Oito de Junho do ano de dois mil e dezasseis…, e ainda é necessário alertar que os Oceanos devem ser para preservar e não para destruir com, por exemplo, absurdas campanhas publicitarias como a da fotografia que ilustra este post. Deixem os Oceanos em paz para os seus autóctones e para os humanos que dele sabem desfrutar. É caso para actualizar o slogan: destruam a terra e o asfalto não os Oceanos!
quarta-feira, 8 de junho de 2016
Destruam a terra e o asfalto não os Oceanos
Oito de Junho do ano de dois mil e dezasseis…, e ainda é necessário alertar que os Oceanos devem ser para preservar e não para destruir com, por exemplo, absurdas campanhas publicitarias como a da fotografia que ilustra este post. Deixem os Oceanos em paz para os seus autóctones e para os humanos que dele sabem desfrutar. É caso para actualizar o slogan: destruam a terra e o asfalto não os Oceanos!
segunda-feira, 6 de junho de 2016
O Escape está loucooo #1
O Escape e a Pipoca (link) têm em comum a sua natureza de blogue. E de coisas comuns entre o Escape e a Pipoca estamos conversados.
As motas estão na moda mas as motas não são nem nunca serão – à excepção de momentos pontuais – moda.
O Escape não é nada invejoso e acha muita piada que à Pipoca ofereçam tudo e mais “um par de botas”. O Escape quando for grande duvida que quererá ser como a Pipoca.
Mas o Escape também tem o direito de ficar loucooo como a Pipoca…, têm é de gastar dinheiro porque, com uma ponta de pena, não vive disto…
Tudo para contar que na semana passada fui à Motoponto reclamar de uma desafinação no meu Schuberth c3 PRO da cor dos limões. Fui muito bem atendido pela Sofia e restantes miúdas. Fiquei de lá passar hoje para que o capacete fosse desmontado e sofresse a digníssima limpeza e manutenção. Aproveitei, naquele momento, flirtar com umas luvas da moda, cem por cento pele. E hoje, quando lá voltei, não resisti a trazer comigo as Dainese Ellis Man Gloves iguaizinhas às da foto. A internet diz serem muito boas. Na primeira voltinha com elas, adorei…, parece que a mota é conduzida por umas mãos diferentes. Impressionante como o bom equipamento faz toda a diferença.
sábado, 4 de junho de 2016
quarta-feira, 1 de junho de 2016
terça-feira, 31 de maio de 2016
Honda NC750X 2016 DCT ABS à prova
Como é sabido, a popular família NC, da Honda, foi recentemente renovada. Quis o destino que a primeira mota a ser alvo de uma prova mais aprofundada por este Escape fosse precisamente a Honda NC750X 2016 DCT ABS.
Honestamente, a primeira impressão nem foi a melhor. Ainda parada, a NC750X apresenta-se algo delgada e angulosa. Nos primeiros quilómetros para além de um banco áspero, estranhei a posição dos pés algo recuada. Desgostei ainda dos instrumentos, de leitura, por vezes, nada fácil. Mas, como tudo na vida, há que atender à natureza das coisas. E a NC750X é uma utilitária com aspiração a algo mais.
A adaptação é muito fácil. A condução é suave e intuitiva. Na cidade, apresenta-se disponível, ágil e dinâmica. Na estrada, quando lhe pedimos mais, o motor surpreende algures pelas 5000 rpm, quando dispõem de binário e potência máximas. A travagem é suave e progressiva, Apesar de alguma dureza nas suspensões, a ciclista é à prova de qualquer reparo. E, cereja no topo do bolo, este DCT surge como o melhor que já tive oportunidade de provar, roçando a perfeição. E os consumos fixaram-se nuns redondos 4 litros por cem quilómetros de prazer de condução
Aproveito ainda – por serem acertadas - as palavras de um amigo que conduz diariamente uma anterior versão da NC, com caixa tradicional: A Honda NC750X até pode não ser, para alguns motociclistas mais experientes, incrível. Mas é, sem dúvida incrivelmente competente.
Uns sortudos, estas novas gerações de motociclistas. Por 8200€ - o que já não é pouco, na verdade – podem dispor de uma mota com tecnologia de referência, que os faça evoluir diariamente nas suas deslocações diárias em “classe económica”, mas também, que lhes possibilite crescer em “classe superior”, enquanto putativos futuros viajantes.
segunda-feira, 30 de maio de 2016
A propósito da prova à Honda NC750X 2016 DCT ABS
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| Quando ir a Espanha era..., épico. |
No século passado, entre 1994 e 1998, tive uma Honda NTV 650. A minha segunda mota. À época, apesar de já trabalhar, era a mota possível. E desejável, em bom rigor.
A NTV, para além de ter nome de canal de televisão nipónico, era uma mota espartana. Uma utilitária de média cilindra com pretensões de turismo “low cost” - na época esta expressão não se utilizava. Em bom português, a NTV era um belo “charutão”. Uma mota frugal com 57cv, 56Nm e pouco mais de 210 Kg., tecnologicamente do mais simples possível. Andava pouco e vinha equipada com um quadro apenas suficiente, suspensões básicas e “abrandões”. Bailava a curvar e torcia-se para parar. Tudo apenas suficiente, é certo mas…, nesse período aviei-a com cerca de noventa mil quilómetros.
As novas gerações de motociclistas nem sonham a sorte que têm ao ter ao seu dispor uma mota como a Honda NC750X 2016 DCT ABS – tentarei explicar melhor o que quero dizer num texto futuro…
[Na imagem, a minha Honda NTV 650 na companhia da Yamaha XJ 600 do meu querido amigo e apaixonado pelas motas Paulo Moniz - hoje responsável pela Rod'aventura, excelente espaço de acessórios e equipamento]
domingo, 29 de maio de 2016
Duzentos…
Com pouco mais de um ano e um mês de vida, o Escape atinge a marca da sua “raterada” número duzentos. Bolas…, é obra. Com um pouco de exagero…, é caso para dizer que já vi revistas de motos durarem menos tempo…
Com aqui escrevi (link), na sempre difícil fase inicial da vida de um blogue: “a principal medida de sucesso deste blogue é o prazer que retiro em construi-lo diariamente. Neste sentido, o Escape Mais Rouco é um inegável sucesso”. Nem mais…
Muito obrigado a todos os que por aqui vão passando, em especial aos (já) mais de seiscentos que fazem o favor de “gostar” da pagina facebookiana deste Escape (link).
sábado, 28 de maio de 2016
quinta-feira, 26 de maio de 2016
Bailando no Oeste
Os planetas alinharam-se e o Escape fez por aproveitar.
Ao facto de ter na minha posse a Honda NC750X, juntou-se o dia feriado. A estes juntou-se um tempo meteorológico absolutamente perfeito para andar de mota: nem frio, nem calor, sol delicioso e céu imaculadamente limpo. A tudo isto foi fácil adicionar as óptimas estradas do oeste nacional, nesta primavera, emolduradas de colinas de um verde épico, quase neozelandês, bem como o permanente cheiro a flores e o intenso odor a vinha fresca e jovem.
Não foi necessário mais para passar uma rica tarde a bailar no asfalto do oeste.
Não desesperem pela prova à NC750X…, logo, logo darei aqui no Escape nota da mesma.
Hoje queria apenas destacar a pequena viagem: deliciosa!
quarta-feira, 25 de maio de 2016
terça-feira, 24 de maio de 2016
O Escape em modo Candy Arcadian Red
Candy Arcadian Red. É musical. Soa bem. Numa possível tradução literal: rebuçado arcadiano vermelho. Em bom português, doce mota encarnadinha. Isso mesmo!
Na verdade, Candy Arcadian Red, é o nome técnico da cor desta Honda NC750X 2016 DCT ABS. E quis o destino que esta encarnadinha, bem bonita por sinal, fosse escolhida para uma primeira prova mais completa, aqui no Escape.
Do resultado de tal prova irei dar conta em textos num futuro breve. Agora é tempo de…, escapar; até porque, já com mais de cem quilómetros rodados, o computador de bordo indica uns “patéticos” 3.8l./100Km. É de aproveitar, não….?
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