sexta-feira, 24 de março de 2017

SYM Jet 14 mais uma anti-PCX a chegar

Apesar de ainda faltar mais de uma semana, o Lisboa MotoShow na Fil começa a mexer com a cena motociclista. 

A SYM vai apresentar na FIL mais uma concorrente à digníssima líder do segmento, a Honda PCX. 

Segundo a marca, a SYM Jet 14 apresenta uma configuração “user friendly” onde se destaca uma plataforma plana que confere mais espaço para descansar os pés, e um assento ergonómico garante de maior conforto na cidade. Ainda segundo a marca, a SYM Jet 14 é leve e fácil de manobrar. As suas jantes de 14 polegadas são indicadas para uma condução em cidade e pode ainda beneficiar do seu baixo peso de 122kg para a manobrar com mais facilidade. A SYM Jet 14 oferece um painel de instrumentos LCD cm três secções distintas que apresentam com clareza a informação e maior espaço de arrumação - para além de permitir arrumar um capacete integral debaixo do assento, pode também arrumar as suas luvas no espaço dianteiro. 

A seguir com atenção, pelos amantes do segmento.

Limalhas de História #28 – 24 de Março de 1991

Veni, vidi, vici, terá dito o general e cônsul romano Júlio César em 47 a.C.. César utilizou a frase numa mensagem ao senado romano descrevendo a sua recente vitória sobre Fárnaces II do Ponto na Batalha de Zela. Uauuuuuu…!!! 

Faz hoje exactamente 26 anos. Suzuka. Japão. Arranque do Mundial desse ano. O simpático Noboru Ueda estreia-se na classe 125cc. E logo com uma pole. “Nobby” arranca nesse dia para fazer “barba e cabelo”. À Pole junta a vitoria na corrida e a volta mais rápida da mesma. Que estreia! Ueda realizou doze épocas. Nunca mudou de classe. Venceu mais doze vezes ao longo da sua carreira e o melhor que conseguiu foi ser vice-campeão em 1994. Sempre na Honda. Uauuuuuu…!!!

quinta-feira, 23 de março de 2017

Limalhas de História #27 – 23 de Março de 1985




“Fast Freddie”, eterno “Fast Freddie”! 

Faz hoje exactamente 32 anos. Kyalami. Midrand, Gauteng, Africa do Sul. Recordamos, Kyalami significa “a minha casa” em Zulu. Uma das “casas” que Freddie Spencer deixou pelo mundo fora. Faz hoje exactamente 32 anos, dizia, que Spencer começava a época a vencer em 250cc e a fazer segundo em 500cc. A temporada terminaria com sete mais sete vitórias. E dois títulos mundiais. Lenda!

quarta-feira, 22 de março de 2017

Regresso ao Futuro parte V - e última?

[Uma Dominator que não foi mais do que um sonho de verão. Ainda se recordam?

Aqui (link), aqui (link), aqui (link) e aqui (link) vai parte da história. Longa. Interminável. Mas ainda não acabou.

O regresso ao futuro é para ser feito devagarinho… ]

Preso em mil novecentos e noventa e dois. A primeira ajuda chega montada noutro pedaço desse tempo. Um velho Opel Corsa, literalmente a cair de podre, com algo parecido a dois neo-hippies lá dentro chega em meu socorro. Era o Gustavo e a companheira. Dono da casas onde iria pernoitar por duas noites. Casa fantástica, um pouco mais para Norte, na bela Favaios, terra de grandes vinhos e do famoso Moscatel. Casa, pois claro, estrategicamente situada no meio das vinhas. 

E como é que o Gustavo me queria ajudar? Com uma bomba de encher pneus de bicicleta, daquelas azuis, lembram-se? Bomba essa que tinha de estar assente num fedorento tapete do velho Corsa. Porquê? Porque o dono da bomba, o Sr. Paulo, que tem uma casa de arranjo de bicicletas e motorizadas não queria ver a bomba estragada nem sequer estragada. Isto estava a correr bem… Recordo…, eu “estava” em mil novecentos e noventa e dois. 

Obviamente, nada feito. Bagagem e casaco para dentro do carro, rabo para cima do deposito e siga fazer dez quilómetros em primeira-segunda-primeira até à loja do tal minhoquinhas do Sr. Paulo. 

O Sr. Paulo quando me vê exausto e desidratado a chegar à sua magnífica escura e bafienta oficina do Pinhão, foi peremptório: “que hoje nada a fazer!”. Não?!? Como não? Claro que sim. Vamos dai Sr. Paulo que eu dou uma ajudinha. Pneu desmontado, camara de ar trocada e já está. Tudo resolvido. Oito e tal, estrada acima para Favaios tomar um banho e comer uma suculenta posta. Ou não…

Dois quilómetros depois, junto á lindíssima quinta do Noval (onde crescem uvas que dão dos melhores vinhos do mundo, não sou eu que o digo mas sim os especialistas) com as colinas banhadas pela luz doirada e magica do entardecer a beijar o verde escuro da vinha…, novo furo! Basta! Só me apetecia mandar a pobre “Domie” por quelas ribanceiras abaixo. Ela que fosse para o Diabo que a carregue…, “fartinho disto…, quero voltar para o presente, e quero voltar já!”. Ou não… 

A Dominator lá veio por ali abaixo, devagarinho, devagarinho, até se imobilizar na oficina do Sr. Paulo que, quando me viu, parece ter visto o demónio: “esta mota não fica aqui, não quero cá a sua mota, nem pensar…”. Sim Sr. Paulo. Ou não. Lá ficou a velha NX650 aos cuidados do mau humor endémico do Sr. Paulo que “amanhã. Domingo, ainda tinha de ir para o porto com umas bicicletas”.

(continua, ufffff…, isto já parece uma interminável novela mexicana, ou pior ainda, da TVI).

Saca! #23


terça-feira, 21 de março de 2017

On the road again…




Bueno…, não há desculpa possível, eu sei. 

O Escape fez “pit stop” algures em Novembro passado e nunca mais deu sinal da sua voz rouca. 

Mas quem resiste a uma boa primavera? Tal como as andorinhas, os espirros e o asfalto sequinho, sequinho, o Escape está de regresso. Voltou também com o início do Mundial de Velocidade – já este fim-de-semana - e dos Salões de motos, equipamentos e acessórios a Lisboa – já nos primeiros dias de Abril. 

Querem saber o que diz a placa que a jovem mostra ao piloto? Venham dai…

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Regresso ao Futuro parte IV

A viagem de regresso a dois mil e dezasseis apresentou-se quase como uma aventura de fazer corar de vergonha os nossos amigos Marty McFly e o sábio Dr. Emmett Brown.

Descoberta a mota…, negociada a mota…, foi tempo de partir para o Porto numa manhã de sábado de “céu azul em todo o território nacional”. Em bom rigor a viagem começava de carro. De casa até ao aeroporto. Sim, fui ao Porto buscar uma mota de avião. E depois? Com bilhetes a trinta paus queriam o quê? Expresso? Já lá vamos. 

Simpaticamente o vendedor foi-me buscar pelas oito e meia a Pedras Rubras. O Porto tem um aero…, porto bem catita. Loja do cidadão em Gaia, negocio feito e…, uma eternidade para efectuar o Registo. Obrigadinho e…, siga para um francesinha sacada de um forno de lenha no restaurante Locanda em Canelas – o Escape recomenda. 

Sou um optimista por natureza. E ao ir ao Porto buscar uma “moto nova”, em tempo de alguns dias de férias, decidi “fazer-lhe a rodagem” com um passeio até ao Alto Douro Vinhateiro, suas belas estradas e óptima gastronomia. Depois um regresso pausado redescobrindo alguns troços da agora famosa Nacional 2. 

Como tudo na vida, o que o demasiado torna-se nefasto, incluindo o optimismo. Um calor infernal a fazer jus ao velho adagio trasmontano (nove meses de inverno e três de inferno) veio dizimar o velho pneu de origem (sim, de origem, de 1992!!) da agora minha Honda NX650 Dominator. Uma cavilha fora do lugar fez o resto: furo! 

Sábado, sete da tarde, moto “nova” sem seguro próprio, um sol abrasador, seguramente bem mais de trinta e cinco graus e eu ali parado entre a Régua e o Pinhão, no meio daquele vale paradisíaco que mais me pareceu naquele momento um pequeno purgatório.

O regresso ao futuro começava a complicar-se. Como é que se dizia na tropa – para quem a fez? Desenrasca-te! Assim teve de ser… 

(continua)

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Regresso ao Futuro parte III

Foi então necessária mais uma viagem no tempo, escrevi (link)… 

Mil novecentos e noventa e dois. Maastricht inunda o léxico da comunicação social, cidade holandesa onde á assinado o Tratado da União Europeia. Guterres ainda sabia fazer contas e é eleito secretário-geral do PS. Na música o grunge é luz e farol, Perl Jam, Alice in Chains, Soundgarden e Stone Temple Pilots fazem as delícias de todos nós. No cinema conhecemos Alien, Malcom X, mas também El Mariachi de Robert Rodriguez. No desporto que gostamos Alessandro Gramigni leva a Aprilia ao titulo das 125cc, Luca Cadalora a Honda ao das 250cc e Rainey é tricampeão pela Yamaha. 

Mil novecentos e noventa e dois, mês de Agosto. Mês e ano da venda e matriculação da minha Honda NX650 Dominator. Foi praticamente lá, em mil novecentos e noventa e dois, que venho a encontrar esta mota. Na cidade do Porto e com menos de 8000 km (oito mil quilómetros). Sim, leram bem, uma Honda NX650 Dominator, que não cheirando propriamente a novo (o estojo das ferramentas por acaso cheira) se apresenta praticamente como tal. 

A Honda NX650 Dominator é a moto que definiu um certo estilo de 'urban trail' nos anos noventa. Acarinhada por estafetas e por amantes de estradas secundarias devido ao seu motor pujante, à qualidade de construção e à confortável posição de condução, a “Domie” ainda hoje se faz notar como uma moto de excelente relação preço-qualidade. 

Ah…, e como correu a viagem de regresso a dois mil e dezasseis? Correu tudo bem? Pois… 

(continua)

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Trezentos

No início do verão que agora termina (sim, verão que é verão só termina com um verão assim, um verão de São Martinho) congratulava-me com o post número duzentos (link). 

Cerca de seis meses depois o Escape celebra mais uma centena de “rateradas”. Com esta…, ai vão trezentas – calma amigos…, a máquina é rija…, não corre o risco de gripanço

Na verdade…, a culpa disto tudo é vossa. Por exemplo, a página facebookiana deste vosso blogue (link), nestes últimos seis meses, mais do que duplicou de dimensão. 

Resta-me agradecer…, e deixar-vos com esta voltinha insana.

 

domingo, 13 de novembro de 2016

Moto de Culto

Os leitores mais atentos deste Escape, lembrar-se-ão de uma viagem de “Regresso ao Futuro” iniciada aqui (link) e aqui (link) interrompida. Neste último post prometia que a viagem continuaria… 

A ideia era contar a história da compra da minha Honda NX650 Dominator. Gostei tanto do que escrevi que decidi oferecer a prosa aos meus amigos da MOTOCICLISMO. “Regresso ao Futuro” transformou-se assim em quatro páginas da #307, em banca, sob o lema “Moto de Culto”. 

Este Escape esteve algo silencioso nas últimas semanas mas…, a vida não parou. Como quem acompanha a página de Facebook deste blogue sabe (link) a minha Honda NX650 Dominator já nem sequer é minha. Mas foi…, e enquanto foi deixou marca indelével. 

De uma brincadeira “Regresso ao Futuro” transformou-se num orgulho. Porque não é todos os dias que se partilham as páginas de uma revista com um “monstro sagrado” do motociclismo português, como o é António Lopes. 

“Regresso ao Futuro” é mais uma razão para comprarem a MOTOCICLISMO deste mês de Novembro, caso ainda não o tenham feito.
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