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quarta-feira, 4 de julho de 2018

Apresentação Internacional Honda PCX 125 terceira geração

Caixa de correio electrónico. Quando recebi o convite da Honda Portugal para a Apresentação Internacional a decorrer no Porto fiquei duplamente surpreendido. Por um lado, convites destes não surgem todos os dias - em bom rigor, no caso do ESCAPE, foi mesmo a primeira vez. Por outro, era apenas mais uma nova PCX, penava eu. Fiz o que pude e confirmei a minha presença. 

Estação do Oriente. Passada segunda-feira, dia 2. À hora marcada lá estava eu junto dos meus amigos da comunicação social especializada, que têm anos disto. Lá, eu era o rookie. A viagem no Alfa Pendular fez-se com algum atraso mas teve a vantagem de possibilitar o update quanto às novidades no meio, que se encontra bem agitado. 

Hotel Eurostars-com-os-pés-de-molho-no-Douro. Chegados ao Porto, tínhamos à nossa espera aquele que se revelaria um staff absolutamente eficaz. Troca rápida de roupa e salto para cima da urbana para uma primeira foto num dos ex-libris tripeiros: Ponte D. Luís. Seguiu-se um primeiro contacto no caótico trânsito de fim de tarde, onde pudemos confirmar que na natureza de “ágil enguia” nada se alterou nesta terceira geração de Honda PCX. 

Gaia. Quem não é para comer não é para trabalhar, dizem. E o dia terminou com uma simpática visita à cave Augusto’s e com a obrigatória prova dos néctares produzidos naquela que é a maior obra portuguesa de todos os tempos após a Expansão Marítima: o apaixonante Vale do Douro. Ah..., e um jantar dos deuses com vista para o Douro e para a suave luz de fim de tarde do Porto, na sumptuosa Presuntaria Transmontana. Momento onde até a companhia do Joaquim Horta pudemos ter. 

Nacional 108. Após um objectivo e preciso briefing matinal, onde começámos a suspeitar que afinal havia outra PCX para além da “apenas renovada” que imaginamos à partida, atacamos com decisão a bela e serpenteante estrada da margem direita do rio Douro. Sim, afinal havia mesmo outra! 


Entre-Os-Rios. A pausa para café serviu para confirmar com os demais presentes. Estamos perante uma Honda PCX verdadeiramente nova. O quadro redesenhado e reforçado, as novas jantes e pneus, o ABS no disco dianteiro, a nova suspensão traseira, a optimização de motor, transmissão e escape. Tudo isto concorre para encontrarmos uma scooter mais robusta, mais agarrada ao asfalto logo mais segura. Sem, contudo, que nada se tenha perdido em termos de agilidade e eficácia. Nem de economia: a pequena Honda reclamou 2,3 litros por cem quilómetros de condução enérgica e divertida. 

Foz do Douro. Hora de almoço e tempo de balanço final. Brilhante..., a Honda conseguiu desenhar e produzir uma nova PCX e ainda vesti-la com vestes idênticas (embora mais moderas) às do anterior modelo, para que nada se perca ao nível da imagem de sucesso. Fica a faltar o tão desejado disco traseiro, “fetiche” de alguns e do departamento de marketing da Honda também, “fetiche” esse que a Engenharia nipónica se recusou a satisfazer. 

Alfa Pendular. Pouco mais de vinte e quatro horas após a saída de Lisboa já estávamos de regresso. Os meus amigos jornalistas a preparavam os seus textos e novas partidas. Este Escape aproveitou para saborear os seus últimos momentos desta jornada de “glamorosa” vida de jornalista das motos. 

Casa. Cansado mas feliz. Adorei tudo. Sem reservas. Obrigado à Honda Portugal. E obrigado aos meus amigos profissionais do sector. Fiquei a admirar ainda mais o vosso trabalho!

domingo, 1 de julho de 2018

Nova Honda PCX 125 2018 apresentada no Porto


Em Abril passado a Honda decidiu mostrar em Madrid uma renovada PCX. Das novidades este ESCAPE deu aqui (link) conta. Mas aquela foi apenas uma apresentação estática. Agora, a Honda decidiu convocar a comunicação social portuguesa, e alguma estrangeira, para uma apresentação dinâmica numa das cidades mundialmente mais trendiest do momento actual: Porto! 

A boa notícia é que, pouco a pouco, as marcas vão compreendendo que estamos num admirável mundo novo no que à comunicação especializada diz respeito. Assim, o ESCAPE foi convidado para fazer companhia aos vetustos meios tradicionais. E não encontrou forma de recusar o convite. 

Pois bem, fiquem atentos ao blogue e suas redes sociais associadas. Segunda e Terça-feira este ESCAPE estará no Porto para conhecer as alterações efectuadas na namoradinha dos motociclistas urbanos portugueses. E promete contar tudinho o que por lá se vai passar.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Nova Honda PCX 125 2018 apresentada hoje em Madrid

Foram hoje conhecidos os retoques que a Honda fez à popular PCX. A comunicação social confere eco disso mesmo mas não refere tudo. Passem pelo sítio do Espirito Honda (link) se são tão fãs como este Escape da ágil scooter nipónica. Ou…, fiquem com os destaques do Escape em modo sms – e já agora em itálico, assim manda a boa educação quando se copia comunicados de imprensa… 


Novo quadro duplex tipo berço de tubos de aço, novas jantes e pneus, e uma suspensão traseira melhorada. Agora, os travões têm ABS e o motor produz mais potência. Nova caixa do filtro do ar e também às novas alterações na admissão e no escape, mas sem nunca sacrificar a gama de baixa rotação. 

Mais liberdade para o condutor se movimentar, maior capacidade de arrumação debaixo do banco e instrumentação nítida com iluminação de LEDs, complementando a iluminação também de LEDs à frente e atrás. 

A capacidade interna do compartimento de arrumação debaixo do banco aumentou 1 litro e tem agora 28 l, mas sem necessidade de aumentar a largura da scooter, albergando facilmente um capacete integral. O manual de instruções da scooter e o kit de ferramentas estão agora localizados na parte de baixo do banco. 

Os pneus são mais largos, 100/80-14 à frente e 120/70-14 atrás (antes, 90/90-14 e 100/90-14, respectivamente) o que, em combinação com as novas jantes, assegura uma maneabilidade mais leve e contribui para a redução dos consumos, graças à menor deflexão dos pneus. 

Amortecedores traseiros recolocados no quadro, estando agora mais para trás; as suas molas têm constante tripla (em vez de dupla) permitindo uma condução é mais suave, seja nas irregularidades das estradas da cidade ou nas vias rápidas. 

O sistema travagem é assegurado por um disco de 220mm na frente e tambor de 130mm na traseira. O ABS de um canal actua ao travão dianteiro. 

O motor eSP SOHC de 125 cm³, duas válvulas e arrefecimento por líquido da PCX125 com mais potência a alta rotação e melhor nas performances na gama de alta velocidade – mas sem perdas de binário a baixa rotação. Agora, o pico de potência aumentou 0,3 kW, para 8,99 kW às 8.500 rpm, com pico de binário de 11,8 N•m a aparecer às 5.000 rpm. 

A caixa do filtro do ar tem agora mais 1 litro de volume em relação ao design anterior (isto foi conseguido pelo deslocamento para trás dos amortecedores traseiros). A admissão está posicionada à esquerda e as revisões ao nível da localização e do perfil dos componentes internos permitiu encontrar o trajecto de admissão o mais suave possível. 

O sistema Idling Stop consegue "ler" o estado de carga da bateria e desactiva-se automaticamente para evitar descarregá-la em demasia. A bateria é uma unidade YTZ8V de longa duração. 

A PCX125 de 2018 vai estar disponível em quatro opções de cor: Branco - Pearl Cool White; preto - Pearl Nightstar Black; cinza Mate - Matt Carbonium Grey Metallic e vermelho - Pearl Splendor Red.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

De PCX pelo Oeste porque é Carnaval e ninguém leva a mal

Na passada quinta-feira almoçava com uns amigos. Um deles motociclista. “Se calhar no sábado vou à Nazaré espreitar o campeonato de ondas grandes…, estou a pensar ir de PCX”. Fui imediatamente insultado. Que era maluco, eu. Com outras motas na garagem “ir agora de PCX à Nazaré e voltar”. Sim, e voltar. 

No sábado, já de regresso pela soberba N115, entre os campos frescos e verdejantes e as vinhas despidas pelo inverno, tudo a cheirar à lenha que algures crepitava e banhado a ouro pelo sol frio de um magnifico fim de tarde de Fevereiro, pensava “com os meus botões”: e eles, onde estão eles, onde estão os motociclistas? Querem ler? 

O dia tinha começado bem cedo. A A8 foi abandonada no Infantado e o ataque ao Oeste fez-se pela ignorada N374. Torres Vedras surgiu logo ali e - vá, podem rir à vontade – as agora famosas “curvas do Bombarral” foram feitas a fundo. Fácil. Evitando ao máximo vias rápidas, chego em menos de duas horas à Nazaré. Estou convencido que uma média cilindrada, no mesmo percurso, demoraria pouco menos tempo. E não teria gasto uns míseros três litros por cem quilómetros de “aspiração”. 

O Nazaré Challenge, terceira etapa do circuito mundial de ondas gigantes da World Surf League, revelou-se um fiasco. Demasiado vento impedia uma remada eficaz e impossibilitava o drop. Vinguei-me à mesa, logo ali ao lado numa terra chamada Famalicão e numa casa simples mas honesta chamada “O Cantinho dos Leitões” – gente educada, decoração rustica, leitão saboroso e bem assado; belo preço. 

E voltar? Sim, e voltar. Com tempo, decidi dedicar a tarde à tal N115 com um pequeno desvio para encher os pulmões e sentir o ar frio e seco lá no alto de Montejunto. E eles, os motociclistas, afinal onde andavam? 

Para nós motociclistas a região de Lisboa devia ser isto. Belas e pouco movimentadas estradas secundárias, desenhadas de forma clássica aproveitando o declive natural do terreno, asfalto de qualidade, paisagens pitorescas, um inverno ameno, boa e acessível mesa. 

Mas não…, uma mão basta para contar os motociclistas com que me cruzei na estrada. Como em muitos outros sectores da vida portuguesa, os motociclistas preferem uma de duas coisas: alguns, poucos, os locais do costume; a maioria prefere mesmo o teclado de um qualquer computador e aquele recanto da rede social onde se pode, enfim, tentar ser algo se deseja. 

Sem qualquer sacrifico, com muito prazer mesmo, a pequena Honda PCX – uma mota acessível a todos – ofereceu-me um belo um dia de motociclismo. Podia tê-lo feito noutra mota? Sim, felizmente podia! Mas já há algum tempo que tinha prometido leva-la a passear…, ver o mar irado da Nazaré e os bucólicos Montes do Oeste. Só não é motociclista quem não quer…, ou quem não sabe, vá.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

A propósito da prova à Yamaha Tricity

Há coisa de um ano “ganhei” uma vizinha nova. Sorte do caraças. Porque é uma mulher bonita, simpática, inteligente e, digamos, muito agradável. No verão passado, um dia ao me encontrar na garagem vindo da praia, veio meter conversa comigo “por causa das motas”. Era a minha deixa… 

Não entrando em pormenores, digamos, mais pessoais, podemos dizer que foi o início de uma bela amizade… e, sim, se é mesmo isso que querem saber…, a minha vizinha já anda de mota. 

Esta é a Yamaha Tricity da minha vizinha. 

Naquele fim de tarde/inicio de noite no verão passado a C., chamemos-lhe assim, veio ao meu encontro porque tinha estado de férias uns dias em Barcelona e Paris e ficou espantada com a quantidade de “motinhas”- como ela carinhosamente lhes chama – que tinha visto. Umas “motinhas” em especial tinham chamado a atenção de C. Aquelas “fofinhas de três rodas”, mas “como não percebo nada do assunto, o Pedro quer passar depois do jantar lá em casa para tomar um café e me dar umas dicas?” Ui…, de repente era Natal em Agosto. Chega de romance que vocês não estão aqui para ouvir “histórias da carochinha”… 

A C. decidiu-se pela Yamaha Tricity e não foi fácil encontrar alguém disponível a lhe vender uma. Isso, leram bem. Só para fazer um pequeno “drive test” esperou quase dois meses. Finalmente quando andou na mota, gostou e quis avançar para o negócio. Perante as diferentes hipóteses acabou por ficar com uma usada “mais ou menos de serviço” de 2014, com cerca de 8000km que foi devidamente (ou quase) recondicionada – como se diz agora – por um concessionário Yamaha em Lisboa. Todo este processo demorou quase três meses. Quem vende motas tem de compreender que a decisão de compra de um motociclo é algo “gasoso”. Para ontem ou no máximo para já. Não faz qualquer sentido perder três meses “de verão” à espera de uma mota de 125cc que há-de vir. 

Como todos sabemos, ou devíamos saber, não há almoços grátis. Muito menos cafezinhos em noites quentes de Agosto em casa de vizinhas bonitas, simpáticas e inteligentes. 

Adivinharam…, tenho sido eu a tratar deste primeiro envolvimento da C. com as duas rodas, três na verdade. Mas nem tudo é mau…, muito pelo contrário. Combinei logo com a C. que em breve me tinha de emprestar a Tricity para uma prova mais cuidada. A C. é generosa e deixou me mesmo ficar com a segunda chave da mota, “anda quando quiseres, Pedro”. Há mulheres assim, que sabem como cativar um motociclista…

terça-feira, 28 de novembro de 2017

eCooltra à prova

O QUE É? 
A eCooltra - que deseja ser uma nova forma de mobilidade urbana – é um serviço de aluguer de motas eléctricas que está, desde a passada primavera, disponível na cidade de Lisboa, para qualquer pessoa com carta de condução válida. Espalhadas por toda a cidade (onde os últimos utilizadores as deixaram) – numa área que cobre a frente ribeirinha, de Algés ao Parque das Nações, e do rio Tejo ao Lumiar e aeroporto -, têm uma tarifa fixa, que inclui seguro, baterias carregadas, manutenção assegurada e dois capacetes. Custa 0,24 euros por minutos para uma franquia de 500 euros ou 0,29 euros para uma franquia de 99 euros. O aluguer das motas pode ser feito entre as seis da manhã e a meia-noite.


COMO FUNCIONA? 
Primeiro, é preciso descarregar a aplicação, gratuita e disponível para Android e iOS. No ecrã, aparece um mapa e a zona de utilização da eCooltra assinalada a azul. Como não existem locais fixos, a scooter pode ficar estacionada em qualquer lado, desde que dentro da zona de operação. Com georreferenciação é possível ver a mota que está mais próxima e reservá-la. Depois, tem 15 minutos para chegar à scooter e iniciar a viagem. O cancelamento não tem custos e assim que encontra a mota, pode desbloquear o assento para levantar o capacete. A mota liga-se (e desliga-se) através da aplicação, sem ser necessária uma chave. Quando o utilizador chega ao destino, e termina o serviço, o custo da viagem é debitado automaticamente no cartão de crédito ou débito indicado. As scooters têm autonomia para 45 quilómetros. A bateria é assegurada por uma equipa que anda num veículo com baterias carregadas, responsável pela sua substituição. 

PORQUE PRECISEI?
Na passada quinta-feira tive de me deslocar à Motocenter para conhecer estes pneus (link). Fui de PCX. Mas num ápice precisava de ter ali a CRF1000L para efectuar a montagem. Deixei a PCX na Motocenter e “apanhei” uma eCooltra que estava estacionada por ali perto. Vim a casa, larguei a eCooltra e levei a CRF1000L à oficina onde depois pude seguir a minha vida já de PCX. Quando fui levantar a CRF1000L, ao fim do dia de sexta-feira, fiz o percurso inverso. Este é apenas um exemplo prático. Quantas vezes no nosso dia-a-dia não precisamos de nos movimentar de forma rápida, dinâmica, económica e eficaz, no caos crescente do trânsito de Lisboa? 

A MINHA EXPRIÊNCIA 
A aplicação é intuitiva e funciona muito bem. O registo - que deve ser feito antecipadamente - foi fácil e rápido. As motas são lentas mas muito fáceis de conduzir. Nesta abordagem inicial ao serviço acabei por conduzir três diferentes eCooltra durante um total de vinte e cinco minutos. Apanhei de tudo em termos de manutenção, do excelente ao patético – a uma das motas faltavam pequenos pedaços e os espelhos estavam soltos o que pode comprometer a segurança. Confesso que esta primeira experiência foi altamente positiva. Porquê? Simples…, qual teria sido a alternativa para revolver o meu problema de deixar uma mota algures na cidade para ir buscar outra a casa? Transporte público colectivo? Taxi? Uber? A eCooltra não bate tudo isto. A eCooltra esmaga tudo isto! Mais…, mesmo para quem vem para a cidade numa mota de grande cilindrada e precisa de se descolocar de forma prática e rápida no centro histórico de Lisboa, a eCooltra poderá constituir-se como hipótese dada a sua facilidade de utilização e economia. A única coisa de que senti falta sempre que precisei de uma eCooltra foi de…, ter mais eCooltra’s, isto é, maior raio de acção do serviço e mais motinhas disponíveis.

POSSO EXPERIMENTAR GRATUITAMENTE?
Querem experimentar a eCooltra durante trinta minutos de forma totalmente gratuita? Usem por favor o código que está na imagem à direita aquando do vosso registo. Ganham vocês e ganha este vosso Escape. Agradecido.

[Parte deste texto vem adaptado daqui (link)].

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Nova Yamaha X-MAX 125

Um dia usei a seguinte frase, hoje repito-a. 

Isto não é um post. É um comunicado de imprensa, boletim de imprensa ou press release, como lhe quiserem chamar. Uma comunicação feita por um indivíduo ou organização visando divulgar uma notícia ou um acontecimento (ao qual fiz o corte e costura que achei mais conveniente). É apenas o que a Yamaha tem para oferecer aos leitores do Escape… 


Para 2018, a nova X-MAX 125 dispõe de um design ainda mais dinâmico que foi inspirado na última geração dos modelos X-MAX 300 e X-MAX 400. Os faróis LED duplos desportivos e as luzes de presença LED sublinham o visual imponente da família MAX, e a sensação de alta qualidade é complementada pela instalação de luzes traseiras e luzes de mínimos LED. 

Juntamente com a respectiva iluminação LED e um novo sistema de controlo da tração, bem como uma prática ignição sem chave Smart Key, a X-MAX 125 de 2018 oferece mais do que nunca - dando a cada condutor a oportunidade de começar com o melhor. 

A fim de oferecer a cada condutor o máximo de controlo em condições variáveis, a nova X-MAX 125 está equipada com um sistema de controlo de tração (TCS) como parte do equipamento de série. Os sensores electrónicos monitorizam constantemente a roda traseira, e se for detectada qualquer derrapagem, o sistema reduz imediatamente a potência até as rodas recuperarem a tração. 

O TCS electrónico utilizado na X-MAX 125 é semelhante ao sistema utilizado nos modelos X-MAX 300 e X-MAX 400, e ao aumentar o controlo e a estabilidade em condições de piso molhado ou escorregadio, reforça a confiança do condutor. 

No coração desta scooter desportiva existe um motor monocilíndrico de 125 cc SOHC a 4 tempos com refrigeração líquida em conformidade com a norma EU4 que dá à X-MAX 125 uma aceleração dinâmica rápida em semáforos - juntamente com uma velocidade de cruzeiro elevada em auto-estradas ou estradas circulares. 

A sua transmissão V-belt (trapezoidal) totalmente automática proporciona uma aceleração "twist and go" perfeita - e o funcionamento extremamente silencioso e o baixo consumo de combustível do motor com injecção de combustível torna a X-MAX 125 a scooter ideal para deslocação urbana e suburbana. 

A X-MAX 125 está equipada com suspensão dianteira telescópica tipo moto que fornece uma ação de suspensão suave e controlável, tornando esta scooter de especificações de alta qualidade uma das scooters com melhor performance desportiva na categoria. Equipada com uma leve roda dianteira de 15 polegadas, esta suspensão dianteira de 110 mm ajuda a absorver os impactos para proporcionar uma condução suave e confiante na cidade e na auto-estrada - e também garante o máximo conforto e controlo nas travagens e nas curvas. 

Para tornar cada viagem ainda mais conveniente e agradável, a X-MAX 125 inclui um novo sistema de ignição sem chave Smart Key. Este sistema eletrónico inteligente permite-lhe ativar a ignição sem ter de encontrar e colocar as chaves na ignição. 

Desde que tenha a Smart Key consigo, poderá ligar a X-MAX 125 da forma habitual, poupando tempo precioso. Esse é outro componente tecnológico que foi concebido para ajudar a tornar cada viagem mais tranquila - e, se necessário, os condutores da X-MAX 125 também podem optar por desligar a Smart Key. 

A X-MAX 125 mais recente tem uma das maiores capacidades de carga na sua classe, e no modelo de 2018 é possível guardar 2 capacetes integrais por baixo do banco. Com uma luz útil, este compartimento de armazenamento generoso por baixo do banco salienta o carácter prático e funcional da X-MAX 125 no dia-a-dia. Independentemente do que necessita de transportar, a X-MAX 125 oferece um dos maiores espaços de arrumação na categoria - e se precisar de ter ainda mais, pode montar uma das malas Top Case genuínas da Yamaha. 

Nas cores Radical Red, Sonic Grey, Phantom Blue e Blazing Grey estará disponível já no próximo mês de Outubro.

Ufff.., digo eu.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Estará a Yamaha a preparar uma anti-Honda X-ADV

Segundo a revista espanhola Solo Moto (link) esta é a arma da Yamaha para contestar o “surpreendente êxito” da X-ADV. Será? 

De facto, a aceitação da “SUV” da Honda tem sido notável por essa Europa fora; eu próprio, nas duas semanas em que pude viajar algures pelos Alpes, cruzei-me com dezenas de de X-ADV´s. 

É assim natural que as demais marcas reajam. Mas…, com “isto” na foto? Reparem apenas nas suspensões e nas jantes…, seria com algo do género que alguém quer combater a aprimorada Honda X-ADV? 


Ah…, como não amar a silly season

terça-feira, 8 de agosto de 2017

De Honda Innova 125 por essa Europa fora

É conhecida a amizade e carinho que este Escape e o seu autor têm pela Motodiana, concessionário Honda em Évora. Porquê? Olhem…, motivos vários entre os quais estes que podem ler por aqui (link). 

Os elogios são tantos que um destes dias alguém sobejamente conhecido e que já cá anda há umas décadas me dizia…, “olhó o Escape, o órgão oficial da Motodiana”. Bueno no exageremos…, não sendo bem assim é publico e notório que gosto bastante da Motodiana e das pessoas que a fazem. 

E não o sou o único a gostar da Motodiana. Leiam lá esta pequena mas deliciosa historia 

“Seanna Marie, assim se chama esta jovem californiana, que decidiu viajar pela Europa, durante alguns meses. Arranjou esta, bem usada, Honda Innova 125cc e veio do Mónaco, por aí fora, visitando tudo o que podia, em França e Espanha e finalmente teve um percalço grave. O bujão do óleo, estava com a rosca moida e foi perdendo o dito cujo, até que…, ficou a pé, em Espanha, a 3 kms da fronteira. Veio parar à Motodiana, de pronto socorro, mas chegou ao local certo para reparar a moto. Verificou-se que o motor tinha gripado e que a causa foi o tal bujão. A Honda é fabulosa no fornecimento de peças. O piston, juntas e demais peças foram de imediato encomendadas e no dia seguinte estavam na Motodiana. Rectificado o cilindro, montagem de todas as peças, experimentada a moto e voilá, pode seguir viagem. Insistiu em tirar uma foto com os elementos da Motodiana, que estavam hoje, sábado, de serviço, a quem chamou de “Anjos”, por a terem desenrascado tão depressa e por lhe terem emprestado uma Honda Vision para visitar a zona de Évora, durante 3 dias, e aí vai a nossa corajosa e aventureira Seanna Marie, estrada fora, pela Nacional 4, até Lisboa. Vai visitar Lisboa, Sintra, Cascais, Cabo da Roca e depois vai até ao Algarve, seguindo até Barcelona e daí de ferry até Itália. Quem encontrar esta singela figura, nesta motinha, com aquela mala/troley em cima do banco traseiro, amarrado a uma pequeno top case, já sabe que á a nossa alegre e divertida aventureira. Regressa aos USA em final de Setembro. Isto é que são férias, não é verdade?” 

O relato não é meu mas sim literalmente copiado da página da Motodiana no facebook. 

Num tempo em que alguns motociclistas acham que a melhor forma de viajar de mota é envia-la daqui para o destino, empalada num contentor, indo lá ter com a sua “xuxuzinha xptozinha” no conforto do ar condicionado do avião (nota: nada contra, cada um sabe o que é melhor para si – vão ouvir varias vezes aqui este comentário); num tempo em que algumas casas de motociclismo têm dificuldade em lidar com certos clientes ditos aborrecidos…, é muito bom saber que ainda existem “diabos” que se lançam à estrada de forma “nada católica” e que do outro lado da linha estão “anjos” para os “ampararem na queda”. 

Ah… sigam a Seanna Marie no Instagram (link). É capaz de valer a pena…

sexta-feira, 24 de março de 2017

SYM Jet 14 mais uma anti-PCX a chegar

Apesar de ainda faltar mais de uma semana, o Lisboa MotoShow na Fil começa a mexer com a cena motociclista. 

A SYM vai apresentar na FIL mais uma concorrente à digníssima líder do segmento, a Honda PCX. 

Segundo a marca, a SYM Jet 14 apresenta uma configuração “user friendly” onde se destaca uma plataforma plana que confere mais espaço para descansar os pés, e um assento ergonómico garante de maior conforto na cidade. Ainda segundo a marca, a SYM Jet 14 é leve e fácil de manobrar. As suas jantes de 14 polegadas são indicadas para uma condução em cidade e pode ainda beneficiar do seu baixo peso de 122kg para a manobrar com mais facilidade. A SYM Jet 14 oferece um painel de instrumentos LCD cm três secções distintas que apresentam com clareza a informação e maior espaço de arrumação - para além de permitir arrumar um capacete integral debaixo do assento, pode também arrumar as suas luvas no espaço dianteiro. 

A seguir com atenção, pelos amantes do segmento.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Honda SH300i à prova

Algo timidamente oiço, “oh amigo, desculpe lá…., mas vai vender a mota?”. Sorri, fiquei algo atrapalhado e estanquei – vinha com a Honda SH300i à mão. “Como estava a tirar fotografias à moto pensei que era para vender…, desculpe lá!”. Ora essa… 

O episódio aconteceu quando recolhia algumas imagens da scooter em local mais ou menos aprazível de circulação motorizada proibida. E é revelador do primeiro impacto que a mota tem em qualquer pessoa. Não sendo propriamente bonita, a Honda SH300i tem o charme e o encanto da simplicidade. E desperta atenções…

Depois de simpatizarmos com o seu aspecto clássico mas elegante “fabbricato in italia”, a primeira sensação quando nos sentamos nesta SH não é das melhores. A posição de condução é firme e hirta. As penas dobradas, sempre. O banco rijo e o toque das suspensões às irregularidades do asfalto seco e desconfortável. Lamentavelmente não estamos perante o lugar-comum “estranha-se, entranha-se” mas sim perante uma austeridade desagradável que para além de nunca nos abandonar apenas se acentua com o passar dos quilómetros.

Estes aspectos menos positivos vão sendo compensados pelo conhecimento que adquirimos da scooter com o devorar dos quilómetros.

Aquela posição espartana tem o condão de nos despertar para uma condução activa e atenta. Isso é sublinhado pelo fantástico motor que vem do Japão. São 25 CV e outros tantos Nm. Especialmente estes, sentem-se desde muito cedo e impulsionam a SH para um patamar encantador. Por exemplo, ao entrar numa via rápida de Lisboa ou arredores facilmente atingimos velocidades ali proibidas. Tanto motor disponível concede-nos ainda doses surpreendentes de segurança para nos livrarmos daquelas situações típicas de cidade que nos podem deixar em maus lençóis. Aqui, potência é também segurança, aspecto fundamental em veículos desta natureza. Falando em segurança, para parar esta “small Honda” encontramos travões eficazes e suaves muito bem auxiliados pelo ABS. 

A tudo isto se junta uma agilidade e um dinamismo surpreendentes. E uma economia incrível. Os consumos da Honda SH300i andaram perto dos 3,5 litros por cem quilómetros de condução nervosa. E, fiquei convencido, que em “andamento PCX” a SH não deverá gastar muito mais do que aquela. Surpreendente… Nota ainda para o sistema de chave inteligente tipo “keyless” muito pratico e de fácil habituação.

Em post anterior (link) deixei a questão…, poderá a actual Honda SH300i ainda ser apelidada de “City Express” – tal como o modelo original dois idos de oitenta? Lembrem-se, por exemplo, de Lisboa, Porto, Coimbra, Braga e seus arrabaldes há cerca de trinta anos. Todas elas mais “lentas”, mal pavimentas, fechadas e pequenas do que hoje. Talvez mais do que nunca, esta SH é uma verdadeira “City Express”. E tal diz bem de como a Honda tem sabido “pensar o passado para compreender o presente e idealizar o futuro”.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

A propósito da prova à Honda SH300i

Heródoto nunca andou de mota na vida. Provavelmente, nem nunca precisou de tal coisa. Heródoto, grego, foi geografo e historiador; discípulo de Hecateu de Mileto, nasceu no seculo V a.C. em Halicarnasso. Terá enunciado: “pensar o passado para compreender o presente e idealizar o futuro”. 

Da Halicarnasso da Antiguidade Clássica às actuais cidades europeias de hoje vão mais de vinte e cinco seculos de distância. E o homem contemporâneo, seja ele geografo, historiador ou outra coisa qualquer, precisa cada vez mais de um veículo ágil, dinâmico e económico para se mover. 

Há trinta anos a Honda pensou o passado, compreendeu o presente e idealizou o futuro. Foi assim que nasceu em 1984 em Barcelona, Espanha, a primeira SH. SH, de “small Honda”, equipada com um motor de cinquenta centímetros cúbicos a dois tempos. Cerca de três cavalos de agilidade, dinâmica e economia. Mas dai até hoje, para a Honda, a dialéctica nunca mais parou…, “pensar o passado-compreender o presente-idealizar o futuro”. Com mais de um milhão de unidades vendidas na Europa, a família SH adaptou-se, até chegar ao que é hoje a elegante Honda SH300i - que merece agora a atenção deste Escape. 

A questão é de colocar mas é simples: poderá a actual Honda SH300i ainda ser apelidada de “City Express”? 

Voltaremos a ela…

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Ana e a PCX

“Oh Pedro mas agora o Escape é o Gosto de Scooters?”, perguntam-me. Calma amigos…, o Escape não é elitista nem sulista. É liberal. E abrangente. E em tempo de outono, cair da folha e regresso do caótico trânsito às cidades, não fica nada mal dar outro destaque a estas motas. Depois do meu (link), deixo-vos o pequeno contributo da Ana Tomás para o “Especial 125cc” que a Motojornal tem em banca (link) – a quem agradeço a cedência do texto também aqui para o Escape. 

Sou condutora de uma Honda PCX desde Dezembro de 2013, inicialmente esta foi a moto escolhida pela comodidade para a utilização que iria dar-lhe, por motivos profissionais, circulação diária em toda a zona de Lisboa e durante todo o dia apanhando as famosas horas de ponta. Esta era a moto que me permitia uma mobilidade fácil, seja pelo seu peso como pela facilidade de condução, e económica.

No entanto, com o conhecimento e hábito de andar nesta moto fui cada vez utilizando mais pelo gosto que me dava conduzi-la, passando entretanto do meu meio de transporte diário por motivos de trabalho para o meu transporte por motivos de lazer e turismo. Agora utilizo a minha PCX apenas por lazer, para mim esta é a moto de momento ideal, pois é leve, fácil de manobrar, divertida (sim, ela curva de forma fantástica) e económica (mesmo nas revisões, pneus e IUC).

Considero que a PCX é uma moto fantástica para quem pretende fazer principalmente trajectos dentro de cidades, onde queira facilmente fugir ao trânsito, e que procure uma moto fiável e económica. Mas, como costumo dizer a vários amigos, não pensem que ela fica só por aí, pelos passeiozinhos de cidade, já fiz passeios de vários quilómetros por dia, viagens de Lisboa ao Porto ou ao Algarve e uma viagem de 1200 quilómetros em passeio de 4 dias, claro que tem a questão da velocidade que consegue atingir ou do conforto para viagens longas, mas porta-se bastante bem e o nosso espírito motociclista ajuda.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Porquê Honda PCX?

Até no escuro brilha...
Semana Europeia da Mobilidade…, Dia Europeu Sem Carros…, seja lá o que isso for...

Aqui fica o meu pequeno contributo para o “Especial 125cc” que a Motojornal tem em banca (link). 

Quando a Motojornal me pediu algumas palavras sobre o tema “porquê Honda PCX?”, jurei que este texto não seria mais um ensaio à mesma. Vou cumprir. Todavia há algo a acrescentar às diferentes análises feitas à campeã de vendas (ora cá está uma expressão típica das revistas de motociclos). Algo tão óbvio mas tão óbvio que nunca vi escrito em lado nenhum. 

Afinal o que leva um motociclista, digamos, experiente, com mais de vinte anos de condução diária de mota e centenas de milhares de quilómetros no curriculum a optar pela ágil scooter da Honda? Na minha opinião, o que distingue a PCX das demais motas em mercado, repito, das demais motas em mercado, são três condições de verificação cumulativa: a) economia; b) facilidade de utilização; c) garantia de qualidade Honda.

Facilmente se encontra a) mais b); também é comum encontrar a) mais c) ou b) mais c). Mas à equação “a+b+c=y” apenas cabe uma resposta: y é igual a Honda PCX. E o uso diário da PCX, desde Julho de 2013, provocou em mim um “back to basics” tão grande que me fez ressurgir o prazer de andar de mota.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Motojornal “Especial 125cc”




Já podem encontrar em banca um novo “Especial 125cc” com a chancela Motojornal. Justifica-se. Este é um segmento de mercado que continua muito animado. Em conversa, costumo ser crítico do alheamento que a comunicação social especializada tem para com estes cristãos-novos (link). Cá está uma boa resposta. 

Neste Motojornal “Especial 125cc” vão poder encontrar Contactos, Comparativos, Actualidade e Aventura. E, cereja no topo do bolo, um humilde contributo aqui do vosso Escape. A não perder!

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Comparativo improvável

O que dizer quando uma revista, neste caso a Motorcyclist Magazine, junta: BMW R1200RT contra Honda CTX1300 deluxe contra Suzuki 650 ABS contra Yamaha Super Ténére ES, num touring test, repito, touring test? “Fora da bolha”, como diz o outro ou…, algo mais?


Não sei responder. No entanto, convido-vos a passarem por aqui (link) e lerem algo diferente e estimulante, desde logo porque só posso concordar com uma das conclusões ali vertidas (traduzo livremente): “as duas rodas tecnologicamente sofisticadas de hoje foram especializadas quase a um ponto de se tornarem irreconhecíveis, contudo elas mantêm uma importante ligação ao passado: com a atitude certa e sensibilidade aventureira, você pode viajar, visitar ou apenas fugir em quase qualquer coisa. Até numa scooter”.

domingo, 7 de junho de 2015

Yamaha NMAX 125 a anti-PCX está mesmo a chegar

Como aqui ficou dito (link) a Yamaha NMAX 125 – apresentada por estes dias em Lisboa – virá equipada com monocilíndrico de quatro válvulas, ABS de série, duplo amortecedor traseiro e iluminação por LED. O peso será de 127 Kg. O depósito de combustível de 6,6 litros. 

Sabemos agora que o preço andará abaixo dos três mil euros (2945€). Fica desde claro dois aspectos. Por um lado, o domínio da excelente pequena máquina da Honda encontra-se agora ameaçado; por outro, a Honda terá de melhorar ainda mais a sua PCX caso queira manter a hegemonia. 

Tudo boas noticias, portanto.



Yamaha NMAX 125 from RigorTest on Vimeo.

[Agradeço ao Domingo Janeiro o vídeo surripiado, podem encontrar aqui (link) mais informação e imagens desta neófita NMAX] 
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