quarta-feira, 14 de junho de 2017
terça-feira, 13 de junho de 2017
Lisbon Motorcycle Film Fest em modo afirmação
Com muita pena…, este ano o Escape não esteve presente Lisbon Motorcycle Film Fest. O desafio foi gigante, mas com a ajuda de todos os patrocinadores e parceiros, a organização sente que ultrapassou largamente as suas próprias expectativas.
No segundo dia de evento já havíamos ultrapassado o número total de bilhetes vendidos nos 3 dias da primeira edição, a participação do público nas Talks foi bastante superior, no sábado à noite tivemos mais de 120 motos a rodar pelas ruas de Lisboa na primeira Night Ride que organizámos e no domingo de manhã conseguimos que cerca de 150 fãs do MotoGP viessem apoiar o piloto nacional Miguel Oliveira, na corrida de Moto 2, transmitida em directo na Sala Manoel de Oliveira, graças à Sport TV.
Fiquem atentos ao website e redes sociais do Lisbon Motorcycle Film Fest, pois ainda este ano a organização promete algumas boas surpresas para quem tal como este Escape é apaixonado por motos e cinema.
segunda-feira, 12 de junho de 2017
Regresso ao Futuro parte VI e última ufffff...
[Uma Dominator que não foi mais do que um sonho de verão, fim de odisseia....]
“Congelado” em mil novecentos e noventa e dois (link), restou-me uma boleia no velho Corsa, um banho gelado, a tal posta suculenta e uma noite quente mas de sono profundo graças ao cansaço.
Mas antes, preocupado, chateei meio mundo para me tentar desenrascar. A moto não tinha assistência em viagem e precisava de dois pneus novos com caracter de urgência. E, fundamentalmente, não queria gastar os meus parcos dias de férias preso no passado, em mil novecentos e noventa e dois, repito.
Com ajuda do meu amigo Moniz da Rod’aventura cheguei à fala com o Ricardo que julgava ser o Francisco, da Motocenter. O Ricardo teve a real pachorra de interromper o seu jantar de sábado, várias vezes, devido à minha insistência de querer dois pneus novos, para uma Dominator do século passado, e tudo isto para ontem
No dia seguinte continuei preso no século passado. Passeei num velho barco do Pinhão ao Tua. Alheira caseira e queijos suaves com nacos de pão para o almoço e uma tarde em perfeito “dolce fare niente” entre um pedaço de relva e uns mergulhos no Douro.
Chegamos a segunda-feira. Bem cedinho encontro enfim o veículo que me iria trazer de regresso para o futuro. Um Mercedes enorme, vermelho, bonito, ai com mais de cinquenta lugares, propriedade da Auto Viação Tâmega. Fui de avião para o passado. O regresso ao futuro foi feito de Expresso.
Naturalmente, já não foi necessário nova viagem ao Douro com os pneus na mão. Descer pela N2 de regresso ao futuro vai ter que ficar para outra oportunidade. Entretanto, a Honda NX650 Dominator já anda por ai nas suas voltinhas…, qual DeLorean DMC12.
Limalhas de História #31 – 12 de Junho de 1967
Houve um tempo em que motociclismo rimava com romantismo. Querem ler esta pequena limalha apaixonante?
Faz hoje exactamente 50 anos. Atlântico Norte. Bem no coração do Mar da Irlanda. Verde e húmida Ilha de Man. Início da quarta etapa do então campeonato mundial de velocidade em motociclismo. No primeiro de quatro dias de TT, Mike Hailwood limpava a categoria de 250cc aos comandos da mítica Honda de seis cilindros. Mas Mike “The Bike” não ficou por aqui na Ilha, vencendo ainda durante a semana a classe 350ccc e 500cc tendo sido nesse ano campeão do mundo de 250cc e 350cc e vice-campeão de 500cc. Fantástico!
sábado, 10 de junho de 2017
quinta-feira, 8 de junho de 2017
“Navegar” é preciso
Um destes dias estive na Motocenter a apreçar umas borrachas novas para a CRF1000L. Perguntaram-me pela Dominator. E ficamos por ali durante uns breves mas deliciosos minutos a falar de motas e motociclismo. Gosto de ser cliente na Motocenter. Como costumo dizer, vender algo não tem de ser apenas um negócio.
Acabei por vir para casa a pensar como seria bom poder racionalizar muito melhor o tempo de forma a investi-lo mais em duas coisas que adoro. Andar de mota e escrever sobre motociclismo.
O Escape voltou a ficar cheio de pó, aqui, parado na garagem dos blogues. E a máquina até tem alguma gasolina no depósito…, leia-se, alguns textos para publicar e outros aqui entranhados na alma.
Vamos a isso…, “navegar” é preciso!
Limalhas de História #30 – 8 de Junho de 1986
Há locais assim. Tão bonitos quanto perigosos. Três longas rectas. Meia dúzia de curvas encadeada. Tudo emoldurado por suaves e verdejantes colinas.
Faz hoje exactamente 31 anos. Salzburgring. Alpes austríacos. Não muito longe de uma das mais belas zonas lacunares do mundo, Salzkammergut. Eddie Lawson, na frente de Gardner e de Mamola, faz o tri de um tetra de vitórias que catapulta a sua Marlboro-Yamaha para o título de 500cc nessa temporada.
sábado, 22 de abril de 2017
quarta-feira, 19 de abril de 2017
Já basta!
Na primavera. Todos os anos é isto. Mas este ano tem sido demais. Com uma frequência quase diária morre mais um motociclista nas estradas portuguesas. Uma tristeza.
Algumas páginas, em especial da rede facebook, tornaram-se por estes dias verdadeiras páginas de necrologia. É demais! De manhã já me questiono. Quem será hoje? Um amigo? Um conhecido? Eu próprio? Será que hoje é o meu dia?
Aqui não há espaço para culpados. Aqui todos são vítimas. Quem parte, os sobreviventes, quem fica.
Alguém se lembra de uma campanha de segurança rodoviária em que os motociclistas sejam protagonistas? Alguém se lembra de uma campanha de segurança rodoviária em que os motociclistas se vejam protegidos? Alguém se lembra de uma campanha de segurança rodoviária que alerte para a fragilidade dos motociclistas?
Não, não, não e nunca. O dinheiro dos impostos que pagamos, o dinheiro das multas que pagamos podem servir para muito mas nunca para proteger o motociclista. Se calhar já basta, não?
E se o Estado nada faz e continua a assobiar para o lado enquanto saca taxas e taxinhas por mais um funeral de um motociclista, se calhar cabe nos a nós fazer alguma coisa, não? Se calhar cabe nos a nós, motociclistas, fazer mais do que um pequeno lamento, escrever um “RIP”, um “DEP”, um “não acredito”.
Onde anda a Federação? Onde estão os Moto Clubes? Onde estão os Grupos motards? E as revistas? Por que raio não avançamos nós com campanhas dignas que ajudem a parar com esta carnificina diária?
Perdoem me o desabafo. Mas…, já basta! E contem desde já com este Escape para o que for necessário!
terça-feira, 18 de abril de 2017
Honda CB500X à prova
Agilidade, diversão e economia. Não se esqueçam daquilo que acabei de escrever. Foi desta forma que caracterizei (link), em Junho do ano passado, a Honda CB500F. E desde que a provei que fiquei muito curioso em conhecer a versão X da família. Só agora foi possível abraça-la…
Confesso que a primeira impressão não foi apaixonante. Quando a fitei com atenção até me deixei levar pelas suas linhas fluidas. Todavia, o primeiro toque não arrebata. Tendo em conta a posição de condução, tudo parece liliputiano e, sobretudo, um encaixe de pernas algo recuado deixou-me algo apreensivo.
As vantagens de podermos realizar algumas centenas de quilómetros numa mota que não conhecemos são inúmeras. As primeiras impressões podem ser facilmente desmontadas e o conhecimento que vamos adquirido da máquina lança-nos luz sobre aspetos que nem imaginávamos.
Agilidade, disse eu. Se por um lado acabei por me habituar facilmente à ergonomia da Honda CB500X - esquecendo rapidamente a posição algo recuada das minhas pernas - por outro, pude conhecer uma mota absolutamente adaptada às exigências da condução urbana, o terreno de eleição desta utilitária.
Economia. Mais economia. À agilidade e diversão que conhecia da F e voltei a encontrar na X junta-se a economia. Mais economia, na verdade. Consegui um consumo absolutamente ridículo de 3,6 litros de gasolina por cem quilómetros de cidade devorada – e não andei propriamente a poupar.
Mais três notas. Uma negativa: pneus; apesar de apenas ter rodado em piso seco, fiquei com a sensação de que em pisos menos abrasivos a borracha de origem não satisfaz. Duas positivas: a iluminação dianteira, mais no aspeto de ser visto do que de ver (engraçado como as “latas” se afastam como se de um grade motão lá viesse.) e os instrumentos sempre legíveis com quaisquer condições de luminosidade
Sejamos honestos. Se pensa que com uns miseráveis 6400€ vai comprar uma mota para dar a volta ao mundo então…, tem razão. Aqui está ela. Se até há quem vá de PCX ao Nepal… Mas a Honda CB500X não foi construída para tal. A Honda CB500X foi concebida para a batalha diária das grandes cidades e seus arredores, terrenos onde se move a roçar a perfeição. Contudo, se lhe pedir para ir mais longe, ela irá. E fá-lo-á sem se queixar.
segunda-feira, 17 de abril de 2017
Córdoba e Toledo por Estradas Nacionais (I)
Seguramente que há mais de vinte anos sonhava com esta voltinha. Incrivelmente, por este ou aquele motivo vinha sendo adiada, até ao final do passado mês de Fevereiro. Enfim, os astros alinharam-se, e a pequena “pausa” de carnaval foi a data escolhida. “Por estradas nacionais” foi apenas o tempero para passar mais tempo na estrada e tornar o passeio menos dispendioso.
Por sorte, o tempo apresentou-se nesses dias algo frio mas seco. Passado o Tejo para sul, a N4 e a N114 levaram-me até Évora – tempo para uma cafezada, visitar a MOTODIANA que se apresenta de cara lavada, e dois dedos de conversa com os amigos alentejanos. Dali a N256 levou-me até Monsaraz, ao seu castelo e às margens do Guadiana. O almoço fez-se de um lauto cozido de grão na Adega Velha – bom, honesto mas nada de soberbo.
De barriguinha cheia, demasiado até, foi tempo de cruzar a fronteira e ser abraçado por umas, já nessa época, lindíssimas amendoeiras em flor. O caminho até Córdoba faz-se, maioritariamente, pela N-432. Tudo demasiado calmo, com um verde profundo deixado pelas intensas chuvas de inverno a emoldurar a viagem, apenas com alguma animação em forma de curvas rápidas já nos montes a norte deste primeiro destino.
Córdoba revelou-se uma rica surpresa. Para além da monumentalidade reconhecida mundialmente, a cidade está cheia de movida (potenciada pela época carnavalesca), bons e acolhedores restaurantes com preços simpáticos. Naquele sábado não resisti a “tapas e cañitas” num local muito parecido com o Mercado Time Out em Lisboa…, e até um pezinho de dança se deu…, sinal que os quinhentos quilómetros na Honda CRF 1000L Africa Twin DCT não tinham deixado mossa.
(Continua...)
domingo, 16 de abril de 2017
Só para quem ama verdadeiramente andar de mota
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| Foto Luís Duarte - MOTOCICLISMO |
É assim, nem mais nem menos, que qualifico o Road Miles. Como vos disse aqui (link) tive o privilégio de estar presente na edição inaugural deste desafio a convite da MOTOCILCISMO. O texto completo sobre o evento poderá ser lido na edição de Maio da revista mas…, já podem espreitar aqui (link), no sítio da revista, um pouco do que foi este dia em que Rui Baltazar, Luís Lourenço e Jorge Gameiro decidiram tirar os mototuristas portugueses (alguns espanhóis também estiveram presentes) da sua zona de conforto.
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