segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Price vence etapa e é primeiro líder Ruben Faria faz segundo


Gonçalves termina na sexta posição depois de ter sido vigésimo oitavo no arranque para esta etapa. Rodrigues fechou o dia na decima quinta posição.
Classificação final (2ª etapa)
1º Toby Price - KTM com 3h46m24s
2º Ruben Faria - Husqvarna a 20 segundos
3º Stefan Svitko - KTM a 1m28s
4º Alain Duclos - Sherco a 1m51s
5º Matthias Walkner - KTM a 2m00s
6º Paulo Gonçalves - Honda a 2m38s
7º Joan Barreda - Honda a 3m22s
 ...
15º Hélder Rodrigues - Yamaha a 7m33s

Dakar segunda etapa

As motas já rolam na ligação
As últimas noticias conhecidas (link) dão conta que o percurso foi reduzido na parte final da especial de hoje devido às chuvas de ontem. Tudo termina em CP4. Motos e quads com distância reduzida de 450 para 354 km (carros e camiões fazem 387 em vez de 510 km.). 

A partida para o troço foi atrasada em uma hora na tentativa de evitar evitar ao máximo a circulação nocturna das motos pela madrugada, na saída do bivouac - motos às 10h40 e carros às 13h15 (de Portugal Continental). 

Há ainda notícia de que o tempo continua a não colaborar. A chuva está de novo presente.

domingo, 3 de janeiro de 2016

Gonçalves chega rebocado ao final do dia de hoje


Dakar..., primeira etapa cancelada

Étienne Lavigne, director da corrida, confirma o cancelamento da primeira etapa da mítica maratona. Podemos ler no comunicado que “os helicópteros necessários para garantir a segurança dos participantes durante a corrida são incapazes de voar devido a condições climáticas desfavoráveis no decorrer do especial e no final de toda a etapa. Motos e quads irão viajar de comboio, carros por conta própria e camiões no percurso reservado para veículos de assistência”. 

Começa da pior forma possível esta edição dakariana…, depois do grave acidente (link) protagonizado ontem pela da chinesa Guo Meilin, que saiu da estrada após um salto no prólogo, provocando vários feridos graves, hoje chuvas e ventos fortes trazem a desilusão aos amantes da mítica aventura.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Ai está o Dakar…

Desde miúdo que o Dakar desperta em mim fortes emoções e desejos. 

Enquanto não vi o deserto não descansei. Por um par de vezes rumei a Sul para repousar por umas horas num Albergue que beija as douradas areias do Sahara. De Lisboa a Merzouga, no Erg Chebi (sul de Marrocos) são pouco mais de mil e quinhentos quilómetros. Um Mundo intenso, diferente. Ainda hoje, uma viagem no tempo, ao alcance de qualquer um... 

A culpa deste fascínio é dessa grande aventura, a corrida mais louca do Mundo, que um dia pariu de Lisboa. De Lisboa…, que sempre sonhei ser a cidade perfeita para a partida do mítico Rally Dakar.

O Dakar já não parte mais de Lisboa nem sequer lambe as areias africanas que o tornaram celebre. 

Na América do Sul encontramos o Dakar possível. Para uns melhor do que em Africa, para outros pior. Mas sempre incontornável. 

Hoje o Escape celebra 1979, a primeira edição. E celebra também Cyril Neveu, o vencedor das duas primeiras edições do Rally com a sua Yamaha XT500.

Feliz Ano Novo

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Circulação inter-faixas regulamentada em França


A 26 de Dezembro foi publicado o diploma legal no Jornal oficial francês. A circulação inter-faixas legal, vai entrar brevemente em fase experimental nalgumas regiões gaulesas. A rigorosa (no interesse dos motociclistas) Fédération Française des Motards en Colère já se mostrou satisfeita. Para ler aqui (link) e aqui (link). (O Escape sabe que tal medida deverá chegar a Portugal, talvez, daqui por mais ou menos uns milhares de luas...).

sábado, 26 de dezembro de 2015

Boxing Day no próximo Oeste

Escapar…, nada melhor do que uma “voltinha saloia” para ajudar à consolidação das calorias exageradamente ingeridas nos últimos dias. 

Apesar dos seus seis meses de vida, esta foi apenas a primeira voltinha do género, excetuando a necessária rodagem. 

Varias coisas: contínuo a não gosta do conforto da Crosstourer; continuo a adorar o DCT. Continuo a não gostar da entrega de potência nalguns momentos; continuo a adorar o comportamento da mota. Pela primeira vez fiz uma pequena incursão fora de estrada num caminho lento com pedaços de areia. Estou longe de ser um “terrícola” mas não desgostei de andar longe do asfalto…, acho…, que a malta das novas Africa Twin vai adorar a versão DCT. 

Outras coisas: fim de Dezembro, dezoito graus, sol, asfalto seco e limpo e…, quase-zero motas na estrada. Esta pequena volta de cerca de 150 quilómetros, por boas e retorcidas estradas da Região de Lisboa, foi da urbe ao Oceano furioso e deste às colinas do bom vinho da Região. É um passeio curto, eclético e com alguns troços de estrada de classe mundial ao nível do divertimento na condução. Como entender então o “quase-zero motas na estrada”? Eu sei…, mas prefiro não dizer…, como prefiro não falar muito no itinerário que na sua melhor parte apresentava-se absolutamente deserto de qualquer tipo de veículos. 

Ao regressar a casa: soube-me a pouco!
Site Meter