pista.
Deixo-vos a conferência de imprensa de hoje na Catalunha (link), onde a Honda apresentou a RC213V-S. Não é todos os dias que temos o privilégio de assistir ao nascimento de um mito…
572752
Quinhentos e setenta e dois mil setecentos e cinquenta e dois quilómetros, que mota será esta que chegou a tal proveta idade, questionava eu aqui (link).
Há motos assim que nos convocam a ideias estranhas: qual será a primeira memória que tenho desta máquina?
Acho que a primeira vez que terei visto esta moto foi nas páginas da revista Motojornal, numa viagem que o “Nestinho” fez com amigos seus a Marrocos e que inspirou muitos de nós, à época novatos mototuristas, a rumar a Sul. Isto terá sido há mais de vinte anos, eu, provavelmente, ou ainda andaria de “cinquentinha” ou teria uma Yamaha XV Virago 250.
Certo é que passadas mais de duas décadas o Ernesto Brochado, conhecido motociclista da invicta e de Portugal inteiro, ainda conserva a sua maquina germânica. Suponho que será a moto com mais quilometragem que ainda rola por ai, cá no retângulo. E, se as motas falassem, esta teria muita, muitas histórias para contar!
Parabéns ao Ernesto e à sua gloriosa BMW K75!
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