quinta-feira, 30 de junho de 2016

Às bancas povo das motas


Este Escape tem o enorme prazer de colaborar, ainda que de forma humilde, na REV #34. “Estradas do Amanhã” é o texto escapista que ali podem encontrar; um texto que tenta relatar um dia diferente, um dia no BMW Motorrad Riding Experience do passado més de Maio. 

Razões não faltam para lermos a REV. Esta…, é apenas mais uma. E logo na “edição Kevin Schwantz”. 

Rateres…, que orgulho, pah!!

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Quarenta e quatro voltinhas ao sol completadas

Fui reler o post que tinha escrito aqui (link), precisamente neste dia mas do ano passado. Honestamente, gostei! 

Este ano diria…, não me sinto tão inspirado. Mas não “estou coiso”. De facto, tal como desejei há trezentos e não sei quanto dias, não me tem faltado na vida honesta paixão. 

Nos próximos trezentos e não sei quantos…, dou o braço ao Miguel. Salto para cima daquela coisa que ele tão bem conduz aos fins-de-semana por esse mundo fora e…, ai vamos nós orgulhosamente a carregar o dorsal 44! 

Coincidências…


Saca! #13


terça-feira, 28 de junho de 2016

Honda CB500F à prova

Posto isto (link), será a actual CB500F assim tão diferente da primeira versão bicilindrica que chegou até nós há mais de vinte anos?

Bem.., hoje temos uma CB500F parte integrante da alargada “família Quinhentos” da Honda, irmãs dotadas de motores com potência ajustada para poderem ser usadas pelos titulares de carta A2. Um quadro tipo diamante, mono-amortecedor na suspensão traseira, discos de travão generosos em ambas as rodas e “caixa de 6”. Temos ainda, injecção electrónica PGM-FI e pneus com dimensões dignas desse nome; ABS de serie, forquilha dianteira ajustável e excelente iluminação por LED. Tal como nos saudosos 90´s, continua tudo muito simples e tudo muito eficaz. 

Num plano subjectivo, confesso a minha desconfiança antes de subir para a mota. Sempre fui crítico deste aspecto mais arrojado nas motos contemporâneas. Os instrumentos mínimos continuam a não me convencer; também aqui vamos encontrar demasiada informação em tão pouco espaço, e dificuldade de a interpretar consoante a intensidade e posição solar.

Tudo muda quando engatamos a primeira, arrancamos, e com suavidade tiramos os pés do chão. O corpo encaixa muito bem no assento e deposito. A posição é agradável e satisfatória. A adaptação é instantânea e tudo se passa de forma intuitiva. O motor é nervoso e surpreende quando rodamos o punho. As suspensões solidas mas eficazes. A travagem, sem qualquer reparo. 

Na luta urbana, terreno de eleição desta CB, tudo se passa de forma satisfatória e, a espaços, até bem divertida. O eixo dianteiro podia ser mais dinâmico mas tal não compromete um comportamento fulgurante no meio dos demais utilizadores da via pública. 

A prova revelou-se económica – 3.9 litros por cem quilómetros de agilidade e diversão. E, por falar em economia, penso não ser possível desejar mais pelo preço que a Honda pede por esta mota. Quem levar esta Honda CB500F leva muita mota por 5900€. Sublinho o que já afirmei em outras ocasiões: uns sortudos, estas novas gerações de motociclistas.

domingo, 26 de junho de 2016

A propósito da prova à Honda CB500F


Entre nós a Honda CB 500 não é apenas mais uma mota mas sim uma pequena instituição. 

Quando por cá chegou, algures em 1993, ainda não havia cartas de condução segmentadas como hoje. Todavia, a média cilindrada da Honda veio ocupar um espaço muito importante. Nos diferentes grupos que conheci à época, existia sempre um ou mais CBzão - como alguns dos seus proprietários a apelidavam. 

Esta mota dos anos finais do século passado, era uma espécie de pequena clássica relativamente actualizada. Quadro tubular, bicilíndrico paralelo, duplo amortecedor atrás e apenas (pelo menos nas primeiras versões) disco no travão na roda da frente. Tudo muito espartano, tudo muito económico e tudo muito eficaz. 

Tal frugalidade não impediu a CB 500 de se estabelecer com um inegável sucesso. Muitas fizeram dezenas de milhares de quilómetros e, ainda hoje, a CB 500 “anos 90” é uma mota procurada e valorizada. 

Mas a CB 500 não nasceu alí nos anos 90. A CB 500 nasce lá nos anos 70, um pouco mais cedo que eu. Tinha o dobro dos cilindros um ar absolutamente clássico e muito estilo. Infelizmente nunca conheci nenhuma…

sexta-feira, 24 de junho de 2016

O Escape em modo Millennium Red


Pequena, média, vá…., nervosa, rápida e ágil. Bonita? Questionável. Mas sedutora e disponível é certamente. Tal como segura. E simples.

Por estes dias tenho a sorte de andar a escapar em modo Honda CB500F Millennium Red. Esta divertida e económica média cilindrada nipónica.

Um fluxo constante de sonho

Como terá dito Orson Welles, “o cinema não tem fronteiras nem limites, é um fluxo constante de sonho”. Enfim…, começa hoje, dia 24 de junho às 20h00 a primeira edição do Lisbon Motorcycle Film Fest. 


Além dos doze filmes que serão exibidos ao longo dos três dias do evento, será possível ainda contemplar cinco motos que estarão expostas no foyer do Cinema São Jorge: Yamaha V-Max 60Th Anniversary, Moto Guzzi Eldorado, BMW Concept Ninety, BMW Concept 101 e BMW Concept Path 22; de sublinhar que é a primeira vez que os três protótipos da BMW Motorrad serão expostos em Portugal. 

Também no foyer do Cinema São Jorge, estará patente a Exposição X-STUDIO promovida pela NEXX Helmets, que desafiou alguns dos melhores artistas, ilustradores e tatuadores portugueses para aplicar o seu talento num capacete, como se fosse uma tela em branco. 

Na vida, tal como no cinema, o tal fluxo constante de sonho fez nascer este festival. Passem pelo São Jorge, vai, seguramente, valer a pena.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

BMW K 1600 GT à prova

Que tipo de motociclista és tu? 

Fica sempre bem começar um texto com uma questão. Que tipo de motociclista és tu, afinal? Agora que pensas nisto…, a resposta não parece assim tão fácil ou óbvia. 

E quanto a mim? Que tipo de motociclista serei? Pois…, quando colocamos determinadas interrogações é que são elas, como se costuma dizer. 

Esta verdadeira rainha do asfalto é por demais conhecida, já todos algum dia lemos ou ouvimos alguém falar dela. Do seu motor vivo e desejoso de punho aberto, das suas suspensões excelentes, do sue conforto impar, da sua arreliante caixa (sim, está por construir a moto perfeita) e do seu comportamento exemplar. 

De facto, a K 1600 GT da BMW não é uma moto para todos os tipos de motociclistas. É, desde logo, uma moto para aqueles que depois de a admirarem durante algum tempo, se sentam nela, a ligam, dão uma voltinha pelo extenso menu da parafernália electrónica, engatam a primeira, arrancam ainda meio a medo e, de forma instantânea, exclamam dentro do seu capacete: é lahhhh, mas esta moto sempre foi minha?!? 

Confesso, para mim foi tal e qual assim, a hexacilíndrica foi amor ao primeiro arranque. E foi com (enorme) dificuldade que a tive de devolver ao seu dono. Pois esta é daquelas motos que nos fazem sentir novamente crianças. Um brinquedo que quer ser usado e abusado. Uma e outra vez. Sem parar. Uma moto que não cansa e apetece andar nela sem parar, até esgotarmos o nosso tempo disponível para tal.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Tempo de Cinema

Um Festival de Cinema dedicado às motos, motociclistas e motociclismo não é todos os dias. Em bom rigor, é mesmo a primeira vez que tal coisa acontece entre nós e…, logo aqui em Lisboa. 

O cartaz da primeira edição do Lisbon Motorcycle Film Fest é composto por doze filmes, quatro longas e oito curtas, duas destas produções nacionais: “Salt Fever” e “Nossa Senhora das Corridas”, que terá no dia 25, sábado, a sua estreia mundial no Festival. Ainda nas curtas, destaque para a mais recente produção da Deus Ex-Machina, “South To Sian”. 

Para fechar cada dia do festival, teremos uma longa-metragem: “Out Of Nothing” na sexta-feira, “The Greasy Hands Preachers” no sábado e no domingo, a exibição da sequela “On Any Sunday” e “On Any Sunday: The Next Chapter”. Lamentavelmente todos os filmes serão exibidos na versão original, ou seja, sem legendas – alago certamente a rever em futura edição. 

Não percam!
Site Meter