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quinta-feira, 29 de novembro de 2018

DAKAR 2019 apresentado no Peru

O DAKAR deste ano foi surpreendente (link). Duro e espectacular. Emocionante, como todas as Maratonas herdeiras da Rainha Africana deveriam ser. Sou um eterno apaixonado do "desafio para quem parte e do sonho para quem fica".


Na passada terça-feira o DAKAR 2019 foi apresentado no Peru e nove motociclistas portugueses viram confirmada a sua inscrição. É este um dos maiores contingentes portugueses de sempre, com excepção das provas iniciadas em Lisboa: 2 - Paulo Gonçalves (Honda), 27 - Joaquim Rodrigues Jr. (Hero), 34 - Mário Patrão (KTM), 52 - David Megre (KTM), 54 - Fausto Mota (Yamaha), 62 - Hugo Lopes (KTM), 75 - António Maio (Yamaha), 110 - Sebastian Bühler (Yamaha) e 134 - Miguel Caetano, que irá participar sem equipa de assistência. 

Este ano a Maratona é corrida integralmente no Peru num percurso com cerca de cinco mil quilómetros divididos por dez etapas; sendo mais de dois terços disputados em areia e dunas. Espanha é o país com mais representantes, vinte e dois pilotos inscritos. Da mais de centena e meia à partida, cerca de um terço são estreantes. O austríaco Mathias Walkner, KTM, defende a vitória deste ano e veste o dorsal 1.

sábado, 20 de janeiro de 2018

Décimo sétimo titulo consecutivo para a KTM no Dakar

As minhas expectativas eram baixas (link) mas rapidamente dei o “braço a torcer” (link). Foi de facto um Dakar surpreendente. Duro e espetacular. Emocionante…, como todas as Maratonas herdeiras da Rainha Africana deveriam de ser. As duas etapas anuladas não estragaram a Festa e, desta vez, a ASO está de parabéns. Tal como no início da edição 2018, deixo-vos as palavras de João Carlos Costa - também ele de parabéns por nos trazer “O Sonho”, de forma ímpar, todas as noites no Eurosport.


Durante algum tempo era o “Gordo”. Muitos diziam que só estava na KTM por ser austríaco e protegido de Heinz Kinigadner, que o levou para a marca em 2004, tinha então 18 anos. Mas Matthias Walkner foi sempre evoluindo. Tal como o padrinho, ganhou no Motocross (campeão do mundo MX3) e depois rumou ao TT. 

Na primeira experiência no Dakar (2015) mostrou velocidade - venceu uma especial - e igual dose de loucura. Na segunda tentativa, repetiu a queda com uma lesão grave. Mas no ano passado levou a KTM ao segundo posto e em 2018 foi o piloto que ofereceu à marca a décima sétima vitória consecutiva. Isto depois de ser um dos protagonistas naquele episódio extra do “Lost” na décima etapa, sendo o único que escapou às armadilhas de navegação ou do terreno, para conquistar uma vantagem que se revelou decisiva. 

Também é verdade que Walkner foi o único dos pilotos da frente que evitou problemas de maior, nunca estando abaixo de sexto na geral. A KTM voltou a vencer. Desta feita houve duas motos da marca austríaca no pódio. É o mínimo que tem acontecido desde 2001. Aliás, para se perceber esse domínio das “laranjas” no Dakar, desde esse ano, em cinquenta e um lugares de pódio possíveis, só sete não foram para pilotos montados em KTM. Por mera curiosidade, desses, três foram de portugueses: duas vezes Hélder Rodrigues, de Yamaha, e uma Paulo Gonçalves, com uma Honda.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Dakar quarta etapa

Barreda mais forte na quarta jornada do Dakar. Honda voltou a fazer uma dobradinha, Paulo Gonçalves foi o segundo mais rápido, tendo estado em grande plano durante a jornada. Ruben Faria foi um dos heróis do dia. O piloto da Husqvarna foi sempre dos mais rápidos na estrada, tendo concluído a etapa no terceiro lugar a 4m24s de Joan. Hélder Rodrigues não foi além do 14º posto. O piloto da Yamaha, a contas com uma gripe, perdeu 16m48s para Barreda. Na geral ocupa idêntica posição já amis de dezasseis minutos da frente. 

A geral é dominada pela Honda com Barreda, Gonçalves e a surpresa argentina Benavides. Faria é quinto a pouco mais de sete minutos.
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