quarta-feira, 1 de junho de 2016
terça-feira, 31 de maio de 2016
Honda NC750X 2016 DCT ABS à prova
Como é sabido, a popular família NC, da Honda, foi recentemente renovada. Quis o destino que a primeira mota a ser alvo de uma prova mais aprofundada por este Escape fosse precisamente a Honda NC750X 2016 DCT ABS.
Honestamente, a primeira impressão nem foi a melhor. Ainda parada, a NC750X apresenta-se algo delgada e angulosa. Nos primeiros quilómetros para além de um banco áspero, estranhei a posição dos pés algo recuada. Desgostei ainda dos instrumentos, de leitura, por vezes, nada fácil. Mas, como tudo na vida, há que atender à natureza das coisas. E a NC750X é uma utilitária com aspiração a algo mais.
A adaptação é muito fácil. A condução é suave e intuitiva. Na cidade, apresenta-se disponível, ágil e dinâmica. Na estrada, quando lhe pedimos mais, o motor surpreende algures pelas 5000 rpm, quando dispõem de binário e potência máximas. A travagem é suave e progressiva, Apesar de alguma dureza nas suspensões, a ciclista é à prova de qualquer reparo. E, cereja no topo do bolo, este DCT surge como o melhor que já tive oportunidade de provar, roçando a perfeição. E os consumos fixaram-se nuns redondos 4 litros por cem quilómetros de prazer de condução
Aproveito ainda – por serem acertadas - as palavras de um amigo que conduz diariamente uma anterior versão da NC, com caixa tradicional: A Honda NC750X até pode não ser, para alguns motociclistas mais experientes, incrível. Mas é, sem dúvida incrivelmente competente.
Uns sortudos, estas novas gerações de motociclistas. Por 8200€ - o que já não é pouco, na verdade – podem dispor de uma mota com tecnologia de referência, que os faça evoluir diariamente nas suas deslocações diárias em “classe económica”, mas também, que lhes possibilite crescer em “classe superior”, enquanto putativos futuros viajantes.
segunda-feira, 30 de maio de 2016
A propósito da prova à Honda NC750X 2016 DCT ABS
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| Quando ir a Espanha era..., épico. |
No século passado, entre 1994 e 1998, tive uma Honda NTV 650. A minha segunda mota. À época, apesar de já trabalhar, era a mota possível. E desejável, em bom rigor.
A NTV, para além de ter nome de canal de televisão nipónico, era uma mota espartana. Uma utilitária de média cilindra com pretensões de turismo “low cost” - na época esta expressão não se utilizava. Em bom português, a NTV era um belo “charutão”. Uma mota frugal com 57cv, 56Nm e pouco mais de 210 Kg., tecnologicamente do mais simples possível. Andava pouco e vinha equipada com um quadro apenas suficiente, suspensões básicas e “abrandões”. Bailava a curvar e torcia-se para parar. Tudo apenas suficiente, é certo mas…, nesse período aviei-a com cerca de noventa mil quilómetros.
As novas gerações de motociclistas nem sonham a sorte que têm ao ter ao seu dispor uma mota como a Honda NC750X 2016 DCT ABS – tentarei explicar melhor o que quero dizer num texto futuro…
[Na imagem, a minha Honda NTV 650 na companhia da Yamaha XJ 600 do meu querido amigo e apaixonado pelas motas Paulo Moniz - hoje responsável pela Rod'aventura, excelente espaço de acessórios e equipamento]
domingo, 29 de maio de 2016
Duzentos…
Com pouco mais de um ano e um mês de vida, o Escape atinge a marca da sua “raterada” número duzentos. Bolas…, é obra. Com um pouco de exagero…, é caso para dizer que já vi revistas de motos durarem menos tempo…
Com aqui escrevi (link), na sempre difícil fase inicial da vida de um blogue: “a principal medida de sucesso deste blogue é o prazer que retiro em construi-lo diariamente. Neste sentido, o Escape Mais Rouco é um inegável sucesso”. Nem mais…
Muito obrigado a todos os que por aqui vão passando, em especial aos (já) mais de seiscentos que fazem o favor de “gostar” da pagina facebookiana deste Escape (link).
sábado, 28 de maio de 2016
quinta-feira, 26 de maio de 2016
Bailando no Oeste
Os planetas alinharam-se e o Escape fez por aproveitar.
Ao facto de ter na minha posse a Honda NC750X, juntou-se o dia feriado. A estes juntou-se um tempo meteorológico absolutamente perfeito para andar de mota: nem frio, nem calor, sol delicioso e céu imaculadamente limpo. A tudo isto foi fácil adicionar as óptimas estradas do oeste nacional, nesta primavera, emolduradas de colinas de um verde épico, quase neozelandês, bem como o permanente cheiro a flores e o intenso odor a vinha fresca e jovem.
Não foi necessário mais para passar uma rica tarde a bailar no asfalto do oeste.
Não desesperem pela prova à NC750X…, logo, logo darei aqui no Escape nota da mesma.
Hoje queria apenas destacar a pequena viagem: deliciosa!
quarta-feira, 25 de maio de 2016
terça-feira, 24 de maio de 2016
O Escape em modo Candy Arcadian Red
Candy Arcadian Red. É musical. Soa bem. Numa possível tradução literal: rebuçado arcadiano vermelho. Em bom português, doce mota encarnadinha. Isso mesmo!
Na verdade, Candy Arcadian Red, é o nome técnico da cor desta Honda NC750X 2016 DCT ABS. E quis o destino que esta encarnadinha, bem bonita por sinal, fosse escolhida para uma primeira prova mais completa, aqui no Escape.
Do resultado de tal prova irei dar conta em textos num futuro breve. Agora é tempo de…, escapar; até porque, já com mais de cem quilómetros rodados, o computador de bordo indica uns “patéticos” 3.8l./100Km. É de aproveitar, não….?
sábado, 21 de maio de 2016
quarta-feira, 18 de maio de 2016
terça-feira, 17 de maio de 2016
The Next 100 Years Roads Of Tomorrow
O ano passado tive oportunidade de elogiar sobejamente (aqui, aqui e aqui) o BMW Motorrad Riding Experience. Este ano, a Casa Bávara, a propósito do seu primeiro centenário, decidiu rever e alargar o evento e integra-lo numa verdadeira festa, que não se resume às duas rodas, denominada “The Next 100 Years. Roads Of Tomorrow”.
Não é fácil falar sobre o que se passou no passado fim-de-semana no autódromo do Estoril – em bom rigor só estive presente no sábado. Não é fácil, desde logo, porque este é um evento absolutamente impar - nenhuma outra marca consegue apresentar qualquer coisa sequer parecida. Não é fácil, ainda, porque faltam os adjectivos…, impressionante como tudo corre literalmente sobre rodas, com pontualidade britânica e uma eficácia verdadeiramente germânica.
Tal como aconteceu no ano passado, foi um dia pleno de motas e motociclismo. Parabéns a todos os envolvidos nas Estradas do Amanhã.
Nota apenas para dizer o óbvio mas…, que parece que escapa a alguns. O sucesso de eventos como este, e a sua repetição em anos posteriores, depende muito do comportamento de todos os motociclistas que nele participam. A todos é conferida máxima liberdade mas também exigida máxima responsabilidade. Nunca se esqueçam da responsabilidade.
No mais…, muito obrigado BMW Motorrad Portugal!
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